Como a neuroplasticidade pode ser estimulada em pessoas com doenças autoimunes?

Como a neuroplasticidade pode ser estimulada em pessoas com doenças autoimunes?

3 respostas


Olá, estimular a neuroplasticidade em pessoas com doenças autoimunes é possível e essencial. Com cuidados que envolvem corpo, mente e emoções, é possível melhorar a adaptação cerebral, preservar a cognição, reduzir sintomas e promover mais qualidade de vida. Atividades como caminhada, pilates, natação ou dança liberam BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que estimula o crescimento de novas conexões neurais. Além disso, melhora o humor, a cognição e reduz a inflamação. Assim como exercícios cognitivos e aprendizagem contínua Aprender algo novo (idiomas, instrumentos, leitura, jogos de lógica) ativa redes neurais diferentes e mantém o cérebro engajado. Isso ajuda a compensar perdas cognitivas causadas por doenças como lúpus ou esclerose múltipla.

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Podem ser estimuladas principalmente por meio de hábitos saudáveis e de bem estar. Então normalmente por exercícios físicos regularmente, alimentação saudável, pensando no valor nutricional e anti-inflamatória, qualidade de sono, mínimo 7 horas, novas aprendizagens aprender algo novo, apoio emocional terapia, conexões sociais e afetivas.


Olá! Seja muito bem-vindo(a). É um prazer responder a cada uma das suas perguntas. Por meio de intervenções combinadas: psicoterapia focada em autorregulação, treinos de memória e atenção respeitando o cansaço do paciente, exercícios físicos leves a moderados e a manutenção de estímulos intelectuais prazerosos e sem pressão. Fernando Vicente Rébuli Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo (@psifernandosegundo | fernandosegundo.com) Ofereço psicoterapia presencial em Vitória‑ES e atendimento online para todo o Brasil e no exterior. Abraços

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