Bom dia,meu filho tem 4 anos a médica passou risperidona pra ele,mas vim que os efeitos colaterais s
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Bom dia,meu filho tem 4 anos a médica passou risperidona pra ele,mas vim que os efeitos colaterais são bem pesados,estou preocupado com essa medicação pra ele,sendo que ele foi na consulta com ela só uma vez e ja passou remédio, isso ta certo? Ou e só coisa da minha cabeça
Olá , é necessário entender as dificuldades do seu filho para avaliar a necessidade da medicação. Caso necessário, estou à disposição para ajudar
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Entendo sua preocupação. Quando se trata de uma criança pequena, qualquer decisão envolvendo medicação precisa mesmo ser avaliada com cuidado.
A risperidona é um medicamento que atua no sistema nervoso central e pode ser muito útil em algumas situações específicas da infância, como irritabilidade associada ao transtorno do espectro autista, agressividade importante, agitação intensa ou dificuldades comportamentais que trazem prejuízo real para a criança e para a família. Ou seja, não é um remédio “proibido” para crianças, mas também não deve ser usado de forma banal.
Sua preocupação com os efeitos colaterais faz sentido. Entre eles, podem ocorrer sonolência, aumento de apetite, ganho de peso, alterações hormonais (como elevação da prolactina) e, em alguns casos, efeitos neurológicos. Isso não significa que toda criança terá esses efeitos, mas reforça a necessidade de indicação bem fundamentada e acompanhamento próximo.
O ponto mais importante na sua dúvida é outro: iniciar uma medicação como essa após apenas uma consulta exige cautela. Em muitos casos, principalmente em crianças de 4 anos, o ideal é uma avaliação mais ampla, que inclua história detalhada, observação do comportamento, eventualmente participação da escola e, quando possível, abordagem multidisciplinar antes de partir para medicação. Existem situações em que o médico pode, sim, indicar já na primeira consulta — especialmente se os sintomas forem intensos —, mas isso precisa vir acompanhado de explicação clara para os pais e um plano de seguimento bem definido.
Portanto, não é “coisa da sua cabeça”. É um questionamento legítimo e responsável. Diante dessa insegurança, vale buscar uma segunda opinião com um neuropediatra ou psiquiatra infantil, revisar a real necessidade da medicação e discutir alternativas, incluindo intervenções comportamentais e terapias.
Em muitos casos, o tratamento não se resume ao remédio. Ele pode ser apenas uma parte de um cuidado maior.
Hoje, a telemedicina facilita muito esse processo. Em uma teleconsulta, é possível revisar o caso com calma, esclarecer dúvidas, avaliar a indicação do medicamento e orientar os próximos passos com segurança. Plataformas como a Doctoralia permitem acesso a médicos bem avaliados, com experiência e alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em um cenário com circulação de doenças infecciosas como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e até variantes de influenza como H5N1, o atendimento online se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da sua família sem exposição desnecessária. Você economiza tempo, evita deslocamentos e ainda tem acesso qualificado à orientação médica.
Se sentir necessidade, posso te orientar em teleconsulta para analisar melhor o caso do seu filho. Mesmo que não seja agora, vale a pena conhecer o perfil, acompanhar conteúdos e manter esse contato à disposição. A telemedicina também permite segunda opinião médica de forma prática, rápida e discreta, ampliando suas opções de cuidado com profissionais bem recomendados.
A risperidona é um medicamento que atua no sistema nervoso central e pode ser muito útil em algumas situações específicas da infância, como irritabilidade associada ao transtorno do espectro autista, agressividade importante, agitação intensa ou dificuldades comportamentais que trazem prejuízo real para a criança e para a família. Ou seja, não é um remédio “proibido” para crianças, mas também não deve ser usado de forma banal.
Sua preocupação com os efeitos colaterais faz sentido. Entre eles, podem ocorrer sonolência, aumento de apetite, ganho de peso, alterações hormonais (como elevação da prolactina) e, em alguns casos, efeitos neurológicos. Isso não significa que toda criança terá esses efeitos, mas reforça a necessidade de indicação bem fundamentada e acompanhamento próximo.
O ponto mais importante na sua dúvida é outro: iniciar uma medicação como essa após apenas uma consulta exige cautela. Em muitos casos, principalmente em crianças de 4 anos, o ideal é uma avaliação mais ampla, que inclua história detalhada, observação do comportamento, eventualmente participação da escola e, quando possível, abordagem multidisciplinar antes de partir para medicação. Existem situações em que o médico pode, sim, indicar já na primeira consulta — especialmente se os sintomas forem intensos —, mas isso precisa vir acompanhado de explicação clara para os pais e um plano de seguimento bem definido.
Portanto, não é “coisa da sua cabeça”. É um questionamento legítimo e responsável. Diante dessa insegurança, vale buscar uma segunda opinião com um neuropediatra ou psiquiatra infantil, revisar a real necessidade da medicação e discutir alternativas, incluindo intervenções comportamentais e terapias.
Em muitos casos, o tratamento não se resume ao remédio. Ele pode ser apenas uma parte de um cuidado maior.
Hoje, a telemedicina facilita muito esse processo. Em uma teleconsulta, é possível revisar o caso com calma, esclarecer dúvidas, avaliar a indicação do medicamento e orientar os próximos passos com segurança. Plataformas como a Doctoralia permitem acesso a médicos bem avaliados, com experiência e alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em um cenário com circulação de doenças infecciosas como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e até variantes de influenza como H5N1, o atendimento online se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da sua família sem exposição desnecessária. Você economiza tempo, evita deslocamentos e ainda tem acesso qualificado à orientação médica.
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Especialistas
Elton Luiz Berça
Especialista em clínica médica, Intensivista, Médico de emergência
Goiânia
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