Bom dia! minha filha fez um blood patch tem 1 mês para fechar uma fístula liquorica na região sacr
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respostas
Bom dia!
minha filha fez um blood patch tem 1 mês para fechar uma fístula liquorica na região sacral.
Ela ainda sente dores, isso é normal ?
caso não tenha fechado, qual próximo passo a ser dado ?
estou muito apreensiva
minha filha fez um blood patch tem 1 mês para fechar uma fístula liquorica na região sacral.
Ela ainda sente dores, isso é normal ?
caso não tenha fechado, qual próximo passo a ser dado ?
estou muito apreensiva
Entendo sua apreensão. Quando uma pessoa faz um blood patch para tentar fechar uma fístula liquórica, o esperado é que, com o passar dos dias, os sintomas ligados ao vazamento diminuam e a dor local também vá cedendo. Uma dor na região lombossacra pode acontecer depois do procedimento, porque há irritação dos tecidos e tensão muscular ao redor. Em geral, melhora progressivamente. Quando a dor persiste por um mês, merece reavaliação, não porque “certamente deu errado”, mas porque é preciso separar o que é desconforto residual do procedimento do que pode ser sinal de que o vazamento ainda está ativo ou de outra complicação.
O ponto principal é entender como é essa dor e se ela vem acompanhada de sinais típicos de fístula em atividade. O sintoma mais característico de perda de líquor é a dor de cabeça que piora quando a pessoa fica em pé e melhora ao deitar, muitas vezes com náuseas, tontura, sensibilidade à luz, zumbido ou sensação de ouvido tampado. Em vazamentos na coluna, alguns pacientes têm também dor nas costas, rigidez, mal-estar. Se a sua filha não tem mais esse padrão de dor de cabeça “postural” e está apenas com dor local na região sacral, pode ser algo inflamatório ou muscular, mas ainda assim vale examinar e, muitas vezes, pedir imagem para ter segurança.
Agora, se a dor está piorando em vez de melhorar, se apareceu febre, vermelhidão, calor ou inchaço no local, se houve fraqueza, dormência, dor descendo para as pernas, alteração para urinar ou evacuar, ou se ela voltou a ter dor de cabeça forte com padrão postural, isso não é para “esperar mais um pouco”: é motivo para contato rápido com o serviço que fez o procedimento ou avaliação presencial, porque essas pistas mudam a urgência e o tipo de conduta.
Caso a fístula não tenha fechado, o “próximo passo” costuma seguir uma lógica. Primeiro, confirmar se ainda existe vazamento e tentar localizar melhor a área com exames como ressonância (às vezes com contraste) e, em situações selecionadas, mielografia por tomografia. Confirmado o vazamento, uma conduta comum é repetir o blood patch, de preferência mais direcionado ao ponto suspeito. Em alguns casos, pode-se considerar cola de fibrina (um “selante”) guiada por imagem. Quando há um defeito anatômico que não responde a medidas conservadoras, ou quando o vazamento é persistente, entra em cena a avaliação neurocirúrgica para reparo. Isso tudo precisa ser individualizado: idade da sua filha, causa da fístula, exame neurológico, achados de imagem e intensidade dos sintomas.
O que eu faria no seu lugar, de modo prático e seguro, é não ficar só na dúvida. Um mês é tempo suficiente para justificar uma reavaliação organizada com quem acompanha o caso (anestesiologia da dor, neurologia, neurocirurgia, conforme o serviço). Muitas vezes, uma conversa bem dirigida e um exame clínico já orientam se estamos diante de recuperação lenta, dor residual do procedimento ou sinais de persistência da fístula.
Se você quiser, uma teleconsulta ajuda muito a reconstruir a história com calma, revisar exames, entender exatamente o padrão da dor e definir quais sinais exigem urgência e quais permitem planejamento. A própria plataforma Doctoralia costuma destacar profissionais com alta satisfação em atendimentos, o que facilita encontrar médicos bem avaliados para segunda opinião. E, em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas de gripe aviária H5N1 e outras infecções transmissíveis, o atendimento online reduz exposição desnecessária, preserva sua rotina, evita deslocamentos e salas de espera e permite investir esse tempo no trabalho ou estudo — sem abrir mão do cuidado. Quando há sinais de alerta ou necessidade de exame físico e procedimentos, a consulta presencial entra como complemento, não como concorrente. A Telemedicina hoje também permite segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com acesso a uma diversidade de médicos, inclusive os mais recomendados na plataforma; se tiver interesse, basta clicar no perfil, e mesmo que você não precise agora, vale visitar o perfil, ver os conteúdos e guardar o contato.
O ponto principal é entender como é essa dor e se ela vem acompanhada de sinais típicos de fístula em atividade. O sintoma mais característico de perda de líquor é a dor de cabeça que piora quando a pessoa fica em pé e melhora ao deitar, muitas vezes com náuseas, tontura, sensibilidade à luz, zumbido ou sensação de ouvido tampado. Em vazamentos na coluna, alguns pacientes têm também dor nas costas, rigidez, mal-estar. Se a sua filha não tem mais esse padrão de dor de cabeça “postural” e está apenas com dor local na região sacral, pode ser algo inflamatório ou muscular, mas ainda assim vale examinar e, muitas vezes, pedir imagem para ter segurança.
Agora, se a dor está piorando em vez de melhorar, se apareceu febre, vermelhidão, calor ou inchaço no local, se houve fraqueza, dormência, dor descendo para as pernas, alteração para urinar ou evacuar, ou se ela voltou a ter dor de cabeça forte com padrão postural, isso não é para “esperar mais um pouco”: é motivo para contato rápido com o serviço que fez o procedimento ou avaliação presencial, porque essas pistas mudam a urgência e o tipo de conduta.
Caso a fístula não tenha fechado, o “próximo passo” costuma seguir uma lógica. Primeiro, confirmar se ainda existe vazamento e tentar localizar melhor a área com exames como ressonância (às vezes com contraste) e, em situações selecionadas, mielografia por tomografia. Confirmado o vazamento, uma conduta comum é repetir o blood patch, de preferência mais direcionado ao ponto suspeito. Em alguns casos, pode-se considerar cola de fibrina (um “selante”) guiada por imagem. Quando há um defeito anatômico que não responde a medidas conservadoras, ou quando o vazamento é persistente, entra em cena a avaliação neurocirúrgica para reparo. Isso tudo precisa ser individualizado: idade da sua filha, causa da fístula, exame neurológico, achados de imagem e intensidade dos sintomas.
O que eu faria no seu lugar, de modo prático e seguro, é não ficar só na dúvida. Um mês é tempo suficiente para justificar uma reavaliação organizada com quem acompanha o caso (anestesiologia da dor, neurologia, neurocirurgia, conforme o serviço). Muitas vezes, uma conversa bem dirigida e um exame clínico já orientam se estamos diante de recuperação lenta, dor residual do procedimento ou sinais de persistência da fístula.
Se você quiser, uma teleconsulta ajuda muito a reconstruir a história com calma, revisar exames, entender exatamente o padrão da dor e definir quais sinais exigem urgência e quais permitem planejamento. A própria plataforma Doctoralia costuma destacar profissionais com alta satisfação em atendimentos, o que facilita encontrar médicos bem avaliados para segunda opinião. E, em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas de gripe aviária H5N1 e outras infecções transmissíveis, o atendimento online reduz exposição desnecessária, preserva sua rotina, evita deslocamentos e salas de espera e permite investir esse tempo no trabalho ou estudo — sem abrir mão do cuidado. Quando há sinais de alerta ou necessidade de exame físico e procedimentos, a consulta presencial entra como complemento, não como concorrente. A Telemedicina hoje também permite segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com acesso a uma diversidade de médicos, inclusive os mais recomendados na plataforma; se tiver interesse, basta clicar no perfil, e mesmo que você não precise agora, vale visitar o perfil, ver os conteúdos e guardar o contato.
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