Como ajudar o idoso doente que não gosta de sair para ir ao medico ou dentista? Por mais que os filhos
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Como ajudar o idoso doente que não gosta de sair para ir ao medico ou dentista? Por mais que os filhos conversem, parece caso de fobia, a pessoa prefere ficar doente em casa, um clínico geral já foi em casa, pediu exames e encaminhou para um especialista, mas o idoso não aceita sair de casa.
Olá. Acredito que a visita domiciliar é o começo e depois o próprio profissional fará o trabalho de socialização do idoso.
A necessidade de ouvir ser faz necessária, visto que cada pessoa apresenta uma dificuldade e o medo se manifesta na oposição.
As saídas para lazer intercalada com as saídas ao médico fazem muito bem
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Olá, pelo seu relato não parece um caso de fobia, mas talvez um certo medo com relação a esses profissionais, ou do desamparo. A teimosia de idosos é normal, pois é uma fase complicada em que se perde lentamente o controle sobre suas habilidades físicas e cada vez mais demanda a ajuda do outro. Um discurso empático ajuda bastante, entenda que talvez ele sinta realmente que está sendo tratado como criança. Um bom psicólogo poderá ajudar nesse caso, com o intuito de conversar com ele, sem julgamentos, sendo um espaço onde ele poderá expor tudo o que lhe desconforta, aflige, com sigilo. Talvez ele goste da ideia. Há que se conversar bastante mesmo, tudo com muito acolhimento e empatia.
Prezado(a), no caso que você relata, seria interessante que ele pudesse fazer uma psicoterapia. A psicoterapia pode contribuir para o idoso entender melhor sobre sua condição de saúde, o uso de medicamentos, tratamentos médicos e o ajuda a entrar em contato com questões emocionais e psíquicas, possibilitando assim uma diminuição do seu sofrimento. Como consequência, também contribuí com os cuidadores e a família, uma vez que ao se cuidar, ao se dar o devido valor, ao saber se posicionar melhor frente às adversidades da vida, a pessoa saberá também lidar de maneira mais adequada e adaptada com todos os que com ele convivem. A psicoterapia terá como objetivo principal promover a saúde do idoso e também é uma forma de valorizar a história de vida do paciente. Há psicólogos que atendem em domicilio em casos assim, procure se informa se na sua cidade algum desses profissionais podem lhe oferecer esse serviço.
Olá. Para mim não ficou claro se este idoso tem o diagnóstico de demência. Caso tenha, é importante saber que na demência a pessoa tem um estado de desorganização mental e isto lhe assusta, angústia. Geralmente, também se tem alterações de humor (tristeza, euforia...). Acho interessante buscar um neuropsicologo para poder lhe auxiliar nas estratégias necessárias e fazer a avalição dos compromentimentos.
Esta avaliação irá somar muito ao olhar do psiquiatra, que também se faz necessário. Boa sorte!
Esta avaliação irá somar muito ao olhar do psiquiatra, que também se faz necessário. Boa sorte!
Olá caro(a) internauta,
Você se refere ao idoso como doente, mas não fica claro que doença, quais as queixas, e sintomas desse idoso.
Acredito que seria importante uma avaliação com psicólogo(a) na residência para averiguação da saúde mental do seu familiar. Ficando evidenciado a ausência de transtorno ou perturbação psíquica, ouvindo-o será possível buscar entender os motivos da recusa de sair de casa, de fazer exames, ir ao médico, enfim.
Mas se esse idoso estiver sofrendo de algum tipo de transtorno ou síndrome fóbica ou depressiva, por exemplo, será necessário uma consulta com psiquiatra, para prescrição medicamentosa.
A intervenção de um acompanhamento psicológico auxiliará tanto o idoso quanto os familiares envolvidos para lidar com essa questão em ambas as hipóteses.
Até breve!
Você se refere ao idoso como doente, mas não fica claro que doença, quais as queixas, e sintomas desse idoso.
Acredito que seria importante uma avaliação com psicólogo(a) na residência para averiguação da saúde mental do seu familiar. Ficando evidenciado a ausência de transtorno ou perturbação psíquica, ouvindo-o será possível buscar entender os motivos da recusa de sair de casa, de fazer exames, ir ao médico, enfim.
Mas se esse idoso estiver sofrendo de algum tipo de transtorno ou síndrome fóbica ou depressiva, por exemplo, será necessário uma consulta com psiquiatra, para prescrição medicamentosa.
A intervenção de um acompanhamento psicológico auxiliará tanto o idoso quanto os familiares envolvidos para lidar com essa questão em ambas as hipóteses.
Até breve!
Concordo com os colegas acima. Mas sobretudo deve haver a meta de sair de casa. Uma ou algumas consultas domiciliares e depois começar a sair de casa , socializar, buscar autonomia em algum grau são elementos fundamentais para que possa se buscar qualidade de vida dessa pessoa.
Olá, pelo que descreve seria importante uma avaliação psicológica (psicologo). Explicar que seria atendido por um profissional, onde teria um espaço potencial pra poder falar e ser ouvido sem julgamento, das suas dores e conflitos.Como coloca a recusa em sair de casa, é importante que os familiares respeitem inicialmente a decisão do idoso, e com muito dialogo , paciência e compreensão possam conversar para que busque ajuda.
Olá! O isolamento social é um dos primeiros sintomas de demência. Os idosos preferem ficar em casa a sair e realizar atividades anteriormente prazeirosas como almoçar fora, sair com amigos ou frequentar igrejas ou cultos religiosos. Neste primeiro momento, talvez a visita domiciliar seja a melhor opção, depois de adequadamente medicado, a ida ao consultório possa ser mais fácil. Um abraço.
Ola! Apesar de delicada a situação podemos pensar em estratégias de enfrentamento como: um psiquiatra domiciliar, um terapeuta e se possível um fisioterapeuta para promover o estímulo do corpo. A resistência dificulta o processo, mas não desista de buscar meio de diminuir os danos (se for diagnosticado a demência). Muitos idosos ficam sensibilizados e fragilizados com os sintomas da demência, mas com o tratamento adequado é possível potencializar a qualidade de vida. Abraço
Olá boa tarde!
É fundamental, contactar um psicólogo que atenda em casa, iniciar um tratamento psicoterápico e após uma evolução, fazer com que os atendimentos passem a ser no Consultório, depois de mais uma melhora, o ideal é concomitante ao tratamento psicológico fazer uma avaliação neuropsicológica com um neuropsicólogo para avaliar se existe e qual o grau de uma possível demência dentre outras patologias.
Obrigada,
Forte abraço!
É fundamental, contactar um psicólogo que atenda em casa, iniciar um tratamento psicoterápico e após uma evolução, fazer com que os atendimentos passem a ser no Consultório, depois de mais uma melhora, o ideal é concomitante ao tratamento psicológico fazer uma avaliação neuropsicológica com um neuropsicólogo para avaliar se existe e qual o grau de uma possível demência dentre outras patologias.
Obrigada,
Forte abraço!
Você poderá procurar ajuda domiciliar para o acompanhamento á especialidade que ele demandará!
E poderá fazer a psicoterapia em casa também para aos poucos ele ir se adaptando ao organismo e ao meio!
Atenciosamente
E poderá fazer a psicoterapia em casa também para aos poucos ele ir se adaptando ao organismo e ao meio!
Atenciosamente
Tem medicos que atendem em casa
assim como eu e preço a combinar
se depender do idoso ele nem sempre vai ao medico
varios exames sao feitos em casa
depois falo o proximo passo
nao pode deixa-lo morrer sem assistencia
mesmo nao interior ele merece ser atendido
assim como eu e preço a combinar
se depender do idoso ele nem sempre vai ao medico
varios exames sao feitos em casa
depois falo o proximo passo
nao pode deixa-lo morrer sem assistencia
mesmo nao interior ele merece ser atendido
Procure um convênio que tenha atendimento médico domiciliar regular, e discuta com o clínico que for medica-lo a melhor conduta.
Muitas pessoas têm problemas que as impedem de sair de cada, e muitas vezes existe tratamento para suas doenças.
Muitas pessoas têm problemas que as impedem de sair de cada, e muitas vezes existe tratamento para suas doenças.
Todos os profissionais se colocaram respondendo à sua pergunta...
Na minha prática clinica primeiramente faco no consultório o acolhimento familiar pq nessas situações a família sente se impotente e ao mesmo tempo omissa...em seguida começamos o atendimento domiciliar e juntos com a família já vamos trabalhando o contato com o geriatra para iniciar o acompanhamento...dessa forma tenho tido bons resultados
Na minha prática clinica primeiramente faco no consultório o acolhimento familiar pq nessas situações a família sente se impotente e ao mesmo tempo omissa...em seguida começamos o atendimento domiciliar e juntos com a família já vamos trabalhando o contato com o geriatra para iniciar o acompanhamento...dessa forma tenho tido bons resultados
Acho que antes de qualquer coisa e saber ouvir o idoso, qual é o o medo dele, o que ele pensa sobre a sua saúde, por mas que ele precisa se consultar ele tem medo, conversar não é só dar sermão precisa também ouvir, provavelmente esse idoso deve ter associado a morte com exames e visitas ao médico. E isso o assusta. Aconselho procurar um profissional que oriente esse idoso e os familiares.
Seria muito conveniente um geriatra realizar uma visita domiciliar e fazer um adequado diagnóstico e posterior tratamento para este paciente. Tenho vários pacientes que não querem sair de casa para ir ao médico porque de alguma forma estão descompensados da sua doença de base e após a adequada abordagem e correção de sua doença, eles iniciam um acompanhamento no consultório. A geriatria é uma especialidade única que faz a diferença para a vida do paciente já que realmente existe uma relação médico-paciente-família.
Olá! Acredito que a visita domiciliar por um(a) geriatra é o primeiro passo para entender os aspectos que podem estar levando ao isolamento. Muitas vezes quadros de depressão, declínio cognitivo, alterações sensoriais, dores, podem se manifestar com o afastamento das atividades. Com um diagnóstico preciso e abordagem direcionada é possível que este idoso comece a retornar às atividades fora de casa.
Entendo que essa situação pode ser bem difícil. Abaixo seguem algumas sugestões que podem ajudar:
Exploração de Atendimento Domiciliar: Verifique se existem especialistas que possam fazer visitas domiciliares. Muitos profissionais de saúde oferecem esse serviço, incluindo dentistas e especialistas.
Telemedicina: Considere a possibilidade de consultas via telemedicina, se o problema puder ser tratado remotamente. Isso pode reduzir o estresse de ter que sair de casa.
Apoio Psicológico: Pode ser útil buscar o apoio de um psicólogo que faça atendimentos domiciliares ou que trabalhe com telepsicologia. Um profissional pode ajudar a entender e tratar a possível fobia ou ansiedade.
Construção de Confiança: Tente construir uma relação de confiança com o idoso, mostrando apoio e compreensão sem forçar a ida ao especialista. Uma abordagem gentil e paciente pode ser mais eficaz a longo prazo.
Preparação Gradual: Se possível, tente preparar o idoso gradualmente para a ideia de sair de casa. Pequenos passeios podem ajudar a diminuir a ansiedade associada a sair.
Grupo de Apoio: Existem grupos de apoio para idosos e familiares que enfrentam problemas semelhantes. Participar de um grupo pode fornecer novas estratégias e suporte emocional.
Exploração de Atendimento Domiciliar: Verifique se existem especialistas que possam fazer visitas domiciliares. Muitos profissionais de saúde oferecem esse serviço, incluindo dentistas e especialistas.
Telemedicina: Considere a possibilidade de consultas via telemedicina, se o problema puder ser tratado remotamente. Isso pode reduzir o estresse de ter que sair de casa.
Apoio Psicológico: Pode ser útil buscar o apoio de um psicólogo que faça atendimentos domiciliares ou que trabalhe com telepsicologia. Um profissional pode ajudar a entender e tratar a possível fobia ou ansiedade.
Construção de Confiança: Tente construir uma relação de confiança com o idoso, mostrando apoio e compreensão sem forçar a ida ao especialista. Uma abordagem gentil e paciente pode ser mais eficaz a longo prazo.
Preparação Gradual: Se possível, tente preparar o idoso gradualmente para a ideia de sair de casa. Pequenos passeios podem ajudar a diminuir a ansiedade associada a sair.
Grupo de Apoio: Existem grupos de apoio para idosos e familiares que enfrentam problemas semelhantes. Participar de um grupo pode fornecer novas estratégias e suporte emocional.
Muitos profissionais podem atendê-lo em casa, talvez solicitar uma visita domiciliar a um Geriatra é uma sugestão.
Na verdade, isso pode se tratar da apatia que acomete pessoas com demência, em que ela fica indiferente, se recusa a fazer qualquer coisa. É bem desafiador realmente. Existem medicamentos específicos que podem ajudar no tratamento desses sintomas.
É possível programar uma avaliação domiciliar por um Geriatra.
O auto isolamento e o desinteresse por atividades prazerosas pode ser sintoma de transtorno depressivo; o médico geriatra usa ferramentas específicas para idosos e validadadas para auxiliar no diagnóstico desse e outros problemas da mente.
O tratamento melhora a qualidade de vida e pode trazer de volta a motivação e disposição para atividades fora de casa.
O fato é que o tratamento não precisa ser adiado pela recusa de sair de casa - o tratamento pode ir até o paciente.
O auto isolamento e o desinteresse por atividades prazerosas pode ser sintoma de transtorno depressivo; o médico geriatra usa ferramentas específicas para idosos e validadadas para auxiliar no diagnóstico desse e outros problemas da mente.
O tratamento melhora a qualidade de vida e pode trazer de volta a motivação e disposição para atividades fora de casa.
O fato é que o tratamento não precisa ser adiado pela recusa de sair de casa - o tratamento pode ir até o paciente.
Essa situação é mais comum do que parece. Muitos idosos desenvolvem medo, ansiedade ou resistência para sair de casa, especialmente quando estão doentes, com dor, limitações físicas ou após experiências negativas com consultas.
Algumas estratégias podem ajudar:
• conversar com calma, sem pressão, explicando a importância da avaliação
• envolver alguém de confiança do idoso nessa conversa
• tentar consultas domiciliares, quando possível
• avaliar se existe ansiedade, depressão ou até algum grau de comprometimento cognitivo, que podem estar por trás dessa recusa
Quando a resistência é muito grande, é importante buscar avaliação médica, pois às vezes esse comportamento tem relação com condições emocionais ou cognitivas que precisam de acompanhamento.
Algumas estratégias podem ajudar:
• conversar com calma, sem pressão, explicando a importância da avaliação
• envolver alguém de confiança do idoso nessa conversa
• tentar consultas domiciliares, quando possível
• avaliar se existe ansiedade, depressão ou até algum grau de comprometimento cognitivo, que podem estar por trás dessa recusa
Quando a resistência é muito grande, é importante buscar avaliação médica, pois às vezes esse comportamento tem relação com condições emocionais ou cognitivas que precisam de acompanhamento.
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