Como a neurociência social explica a hipersensibilidade interpessoal no Transtorno de Estresse Pós-T
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Como a neurociência social explica a hipersensibilidade interpessoal no Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT-C) e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
A neurociência social mostra que redes como amígdala, córtex pré‑frontal medial, ínsula e regiões temporoparietais participam da leitura de intenções, ameaça social e empatia. No TEPT‑C, essas redes ficam calibradas para detectar perigo: o outro é percebido como potencial agressor, traidor ou fonte de ameaça, especialmente em contextos que lembram o trauma. No TPB, a hipersensibilidade interpessoal está ligada a modelos internos instáveis de apego: o outro é rapidamente percebido como ideal ou perigoso, com respostas emocionais intensas a sinais de rejeição. Em ambos, o “cérebro social” lê o mundo como altamente ameaçador.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória-ES
Abraços
A neurociência social mostra que redes como amígdala, córtex pré‑frontal medial, ínsula e regiões temporoparietais participam da leitura de intenções, ameaça social e empatia. No TEPT‑C, essas redes ficam calibradas para detectar perigo: o outro é percebido como potencial agressor, traidor ou fonte de ameaça, especialmente em contextos que lembram o trauma. No TPB, a hipersensibilidade interpessoal está ligada a modelos internos instáveis de apego: o outro é rapidamente percebido como ideal ou perigoso, com respostas emocionais intensas a sinais de rejeição. Em ambos, o “cérebro social” lê o mundo como altamente ameaçador.
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A neurociência social ajuda a entender que, em pessoas com histórico de trauma relacional ou sofrimento emocional intenso, o cérebro pode ficar mais sensível a sinais de ameaça, rejeição, abandono ou ambiguidade nas relações. Isso pode fazer com que interações interpessoais sejam vividas com maior intensidade emocional e maior estado de alerta.
No dia a dia, isso pode aparecer como hipervigilância, medo de rejeição, reatividade emocional ou dificuldade de confiar. Ainda assim, cada pessoa é única, e esses processos precisam ser compreendidos dentro da sua história e do seu contexto.
A psicoterapia pode ser um espaço importante para elaborar essas experiências e construir formas mais seguras de vínculo. Estou à disposição.
No dia a dia, isso pode aparecer como hipervigilância, medo de rejeição, reatividade emocional ou dificuldade de confiar. Ainda assim, cada pessoa é única, e esses processos precisam ser compreendidos dentro da sua história e do seu contexto.
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