Como o psicólogo pode lidar com a crise emocional em pacientes com o Transtorno de Personalidade Bor

4 respostas
Como o psicólogo pode lidar com a crise emocional em pacientes com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a terapia
Quando alguém com Transtorno de Personalidade Borderline entra em crise emocional, o mais importante é acolher sem minimizar o que ela está sentindo — a dor é real e muito intensa. Ao mesmo tempo, o psicólogo ajuda a pessoa a se acalmar no momento, usando estratégias simples para reduzir a intensidade da emoção, como focar na respiração ou no ambiente ao redor. Também vai, aos poucos, ensinando formas mais saudáveis de lidar com esses momentos, sem agir por impulso. E mantém uma postura firme e segura, com limites claros, para que a pessoa se sinta protegida e aprenda novas maneiras de reagir nas situações difíceis.

Fico à disposição para agendamento de sessão ou para tirar outras dúvidas.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
O psicólogo pode lidar com crises emocionais em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline priorizando a contenção e a estabilização no aqui e agora, com intervenções mais diretivas, nomeação de afetos, técnicas de regulação e manutenção de um enquadre firme e previsível, evitando interpretações profundas durante o pico da crise; na perspectiva psicanalítica, a crise pode ser compreendida como transbordamento de angústia que não encontrou simbolização, exigindo primeiro sustentação do vínculo e do setting para, posteriormente, possibilitar a elaboração do que foi vivido.
Durante crises emocionais, o mais importante é oferecer um espaço seguro e estável, ajudando o paciente a se acalmar e a se reconectar com o presente. Depois, é possível trabalhar o que levou à crise, com mais clareza e menos intensidade.
Durante uma crise emocional no TPB, o psicólogo atua de forma acolhedora e estruturada, ajudando o paciente a se estabilizar sem invalidar sua experiência.
São utilizadas estratégias de regulação emocional e tolerância ao estresse (como na DBT), auxiliando o paciente a reduzir a intensidade da emoção e evitar comportamentos impulsivos.
Além disso, o terapeuta mantém uma postura firme e consistente, oferecendo segurança e, após a crise, ajuda o paciente a compreender o que aconteceu e desenvolver formas mais eficazes de lidar com situações futuras.

Especialistas

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Psicólogo

Rio de Janeiro

Renato Furigo

Renato Furigo

Psicólogo

São Paulo

Claudia Matias Santos

Claudia Matias Santos

Psicólogo

Rio de Janeiro

Tamires Pimentel Souza

Tamires Pimentel Souza

Psicólogo

São Leopoldo

Tainá Silva

Tainá Silva

Psicólogo

Florianópolis

Renata Camargo

Renata Camargo

Psicólogo

Camaquã

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 5133 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.

Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.