Como a teoria da clivagem explica a instabilidade identitária no Transtorno de Personalidade Borderl
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Como a teoria da clivagem explica a instabilidade identitária no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
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A teoria da clivagem propõe que a pessoa tende a perceber a si mesma e os outros de forma polarizada — como totalmente bons ou totalmente ruins — com dificuldade de integrar essas duas dimensões.
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, isso pode contribuir para a instabilidade identitária, pois a autoimagem também oscila entre extremos. Em determinados momentos, a pessoa pode se ver como competente e valiosa; em outros, como inadequada ou sem valor.
Essa dificuldade de integração gera uma sensação de identidade inconsistente e pode impactar diretamente os relacionamentos e a regulação emocional.
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, isso pode contribuir para a instabilidade identitária, pois a autoimagem também oscila entre extremos. Em determinados momentos, a pessoa pode se ver como competente e valiosa; em outros, como inadequada ou sem valor.
Essa dificuldade de integração gera uma sensação de identidade inconsistente e pode impactar diretamente os relacionamentos e a regulação emocional.
Na leitura psicodinâmica, a clivagem no TPB mantém experiências do self e do outro em polos dissociados (“totalmente bom” vs. “totalmente mau”)… o eu oscila conforme afetos e frustrações, produzindo identidade instável, relações intensas e mudanças abruptas de percepção e comportamento.
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