Como a vitamina D atua no sistema imune? .
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Como a vitamina D atua no sistema imune? .
A vitamina D tem um papel fundamental na modulação do sistema imunológico e pode ajudar a prevenir ou reduzir a gravidade de doenças autoimunes. Manter níveis adequados dessa vitamina, seja por meio da exposição solar controlada, alimentação ou suplementação, é uma estratégia preventiva importante, especialmente em populações de risco.
Para te dizer, mais precisamente sobre essas funções:
- Função imunomoduladora: A vitamina D atua como um modulador do sistema imunológico, ajudando a equilibrar as respostas imunes, evitando reações exageradas que podem levar a doenças autoimunes.
-Inibição de respostas inflamatórias: Ela suprime a atividade de células pró-inflamatórias (como os linfócitos Th1 e Th17) e promove a ação de células reguladoras (como os linfócitos T reguladores), que ajudam a evitar ataques contra os próprios tecidos do corpo.
Optamos por manter os níveis em torno de 30. Espero ter esclarecido sua dúvida!
Para te dizer, mais precisamente sobre essas funções:
- Função imunomoduladora: A vitamina D atua como um modulador do sistema imunológico, ajudando a equilibrar as respostas imunes, evitando reações exageradas que podem levar a doenças autoimunes.
-Inibição de respostas inflamatórias: Ela suprime a atividade de células pró-inflamatórias (como os linfócitos Th1 e Th17) e promove a ação de células reguladoras (como os linfócitos T reguladores), que ajudam a evitar ataques contra os próprios tecidos do corpo.
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Mostrar especialistas Como funciona?
A chamada “vitamina” D, na verdade, funciona como um hormônio esteroide. Após ser ativada no fígado e nos rins (formando o calcitriol), ela se liga ao receptor nuclear VDR, presente em diversas células do sistema imunológico, modulando diretamente a expressão de centenas de genes.
Isso significa que ela não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: estimula a produção de peptídeos antimicrobianos como a catelicidina (LL-37), aumentando a capacidade de combate a patógenos.
Barreiras epiteliais: contribui para a integridade das mucosas (intestinal e respiratória), reduzindo permeabilidade excessiva — fator importante em inflamação crônica.
Na imunidade adaptativa
Aqui está seu papel mais refinado:
Linfócitos T: reduz perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e favorece células T reguladoras (Treg), promovendo tolerância imunológica.
Células dendríticas: diminui maturação excessiva e hiperativação imunológica.
Linfócitos B: pode modular produção exagerada de anticorpos, relevante em autoimunidade.
O ponto central
A vitamina D não estimula indiscriminadamente o sistema imunológico.
Ela equilibra, regula e modula.
Deficiência está associada a maior inflamação basal, maior risco de autoimunidade e resposta imune desorganizada.
Mas excesso também não é desejável.
E aqui está o detalhe final importante:
Como todo hormônio, seu efeito depende de dose adequada, sensibilidade do receptor e contexto metabólico.
No fundo, estamos falando de regulação — e imunidade saudável é menos sobre “ativar” e mais sobre equilibrar.
Isso significa que ela não apenas “ajuda” o sistema imune — ela orquestra respostas celulares.
Na imunidade inata
Macrófagos e monócitos: estimula a produção de peptídeos antimicrobianos como a catelicidina (LL-37), aumentando a capacidade de combate a patógenos.
Barreiras epiteliais: contribui para a integridade das mucosas (intestinal e respiratória), reduzindo permeabilidade excessiva — fator importante em inflamação crônica.
Na imunidade adaptativa
Aqui está seu papel mais refinado:
Linfócitos T: reduz perfis pró-inflamatórios (Th1 e Th17) e favorece células T reguladoras (Treg), promovendo tolerância imunológica.
Células dendríticas: diminui maturação excessiva e hiperativação imunológica.
Linfócitos B: pode modular produção exagerada de anticorpos, relevante em autoimunidade.
O ponto central
A vitamina D não estimula indiscriminadamente o sistema imunológico.
Ela equilibra, regula e modula.
Deficiência está associada a maior inflamação basal, maior risco de autoimunidade e resposta imune desorganizada.
Mas excesso também não é desejável.
E aqui está o detalhe final importante:
Como todo hormônio, seu efeito depende de dose adequada, sensibilidade do receptor e contexto metabólico.
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