Aumento da frequência cardíaca após refeições mais pesadas, o que pode ser? Que especialidade c

3 respostas
Aumento da frequência cardíaca após refeições mais pesadas, o que pode ser? Que especialidade consultar?
Dra. Alessandra S. Lima Gazola
Cardiologista
São Paulo
Primeiro pode procurar um gastrologista para uma avaliação e orientação mais correta da parte alimentar como não ingerir líquidos junto com as refeições (ou 30 minutos antes ou depois), além de não deitar até uma hora após se alimentar. Evitar comidas em grande volumes ajuda a reduzir a ida em excesso de sangue para o intestino com o intuito de ajudar na digestão, o que faz o coração aumentar a frequência cardíaca para compensar essa distribuição.
E na sequência pode agendar com cardiologista para uma avaliação cardiológica onde ele poderá ser liberado para fazer atividade física evitando assim doenças que podem ser prevenidas como arritmias, hipertensão com a mudança de estilo de vida❣️

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Dra. Mirian Miranda
Cardiologista
Belo Horizonte
Olá, esse aumento da frequência cardíaca após refeições fartas e ricas em calorias pode ocorrer como uma reação normal do organismo porque o coração precisa trabalhar mais para bombear mais sangue para o trato gastrointestinal a fim de digerir e aproveitar todos os nutrientes ingeridos. Por isso não recomendamos refeições muito copiosas e sim mais leves e fracionadas ao longo do dia. Um abraço e espero ter ajudado.
Dr. Pablo Nunes
Médico clínico geral, Generalista
São Paulo
Sua pergunta é muito interessante e bastante comum no consultório, principalmente em pessoas que percebem palpitações ou aumento da frequência cardíaca após refeições mais volumosas. Esse fenômeno pode ter várias causas e nem sempre está relacionado diretamente ao coração.

Após refeições pesadas, ocorre aumento do fluxo sanguíneo para o sistema digestivo, o que pode levar a uma resposta compensatória do organismo com elevação da frequência cardíaca. Além disso, fatores como refeições ricas em carboidratos simples, hipoglicemia reativa, resistência à insulina, distensão gástrica, refluxo gastroesofágico, ansiedade e descondicionamento físico podem contribuir para esse quadro.

Em alguns casos, alterações hormonais (como tireoide), disfunções do sistema nervoso autônomo ou até intolerâncias alimentares também podem estar envolvidas. Quando os exames cardiológicos são normais, é importante ampliar a investigação para causas metabólicas e gastrointestinais.

A especialidade mais indicada para avaliação inicial costuma ser o clínico geral ou endocrinologista, pois conseguem investigar fatores metabólicos, hormonais e alimentares de forma integrada. Dependendo dos sintomas, pode ser necessário também avaliação gastroenterológica.

O anti-inflamatório pode ajudar no alívio da dor, mas se esse sintoma está se repetindo ou persistindo, o ideal é uma avaliação clínica para investigar a causa e evitar uso frequente da medicação. Em consulta conseguimos avaliar melhor o metabolismo, hormônios, alimentação e saúde cardiovascular para identificar a causa real e orientar o tratamento adequado.

Clínico Geral | Emagrecimento | Obesidade | Hormônios | Diabetes | Hipertensão arterial | Saúde metabólica | Resistência à insulina | Check-up clínico | Qualidade de vida

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