Bom dia! O pai portador da doença pode passar para os filhos Miastenia Gravis? Ou isso só acontece s
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Bom dia! O pai portador da doença pode passar para os filhos Miastenia Gravis? Ou isso só acontece se a mãe for a portadora.
Desde já agradeço.
Desde já agradeço.
classicamente tanto o pai quanto a mãe podem transmitir aos filhos . trata-se de doença autossômica recessiva na forma infantil ou neonatal.
outros tipos de miastenias podem apresentar outros padrões de transmissão.
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A Miastenia Gravis é uma doença autoimune, o corpo começa a produzir anticorpos contra estruturas da junção neuromuscular e isso gera os sintomas de fraqueza, olho caído, engasgamentos e etc. Apesar de existir uma tendência genética para a autoimunidade a chance do filho de alguém com Miastenia Gravis desenvolver a doença não é muito maior que o da população geral. Então pode ficar tranquilo.
Existem ainda as Miastenias Congênitas, essas costumam se manifestar desde o início da vida e podem ser transmitidas tanto do pai quanto da mãe, mas mais comumente é preciso que os dois sejam portadores do gene para que a doença seja transmitida.
Na dúvida, converse com seu Neurologista sobre a sua Miastenia.
Existem ainda as Miastenias Congênitas, essas costumam se manifestar desde o início da vida e podem ser transmitidas tanto do pai quanto da mãe, mas mais comumente é preciso que os dois sejam portadores do gene para que a doença seja transmitida.
Na dúvida, converse com seu Neurologista sobre a sua Miastenia.
Olá! Essa é uma dúvida bem comum.
A Miastenia Gravis é uma doença autoimune e adquirida, em que o organismo produz anticorpos contra uma região chamada junção neuromuscular. Isso pode acontecer em qualquer fase da vida, mesmo sem ninguém na família ter a doença. Ou seja, ela não é passada diretamente dos pais para os filhos, nem pelo pai nem pela mãe. Existe um tipo mais raro, chamado Miastenia Congênita, que pode ser hereditário.
A Miastenia Gravis é uma doença autoimune e adquirida, em que o organismo produz anticorpos contra uma região chamada junção neuromuscular. Isso pode acontecer em qualquer fase da vida, mesmo sem ninguém na família ter a doença. Ou seja, ela não é passada diretamente dos pais para os filhos, nem pelo pai nem pela mãe. Existe um tipo mais raro, chamado Miastenia Congênita, que pode ser hereditário.
A miastenia gravis (MG) mais comum é uma doença autoimune adquirida, ou seja, não é hereditária na maioria dos casos. No entanto, existe sim uma predisposição genética: familiares de primeiro grau (como pais, filhos e irmãos) têm um risco um pouco maior de desenvolver a doença em comparação com a população geral. Isso vale tanto se o pai quanto se a mãe for o portador da MG. Ainda assim, a transmissão direta da doença do pai ou da mãe para os filhos é rara e não segue um padrão genético fixo, como vemos em doenças hereditárias clássicas.
Agora, existe também um outro tipo de miastenia, chamada síndrome miastênica congênita (CMS), que é hereditária e pode ser passada de pai ou mãe para o filho dependendo do tipo de mutação genética. Nesse caso, o padrão de herança pode ser recessivo (quando ambos os pais são portadores) ou, mais raramente, dominante (quando um dos pais já tem a mutação e manifesta a doença).
Portanto:
Na MG autoimune (mais comum): pode haver risco aumentado em filhos, independente de ser o pai ou a mãe o portador, mas a transmissão direta é rara.
Na miastenia congênita (rara): pode ser herdada do pai ou da mãe, dependendo do gene e do padrão de herança.
Se houver histórico familiar de miastenia ou sintomas sugestivos em outros membros da família, é sempre recomendável procurar um neurologista especializado, que poderá orientar sobre exames genéticos, riscos reais e necessidade de acompanhamento.
Fico à disposição para esclarecer mais dúvidas!
Agora, existe também um outro tipo de miastenia, chamada síndrome miastênica congênita (CMS), que é hereditária e pode ser passada de pai ou mãe para o filho dependendo do tipo de mutação genética. Nesse caso, o padrão de herança pode ser recessivo (quando ambos os pais são portadores) ou, mais raramente, dominante (quando um dos pais já tem a mutação e manifesta a doença).
Portanto:
Na MG autoimune (mais comum): pode haver risco aumentado em filhos, independente de ser o pai ou a mãe o portador, mas a transmissão direta é rara.
Na miastenia congênita (rara): pode ser herdada do pai ou da mãe, dependendo do gene e do padrão de herança.
Se houver histórico familiar de miastenia ou sintomas sugestivos em outros membros da família, é sempre recomendável procurar um neurologista especializado, que poderá orientar sobre exames genéticos, riscos reais e necessidade de acompanhamento.
Fico à disposição para esclarecer mais dúvidas!
A Miastenia Gravis é uma doença autoimune neuromuscular que ocorre quando o sistema imunológico produz anticorpos que interferem na comunicação entre o nervo e o músculo, causando fraqueza e fadiga muscular. Diferentemente de doenças hereditárias clássicas, ela não é considerada uma doença geneticamente transmissível, ou seja, não é passada diretamente de pais para filhos por meio dos genes, como ocorre com doenças mendelianas.
Na maioria dos casos, a Miastenia Gravis surge de forma esporádica, sem histórico familiar. O que pode ser herdado, de forma indireta, é uma predisposição genética para o desenvolvimento de doenças autoimunes, o que significa que, se um dos pais tem Miastenia Gravis (seja o pai ou a mãe), os filhos podem ter uma ligera probabilidade aumentada de desenvolver alguma doença autoimune, mas não necessariamente Miastenia Gravis.
Quando a mãe é portadora da doença, há uma situação especial chamada Miastenia Gravis neonatal transitória, que pode ocorrer porque os anticorpos da mãe atravessam a placenta durante a gestação e afetam temporariamente o bebê após o nascimento. Essa forma é passageira e tende a desaparecer em poucas semanas, à medida que os anticorpos maternos são eliminados do organismo do recém-nascido. No entanto, esse fenômeno não ocorre quando o pai é o portador, pois ele não transmite anticorpos à criança durante a gestação.
Portanto, um pai com Miastenia Gravis não transmite a doença diretamente aos filhos, e o risco de o descendente desenvolver Miastenia é muito baixo. O mais importante é que, se houver histórico familiar de doenças autoimunes, o acompanhamento médico regular permite identificar precocemente qualquer alteração imunológica ou neuromuscular, caso surja.
Em resumo, a Miastenia Gravis não é uma doença hereditária direta e o fato de o pai ser portador não representa risco relevante para os filhos. A forma neonatal transitória ocorre apenas em casos em que a mãe tem a doença, e mesmo assim é temporária.
Esta explicação tem caráter informativo e não substitui uma avaliação médica individual. Para orientações específicas sobre hereditariedade ou planejamento familiar em portadores de doenças autoimunes, o ideal é procurar um neurologista ou geneticista clínico.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Na maioria dos casos, a Miastenia Gravis surge de forma esporádica, sem histórico familiar. O que pode ser herdado, de forma indireta, é uma predisposição genética para o desenvolvimento de doenças autoimunes, o que significa que, se um dos pais tem Miastenia Gravis (seja o pai ou a mãe), os filhos podem ter uma ligera probabilidade aumentada de desenvolver alguma doença autoimune, mas não necessariamente Miastenia Gravis.
Quando a mãe é portadora da doença, há uma situação especial chamada Miastenia Gravis neonatal transitória, que pode ocorrer porque os anticorpos da mãe atravessam a placenta durante a gestação e afetam temporariamente o bebê após o nascimento. Essa forma é passageira e tende a desaparecer em poucas semanas, à medida que os anticorpos maternos são eliminados do organismo do recém-nascido. No entanto, esse fenômeno não ocorre quando o pai é o portador, pois ele não transmite anticorpos à criança durante a gestação.
Portanto, um pai com Miastenia Gravis não transmite a doença diretamente aos filhos, e o risco de o descendente desenvolver Miastenia é muito baixo. O mais importante é que, se houver histórico familiar de doenças autoimunes, o acompanhamento médico regular permite identificar precocemente qualquer alteração imunológica ou neuromuscular, caso surja.
Em resumo, a Miastenia Gravis não é uma doença hereditária direta e o fato de o pai ser portador não representa risco relevante para os filhos. A forma neonatal transitória ocorre apenas em casos em que a mãe tem a doença, e mesmo assim é temporária.
Esta explicação tem caráter informativo e não substitui uma avaliação médica individual. Para orientações específicas sobre hereditariedade ou planejamento familiar em portadores de doenças autoimunes, o ideal é procurar um neurologista ou geneticista clínico.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
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