Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com
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Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com a dificuldade em confiar nas suas próprias percepções e julgamentos?
No Transtorno de Personalidade Borderline, a desconfiança nas próprias percepções costuma surgir de uma relação instável com o próprio sentir, muitas vezes submetido ao olhar do Outro, então o terapeuta trabalha no sentido de devolver ao paciente a experiência como válida, sem transformá-la em verdade absoluta; isso implica diferenciar “o que você sentiu” de “o que de fato aconteceu”, ajudando a sustentar essa tensão sem colapsar em certeza ou descrédito total; ao longo do processo, o terapeuta evita ocupar o lugar de quem confirma ou corrige tudo, e passa a convidar o paciente a examinar suas próprias leituras, ligando afetos, pensamentos e contextos, o que pouco a pouco permite construir um critério interno mais estável, onde confiar em si não significa ter razão sempre, mas poder se orientar pela própria experiência sem precisar anulá-la ou depender integralmente da validação externa.
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O Evento Vulnerável: O que aconteceu antes? (Ex: uma noite mal dormida ou briga no trabalho).
O Gatilho: Qual foi o pensamento ou evento específico que disparou a urgência?
O Elo das Emoções: Quais sensações físicas surgiram? (Aperto no peito, calor no rosto).
A Ação e a Consequência: O que foi feito e como o paciente se sentiu depois (alívio imediato seguido de culpa).
O Evento Vulnerável: O que aconteceu antes? (Ex: uma noite mal dormida ou briga no trabalho).
O Gatilho: Qual foi o pensamento ou evento específico que disparou a urgência?
O Elo das Emoções: Quais sensações físicas surgiram? (Aperto no peito, calor no rosto).
A Ação e a Consequência: O que foi feito e como o paciente se sentiu depois (alívio imediato seguido de culpa).
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