Como a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), que cresceu em um ambiente invalidan
Como a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), que cresceu em um ambiente invalidante, lida com as emoções na vida adulta?
4 respostas
Boa noite! A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline que viveu num ambiente familiar invalidante pode apresentar dificuldade no controle emocional, instabilidade afetiva e impulsividade. Esse contexto invalidante é um fator crucial na origem desses déficits de habilidade emocional. Estou à disposição para responder mais perguntas.
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Uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline que cresceu em um ambiente invalidante costuma ter dificuldade em reconhecer e confiar em suas próprias emoções na vida adulta. Ela tende a vivenciá-las de forma intensa, flutuante e difícil de controlar, porque não aprendeu, na infância, formas seguras de compreender e regular seus afetos. Essa dificuldade pode gerar reações emocionais extremas, medo de abandono, impulsividade e insegurança nos vínculos, assim como desconfiança de si mesma. A psicoterapia oferece um espaço seguro para validar essas experiências, ajudando a pessoa a reconhecer, aceitar e organizar suas emoções, construindo maior estabilidade afetiva e relações mais confiáveis.
Quem cresceu em um ambiente invalidante costuma aprender a duvidar do próprio sentir, oscilando entre emoções muito intensas e tentativas de apagá-las ou controlá-las. Na vida adulta, isso pode aparecer como dificuldade de nomear afetos, medo de rejeição e reações emocionais que vêm “grandes demais” porque nunca puderam ser reguladas em relação. A psicoterapia oferece um espaço onde essas emoções podem, pela primeira vez, ser reconhecidas, sustentadas e elaboradas sem julgamento.
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. O adulto que cresceu sob invalidação crônica costuma lidar com as emoções por meio de extremos: ou tenta suprimi-las até o limite (acreditando que sentir é algo "errado" ou "proibido"), ou é atropelado por uma onda avassaladora de afeto que não consegue nomear ou acalmar. Como não desenvolveu estratégias saudáveis de autorregulação, frequentemente recorre a comportamentos impulsivos, compulsões, isolamento ou autoagressão para regular o estresse intolerável. Atenciosamente, Fernando Vicente Rébuli Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços
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