Como a terapia ajuda a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a encontrar autentici
2
respostas
Como a terapia ajuda a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a encontrar autenticidade?
A terapia ajuda pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline a reconhecer suas emoções, reduzir comportamentos impulsivos e fortalecer a autoaceitação, promovendo escolhas mais autênticas e alinhadas com quem realmente são.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Oi, tudo bem? A sua pergunta abre um caminho muito bonito dentro do trabalho terapêutico com o Transtorno de Personalidade Borderline, porque falar de autenticidade nesse contexto é falar de recuperar um espaço interno que, muitas vezes, ficou tomado por urgências emocionais. No TPB, as emoções chegam tão rápido e tão intensas que a pessoa acaba reagindo para aliviar a dor, e não necessariamente para expressar quem ela é. A terapia entra justamente aí: ela cria uma pausa, um “respiro” onde a pessoa pode finalmente entender o que sente antes de agir.
Com o tempo, esse processo vai dando nome às emoções, clareza aos padrões e contorno a histórias que antes eram vividas como um turbilhão. A neurociência mostra que, quando a pessoa aprende a reconhecer seus estados internos, regiões do cérebro ligadas à regulação emocional começam a trabalhar de forma mais coordenada, e isso abre espaço para escolhas mais alinhadas consigo mesma. Em vez de agir para se proteger da dor, a pessoa começa a agir porque aquilo faz sentido. E, aos poucos, essa diferenciação entre “dor” e “sentido” devolve algo muito parecido com autenticidade.
Uma parte linda desse processo é perceber quando, na sua vida, a autenticidade foi trocada por medo de abandono, por tentar manter alguém perto ou por evitar a sensação de vazio. Será que existem momentos em que você reage rápido demais e depois sente que aquilo não representa o que realmente queria dizer? Em que situações você nota que molda sua resposta para não perder alguém, mesmo sabendo que isso te desconecta de quem você é? E quando as emoções passam, o que você percebe que ficou faltando na sua própria voz?
A terapia ajuda justamente a reconstruir esse contato interno, fortalecendo um senso de identidade mais estável e menos dependente da urgência emocional. Não é sobre mudar quem você é, mas sobre permitir que quem você é tenha espaço para aparecer com mais tranquilidade e menos pressão. Quando fizer sentido explorar isso na sua história, posso te ajudar nesse caminho. Caso precise, estou à disposição.
Com o tempo, esse processo vai dando nome às emoções, clareza aos padrões e contorno a histórias que antes eram vividas como um turbilhão. A neurociência mostra que, quando a pessoa aprende a reconhecer seus estados internos, regiões do cérebro ligadas à regulação emocional começam a trabalhar de forma mais coordenada, e isso abre espaço para escolhas mais alinhadas consigo mesma. Em vez de agir para se proteger da dor, a pessoa começa a agir porque aquilo faz sentido. E, aos poucos, essa diferenciação entre “dor” e “sentido” devolve algo muito parecido com autenticidade.
Uma parte linda desse processo é perceber quando, na sua vida, a autenticidade foi trocada por medo de abandono, por tentar manter alguém perto ou por evitar a sensação de vazio. Será que existem momentos em que você reage rápido demais e depois sente que aquilo não representa o que realmente queria dizer? Em que situações você nota que molda sua resposta para não perder alguém, mesmo sabendo que isso te desconecta de quem você é? E quando as emoções passam, o que você percebe que ficou faltando na sua própria voz?
A terapia ajuda justamente a reconstruir esse contato interno, fortalecendo um senso de identidade mais estável e menos dependente da urgência emocional. Não é sobre mudar quem você é, mas sobre permitir que quem você é tenha espaço para aparecer com mais tranquilidade e menos pressão. Quando fizer sentido explorar isso na sua história, posso te ajudar nesse caminho. Caso precise, estou à disposição.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- . Como o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) geralmente monta as pirâmides do Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- . Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) aparece nos resultados do Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- Quais escolhas de cores no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister podem indicar traços do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- . Como o Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister diferencia o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) de outros "Transtornos de Personalidade" ?
- Como o Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister diferencia o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) de outras "Doenças Mentais" ?
- Por que estudar canhotismo no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Qual o papel do hemisfério direito no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- O que é a "crise de vazio" do ponto de vista neurobiológico?
- O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é tratado como um transtorno neurodesenvolvimental?
- Por que canhotos poderiam ter maior predisposição ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 2583 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.