Como o médico psiquiatra avalia o progresso ou resultado do tratamento de um paciente com Transtorno
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Como o médico psiquiatra avalia o progresso ou resultado do tratamento de um paciente com Transtornos mentais crônicos ?
Através de consultas sequenciais, nas quais se entrevista o(a) paciente e se fazem as perguntas pertinentes para avaliar a melhora. Em alguns casos, são entrevistados também parentes e/ou pessoas próximas.
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Acompanhamos o tratamento de forma contínua e em vários domínios para saber se você está melhorando.
Sintomas: intensidade, frequência e duração (usamos questionários curtos e comparações com sua linha de base).
Funcionamento diário: estudo/trabalho, relações, autocuidado e rotina.
Crises e riscos: número/duração de crises, idas a urgência, autolesões/ideação suicida.
Adesão e habilidades: presença nas sessões, prática das habilidades da terapia, uso correto das medicações.
Efeitos colaterais: tolerabilidade e necessidade de ajustes.
Qualidade de vida e metas: sono, energia, prazer nas atividades e objetivos definidos por você.
Contexto: comorbidades (ansiedade, depressão, uso de substâncias) e, com seu consentimento, feedback de familiares.
Sinais de progresso: menos sintomas e crises, mais estabilidade na rotina, melhor funcionamento, menos urgências, maior sensação de controle e autonomia.
Como decidimos se está funcionando
Comparamos seus dados atuais com o início do tratamento, buscando remissão/redução consistente de sintomas e recuperação funcional.
Se o progresso estagnar, reavaliamos diagnóstico/comorbidades, otimizamos medicação, ajustamos a estratégia psicoterápica e fortalecemos o plano de segurança.
Sintomas: intensidade, frequência e duração (usamos questionários curtos e comparações com sua linha de base).
Funcionamento diário: estudo/trabalho, relações, autocuidado e rotina.
Crises e riscos: número/duração de crises, idas a urgência, autolesões/ideação suicida.
Adesão e habilidades: presença nas sessões, prática das habilidades da terapia, uso correto das medicações.
Efeitos colaterais: tolerabilidade e necessidade de ajustes.
Qualidade de vida e metas: sono, energia, prazer nas atividades e objetivos definidos por você.
Contexto: comorbidades (ansiedade, depressão, uso de substâncias) e, com seu consentimento, feedback de familiares.
Sinais de progresso: menos sintomas e crises, mais estabilidade na rotina, melhor funcionamento, menos urgências, maior sensação de controle e autonomia.
Como decidimos se está funcionando
Comparamos seus dados atuais com o início do tratamento, buscando remissão/redução consistente de sintomas e recuperação funcional.
Se o progresso estagnar, reavaliamos diagnóstico/comorbidades, otimizamos medicação, ajustamos a estratégia psicoterápica e fortalecemos o plano de segurança.
Podem ser usadas escalas numéricas, mas eu acredito muito mais na percepção do paciente e nas conquistas de mudanças em sua vida. Quando o objetivo é uma melhora, não há substituto para de fato mostrar a melhora!
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