Como impulsividade influencia julgamentos éticos em situações sociais?
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Como impulsividade influencia julgamentos éticos em situações sociais?
Sabe, quando a gente olha para a impulsividade pela lente da análise do comportamento, a gente para de ver isso como um "traço de personalidade", e passa a olhar como um padrão de comportamento que foi aprendido e reforçado.
Pensando no dia a dia, um julgamento ético em uma situação social exige que a gente siga regras que são aqueles valores, leis e combinados sociais que a cultura nos ensinou que são importantes a longo prazo. Só que a impulsividade, na verdade, é uma escolha por reforçadores imediatos.
Vou te dar um exemplo: imagine que alguém está em uma reunião de trabalho e um colega apresenta uma ideia que essa pessoa sabe que tem uma falha. Se ela for impulsiva, ela pode expor o colega ali na hora, de um jeito meio grosseiro.
O que aconteceu no momento?
O reforço imediato: Falar na hora trouxe um alívio rápido da frustração ou aquela sensação de "eu sei a resposta certa".
A punição atrasada: Só depois vem a consequência ética e social o clima ruim, a quebra de confiança e a desaprovação do grupo.
O "impulsivo" não necessariamente faz um julgamento ético ruim porque ele não conhece as regras sociais. Ele pode saber o que é certo ou errado. O problema é que o comportamento dele é muito mais controlado pelas consequências do aqui e agora do que pelas consequências que vão acontecer amanhã ou daqui a uma semana. O benefício imediato "ganha" o controle das ações dele. Em resumo, a impulsividade faz a balança pender para o que dá ganho agora, mesmo que isso custe um valor ético importante lá na frente. Faz sentido para você pensar dessa forma?
Pensando no dia a dia, um julgamento ético em uma situação social exige que a gente siga regras que são aqueles valores, leis e combinados sociais que a cultura nos ensinou que são importantes a longo prazo. Só que a impulsividade, na verdade, é uma escolha por reforçadores imediatos.
Vou te dar um exemplo: imagine que alguém está em uma reunião de trabalho e um colega apresenta uma ideia que essa pessoa sabe que tem uma falha. Se ela for impulsiva, ela pode expor o colega ali na hora, de um jeito meio grosseiro.
O que aconteceu no momento?
O reforço imediato: Falar na hora trouxe um alívio rápido da frustração ou aquela sensação de "eu sei a resposta certa".
A punição atrasada: Só depois vem a consequência ética e social o clima ruim, a quebra de confiança e a desaprovação do grupo.
O "impulsivo" não necessariamente faz um julgamento ético ruim porque ele não conhece as regras sociais. Ele pode saber o que é certo ou errado. O problema é que o comportamento dele é muito mais controlado pelas consequências do aqui e agora do que pelas consequências que vão acontecer amanhã ou daqui a uma semana. O benefício imediato "ganha" o controle das ações dele. Em resumo, a impulsividade faz a balança pender para o que dá ganho agora, mesmo que isso custe um valor ético importante lá na frente. Faz sentido para você pensar dessa forma?
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