. Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvo

3 respostas
. Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolver uma confiança saudável nas relações interpessoais fora da terapia?
Dr. Adriano M. Galocha
Psicólogo, Psicanalista
Lorena
O foco clínico está em oferecer um ambiente relacional que permita ao paciente desenvolver um self mais integrado, condição necessária para confiar nos outros. Essa experiência, inicialmente vivida nas sessões, pode gradualmente se estender para os demais contextos da vida do paciente, favorecendo relações mais confiáveis e ampliando o espaço potencial onde a vida criativa e relacional acontece.

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O terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolver uma confiança saudável nas relações fora da terapia ao oferecer uma relação terapêutica estável, validante e consistente, que funcione como modelo de vínculo seguro. A partir disso, trabalha-se a identificação de padrões interpessoais disfuncionais, como medo intenso de abandono, idealização e desvalorização.

Além disso, o terapeuta ensina habilidades práticas — especialmente por meio da Terapia Comportamental Dialética — como assertividade, estabelecimento de limites e regulação emocional. Essas habilidades são gradualmente aplicadas em situações reais, com acompanhamento e reflexão em sessão.

Também é fundamental promover psicoeducação sobre confiança, ajudando o paciente a compreender que ela é construída de forma gradual, e não absoluta. O fortalecimento da autoimagem e o manejo das emoções intensas contribuem para relações mais estáveis e seguras.

Assim, o processo terapêutico permite que o paciente generalize aprendizados para fora do setting, desenvolvendo vínculos mais saudáveis e sustentáveis ao longo do tempo.
Dr. Matheus Abade
Psicólogo
Belo Horizonte
A confiança e o vínculo são muito importantes em todo tratamento. No TPB não é diferente, o terapeuta deve estar atento para que o vínculo seja positivo, a confiança vem da escuta atenta às questões apresentadas. A partir do vínculo terapêutico, relações fora da terapia podem se desenvolver, com a escuta das questões pessoais.

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