Bom dia doutor! Vi em algumas pesquisas que o vírus da malária não consegue sobreviver nas células

3 respostas
Bom dia doutor!
Vi em algumas pesquisas que o vírus da malária não consegue sobreviver nas células de uma pessoa com anemia falciforme pelo seu formato de foice não proporcionar um ambiente propício ao vírus, e também sei que estão usando a cloroquina no combate ao Coronavírus porque ela altera o interior das células, de modo que o vírus não possa sobreviver ali.
Sendo assim, há alguma possibilidade (ou algum estudo) das células falciformes agirem do mesmo modo que a cloroquina, sendo assim, uma pessoa falcêmica não ter a possibilidade de ser contaminada pelo novo vírus?
Não existe esta correlação, embora seu raciocínio tenha bom senso.
Inclusive pacientes com doença falciforme tem risco de terem formas mais graves da covid 19.
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Abraço
Dr Rubens Cat

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Dr. Flávio Zuardi Junior
Hematologista, Médico clínico geral
Osasco
Bom dia,
Realmente o pacientes portadores de Hemoglobinopatias com Anemia Falciforme e as formas de Talassemia encontram proteção contra a Malária pelo fato do ciclo de vida do parasita ser realizado dentro das hemáceas(glóbulos vermelhos) e como estas células tem um tempo de vida mais curta em relação às células normais, este ciclo não se completa e o parasita não se desenvolve.
Espero ter respondido sua pergunta.
Essa é uma questão muito interessante! De fato, pessoas com **anemia falciforme** têm algumas características únicas em suas células vermelhas, como o formato de foice, que pode dificultar a sobrevivência do parasita da malária. No entanto, quando se trata do **Coronavírus (SARS-CoV-2)**, a situação é diferente.

Até o momento, não há evidências científicas de que as células falciformes ofereçam proteção contra o Coronavírus de forma semelhante à cloroquina. Na verdade, pessoas com anemia falciforme podem estar em maior risco de complicações graves da COVID-19 devido à inflamação crônica, crises vaso-oclusivas e maior vulnerabilidade a infecções em geral.

A cloroquina, por outro lado, foi estudada no início da pandemia por sua capacidade de alterar o pH intracelular, mas os resultados não demonstraram eficácia consistente no combate ao vírus. Assim, as células falciformes não têm um mecanismo comparável ao da cloroquina nesse contexto.

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