Como o medo da rejeição afeta a autoestima de uma pessoa ?
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Como o medo da rejeição afeta a autoestima de uma pessoa ?
O medo da rejeição pode afetar profundamente a autoestima, pois interfere diretamente na forma como a pessoa se vê e se sente em relação aos outros. Quando alguém tem um medo intenso de ser rejeitado, começa a duvidar do próprio valor e passa a acreditar que precisa constantemente se moldar às expectativas alheias para ser aceito. Isso pode gerar uma sensação persistente de inadequação, fazendo com que a pessoa evite se expor, expressar suas opiniões ou até mesmo iniciar vínculos afetivos e sociais.
Com o tempo, esse medo pode se tornar um filtro através do qual todas as interações são interpretadas — um comentário neutro pode parecer uma crítica, um silêncio pode soar como desprezo. Essa hipersensibilidade à rejeição alimenta uma insegurança constante, e a autoestima vai sendo corroída pouco a pouco.
O trabalho terapêutico pode ajudar a identificar a origem desse medo, questionar as crenças negativas sobre si mesmo e construir formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com os outros, fortalecendo a autoconfiança e a autenticidade nas relações.
Com o tempo, esse medo pode se tornar um filtro através do qual todas as interações são interpretadas — um comentário neutro pode parecer uma crítica, um silêncio pode soar como desprezo. Essa hipersensibilidade à rejeição alimenta uma insegurança constante, e a autoestima vai sendo corroída pouco a pouco.
O trabalho terapêutico pode ajudar a identificar a origem desse medo, questionar as crenças negativas sobre si mesmo e construir formas mais saudáveis de se relacionar consigo e com os outros, fortalecendo a autoconfiança e a autenticidade nas relações.
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Olá!
Você pode pensar e refletir sobre como este medo lhe afeta, se for o seu caso. Embora o medo da rejeição possa ser um sentimento comum em muitas pessoas, a vivência dele e como se atravessa é muito particular.
Considere fazer psicoterapia com um bom profissional caso seja um tema para você.
Um abraço!
Você pode pensar e refletir sobre como este medo lhe afeta, se for o seu caso. Embora o medo da rejeição possa ser um sentimento comum em muitas pessoas, a vivência dele e como se atravessa é muito particular.
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Um abraço!
Na visão psicanalítica, o medo da rejeição afeta a autoestima ao tocar feridas inconscientes formadas nas primeiras relações afetivas, especialmente na infância. Quando a criança vivencia situações em que seu afeto, comportamento ou presença não são acolhidos de forma consistente, ela pode internalizar a crença de que não é digna de amor ou aceitação. Esse sentimento se inscreve no psiquismo e contribui para a formação de um superego crítico, que reforça a ideia de inadequação e alimenta a insegurança. Desta forma, a autoestima torna-se frágil, pois passa a depender da validação externa e do esforço constante para evitar a rejeição. Com processo analítico, essas experiências podem ser trazidas à consciência, permitindo que a pessoa compreenda a origem de seus medos e reconstrua uma relação mais saudável consigo mesmo.
O medo da rejeição costuma tocar diretamente a autoestima porque está ligado à forma como a pessoa se sente vista e reconhecida pelo outro. Desde cedo, construímos nossa imagem de nós mesmos a partir dos vínculos, dos olhares, das respostas que recebemos. Quando esse medo é muito intenso, a pessoa passa a se medir o tempo todo pela aprovação externa.
Na prática, isso pode levar a uma sensação constante de não ser suficiente. A pessoa evita se expor, tem dificuldade em dizer o que pensa ou sente, silencia desejos e necessidades para não desagradar. Aos poucos, a própria vontade vai ficando em segundo plano, e a autoestima se fragiliza, já que o valor pessoal parece depender sempre da aceitação do outro.
Pela escuta psicanalítica, esse medo não surge do nada. Ele costuma estar ligado a experiências de perda, críticas excessivas, rejeições reais ou vividas como tal, que deixaram marcas. O sujeito passa a se organizar a partir da pergunta “o que o outro espera de mim?”, em vez de “o que eu desejo?”.
Quando o medo da rejeição domina, a pessoa pode viver relações marcadas por ansiedade, culpa ou submissão, ou, em alguns casos, por afastamento e defesa excessiva. Em ambos os extremos, o sofrimento aparece.
O trabalho terapêutico ajuda a compreender de onde vem esse medo e a deslocar o lugar que o outro ocupa na construção do valor pessoal. À medida que a pessoa consegue se apropriar da própria história e do próprio desejo, a autoestima deixa de depender tanto da aprovação externa e passa a se sustentar de forma mais sólida e possível.
Na prática, isso pode levar a uma sensação constante de não ser suficiente. A pessoa evita se expor, tem dificuldade em dizer o que pensa ou sente, silencia desejos e necessidades para não desagradar. Aos poucos, a própria vontade vai ficando em segundo plano, e a autoestima se fragiliza, já que o valor pessoal parece depender sempre da aceitação do outro.
Pela escuta psicanalítica, esse medo não surge do nada. Ele costuma estar ligado a experiências de perda, críticas excessivas, rejeições reais ou vividas como tal, que deixaram marcas. O sujeito passa a se organizar a partir da pergunta “o que o outro espera de mim?”, em vez de “o que eu desejo?”.
Quando o medo da rejeição domina, a pessoa pode viver relações marcadas por ansiedade, culpa ou submissão, ou, em alguns casos, por afastamento e defesa excessiva. Em ambos os extremos, o sofrimento aparece.
O trabalho terapêutico ajuda a compreender de onde vem esse medo e a deslocar o lugar que o outro ocupa na construção do valor pessoal. À medida que a pessoa consegue se apropriar da própria história e do próprio desejo, a autoestima deixa de depender tanto da aprovação externa e passa a se sustentar de forma mais sólida e possível.
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