Como a logoterapia ajuda a pessoa a lidar com a impulsividade?
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Como a logoterapia ajuda a pessoa a lidar com a impulsividade?
Olá, tudo bem?
A logoterapia parte da ideia de que o ser humano não é apenas movido por impulsos, mas também por sentido. Quando falamos em impulsividade, geralmente estamos falando de um comportamento que nasce de uma tensão interna: uma tentativa do cérebro de aliviar algo que incomoda, sem necessariamente refletir sobre o que está por trás desse impulso. A logoterapia ajuda a pessoa a sair desse “modo automático” e se reconectar com algo maior — com propósito, com valores e com aquilo que realmente faz sentido para ela.
Em vez de lutar diretamente contra o impulso, o trabalho é compreender o que ele tenta comunicar. O que essa urgência está tentando compensar? Que vazio ou desconexão ela tenta preencher? Quando a pessoa encontra um propósito mais profundo, o impulso perde força, porque o cérebro começa a buscar recompensas ligadas ao significado, e não apenas ao alívio imediato.
Na prática, é como se a logoterapia ajudasse o indivíduo a lembrar que ele tem liberdade de escolha — mesmo diante de emoções intensas. Viktor Frankl dizia que entre o estímulo e a resposta existe um espaço, e nesse espaço está o nosso poder de escolher. É justamente aí que a impulsividade pode ser transformada em consciência.
Talvez valha se perguntar: o que eu realmente busco quando ajo por impulso? Que tipo de vida quero construir a partir dessas escolhas? E se o meu comportamento fosse guiado por propósito, e não por urgência, o que mudaria? Essas reflexões, dentro de um processo terapêutico, podem abrir um caminho mais estável e coerente com quem você é.
Caso precise, estou à disposição.
A logoterapia parte da ideia de que o ser humano não é apenas movido por impulsos, mas também por sentido. Quando falamos em impulsividade, geralmente estamos falando de um comportamento que nasce de uma tensão interna: uma tentativa do cérebro de aliviar algo que incomoda, sem necessariamente refletir sobre o que está por trás desse impulso. A logoterapia ajuda a pessoa a sair desse “modo automático” e se reconectar com algo maior — com propósito, com valores e com aquilo que realmente faz sentido para ela.
Em vez de lutar diretamente contra o impulso, o trabalho é compreender o que ele tenta comunicar. O que essa urgência está tentando compensar? Que vazio ou desconexão ela tenta preencher? Quando a pessoa encontra um propósito mais profundo, o impulso perde força, porque o cérebro começa a buscar recompensas ligadas ao significado, e não apenas ao alívio imediato.
Na prática, é como se a logoterapia ajudasse o indivíduo a lembrar que ele tem liberdade de escolha — mesmo diante de emoções intensas. Viktor Frankl dizia que entre o estímulo e a resposta existe um espaço, e nesse espaço está o nosso poder de escolher. É justamente aí que a impulsividade pode ser transformada em consciência.
Talvez valha se perguntar: o que eu realmente busco quando ajo por impulso? Que tipo de vida quero construir a partir dessas escolhas? E se o meu comportamento fosse guiado por propósito, e não por urgência, o que mudaria? Essas reflexões, dentro de um processo terapêutico, podem abrir um caminho mais estável e coerente com quem você é.
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A logoterapia ajuda a lidar com a impulsividade ao fortalecer o sentido pessoal, ampliando a consciência das escolhas e permitindo que a pessoa se posicione de modo mais responsável e intencional diante dos impulsos.
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