Como o psicólogo pode lidar com a crise emocional em pacientes com o Transtorno de Personalidade Bor
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Como o psicólogo pode lidar com a crise emocional em pacientes com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a terapia
Quando alguém com Transtorno de Personalidade Borderline entra em crise emocional, o mais importante é acolher sem minimizar o que ela está sentindo — a dor é real e muito intensa. Ao mesmo tempo, o psicólogo ajuda a pessoa a se acalmar no momento, usando estratégias simples para reduzir a intensidade da emoção, como focar na respiração ou no ambiente ao redor. Também vai, aos poucos, ensinando formas mais saudáveis de lidar com esses momentos, sem agir por impulso. E mantém uma postura firme e segura, com limites claros, para que a pessoa se sinta protegida e aprenda novas maneiras de reagir nas situações difíceis.
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O psicólogo pode lidar com crises emocionais em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline priorizando a contenção e a estabilização no aqui e agora, com intervenções mais diretivas, nomeação de afetos, técnicas de regulação e manutenção de um enquadre firme e previsível, evitando interpretações profundas durante o pico da crise; na perspectiva psicanalítica, a crise pode ser compreendida como transbordamento de angústia que não encontrou simbolização, exigindo primeiro sustentação do vínculo e do setting para, posteriormente, possibilitar a elaboração do que foi vivido.
Durante crises emocionais, o mais importante é oferecer um espaço seguro e estável, ajudando o paciente a se acalmar e a se reconectar com o presente. Depois, é possível trabalhar o que levou à crise, com mais clareza e menos intensidade.
Durante uma crise emocional no TPB, o psicólogo atua de forma acolhedora e estruturada, ajudando o paciente a se estabilizar sem invalidar sua experiência.
São utilizadas estratégias de regulação emocional e tolerância ao estresse (como na DBT), auxiliando o paciente a reduzir a intensidade da emoção e evitar comportamentos impulsivos.
Além disso, o terapeuta mantém uma postura firme e consistente, oferecendo segurança e, após a crise, ajuda o paciente a compreender o que aconteceu e desenvolver formas mais eficazes de lidar com situações futuras.
São utilizadas estratégias de regulação emocional e tolerância ao estresse (como na DBT), auxiliando o paciente a reduzir a intensidade da emoção e evitar comportamentos impulsivos.
Além disso, o terapeuta mantém uma postura firme e consistente, oferecendo segurança e, após a crise, ajuda o paciente a compreender o que aconteceu e desenvolver formas mais eficazes de lidar com situações futuras.
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