Como a roupagem psíquica se manifesta nos transtornos ansiosos ?
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Como a roupagem psíquica se manifesta nos transtornos ansiosos ?
Manifesta-se por meio de um estado de preocupação excessiva, medos irracionais, insegurança e pensamentos catastróficos, acompanhados de uma sensação de alerta e vigília constante, o que pode levar à dificuldade de concentração e à falta de controle sobre os próprios pensamentos e atitudes. Essa sintomatologia psíquica é frequentemente acompanhada por sintomas físicos como tensão muscular e fadiga, impactando o funcionamento diário da pessoa.
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Nos transtornos ansiosos, a roupagem psíquica aparece em situações do cotidiano onde a emoção é tão intensa que precisa ganhar uma forma repetitiva para ser suportada.
Um exemplo é o término de um relacionamento. A pessoa, tomada pelo medo de nunca mais ser amada, passa a interpretar cada detalhe como prova de rejeição: relê mensagens antigas, vigia as redes sociais do ex-parceiro, pergunta para amigos se já o viram com alguém. Esses comportamentos se tornam uma roupagem psíquica que recobre a dor do abandono, transformando a angústia em atos compulsivos que dão a falsa sensação de controle.
Outro exemplo é o medo ligado ao financeiro. Alguém que teme perder a estabilidade pode começar a revisar inúmeras vezes suas contas, refazer cálculos de dívidas, guardar comprovantes em excesso e até deixar de aproveitar momentos simples por medo de gastar. Nesse caso, a roupagem psíquica está no ritual de conferir e planejar sem parar, que mascara a insegurança interna e o receio de falhar.
Essas manifestações mostram como a ansiedade encontra diferentes roupagens para se expressar: em vez de enfrentar a dor diretamente, ela se reveste em atitudes que, embora tragam alívio momentâneo, acabam aprisionando a pessoa em um ciclo repetitivo.
Um exemplo é o término de um relacionamento. A pessoa, tomada pelo medo de nunca mais ser amada, passa a interpretar cada detalhe como prova de rejeição: relê mensagens antigas, vigia as redes sociais do ex-parceiro, pergunta para amigos se já o viram com alguém. Esses comportamentos se tornam uma roupagem psíquica que recobre a dor do abandono, transformando a angústia em atos compulsivos que dão a falsa sensação de controle.
Outro exemplo é o medo ligado ao financeiro. Alguém que teme perder a estabilidade pode começar a revisar inúmeras vezes suas contas, refazer cálculos de dívidas, guardar comprovantes em excesso e até deixar de aproveitar momentos simples por medo de gastar. Nesse caso, a roupagem psíquica está no ritual de conferir e planejar sem parar, que mascara a insegurança interna e o receio de falhar.
Essas manifestações mostram como a ansiedade encontra diferentes roupagens para se expressar: em vez de enfrentar a dor diretamente, ela se reveste em atitudes que, embora tragam alívio momentâneo, acabam aprisionando a pessoa em um ciclo repetitivo.
A roupagem psíquica se manifesta nos transtornos ansiosos como o modo particular pelo qual cada pessoa veste, organiza e expressa sua ansiedade, transformando sensações internas em pensamentos, medos e comportamentos característicos.
Ela aparece como a forma particular com que cada pessoa sente, interpreta e expressa a ansiedade: pensamentos catastróficos, hiperatenção aos sinais corporais, preocupação excessiva e estratégias de evitação. É a “cara” subjetiva que a ansiedade assume em cada indivíduo.
Eu, enquanto psicanalista, te convidaria a olhar para o seu medo não como um inimigo a ser combatido, mas como um enigma a ser decifrado.
Faz sentido para você pensar que essa preocupação com o corpo pode estar ocupando o lugar de outra coisa que ainda não conseguimos nomear?
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