Como a psicanalise, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e neuropsicologia descreve o Transtorno d

Como a psicanalise, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e neuropsicologia descreve o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o pertencimento social?

4 respostas


Na psicanálise, o TPB é entendido como uma organização psíquica com identidade instável e vínculos internos fragilizados, o que dificulta o sentimento de pertencimento social. Isso ocorre porque as relações são vividas de forma intensa e oscilante, influenciadas por conflitos inconscientes e mecanismos como a clivagem, tornando o pertencimento mais frágil e dependente das relações atuais. Agende sua sessão comigo agora mesmo!

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Olá! Para a psicanálise lacaniana, o diagnóstico de "TPB" é um nome, não a verdade de um sujeito. A questão do pertencimento social não se explica pelo rótulo, mas pelo modo singular como cada um encontra um lugar no desejo do Outro. Como você sente que busca — ou perde — esse lugar nas suas relações?


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. A psicanálise vê angústias primitivas e medo de perda. A TCC aponta crenças centrais negativas e interpretações distorcidas. A neuropsicologia descreve dificuldades em cognição social e regulação emocional. A combinação gera sensação persistente de inadequação e instabilidade relacional. Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


Na psicanálise, o TPB é compreendido como uma dificuldade na integração da identidade e dos vínculos afetivos, marcada por conflitos emocionais, medo de abandono e instabilidade nas relações, afetando o sentimento de pertencimento social. Na TCC, o TPB é explicado por crenças disfuncionais, pensamentos extremos e dificuldades na regulação emocional, que podem levar a interpretações de rejeição e insegurança nos relacionamentos. Na neuropsicologia, o transtorno envolve alterações nos processos de regulação emocional, controle de impulsos e processamento social, contribuindo para maior sensibilidade à rejeição e dificuldades na construção de vínculos. Assim, o pertencimento social no TPB é influenciado pela interação entre aspectos emocionais, cognitivos, relacionais e neurobiológicos, podendo ser fortalecido por intervenções terapêuticas.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.