Como o terapeuta pode lidar com os sentimentos de ansiedade ou agitação do paciente com Transtorno d
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Como o terapeuta pode lidar com os sentimentos de ansiedade ou agitação do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a terapia?
im, é comum que pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline apresentem ansiedade ou agitação durante a sessão, e o manejo adequado é essencial para manter a qualidade do processo terapêutico.
Nesses momentos, a prioridade não é aprofundar conteúdos, mas regular o estado emocional do paciente. O terapeuta pode utilizar intervenções focadas no aqui e agora, como técnicas de respiração, grounding e desaceleração da fala, ajudando o paciente a reduzir a ativação fisiológica.
Além disso, é fundamental validar a experiência emocional sem reforçar interpretações distorcidas. Ou seja, reconhecer o sofrimento do paciente, mas manter uma postura técnica e estruturada.
Outro ponto importante é manter limites claros e consistência na condução da sessão, pois isso oferece segurança e previsibilidade, aspectos essenciais para esses pacientes.
Com o tempo, o trabalho terapêutico deve incluir o desenvolvimento de habilidades de regulação emocional e tolerância ao desconforto, promovendo maior autonomia do paciente diante de suas emoções.
Em resumo, o manejo envolve equilíbrio entre acolhimento, técnica e estrutura, com foco em estabilização emocional antes de qualquer aprofundamento.
Nesses momentos, a prioridade não é aprofundar conteúdos, mas regular o estado emocional do paciente. O terapeuta pode utilizar intervenções focadas no aqui e agora, como técnicas de respiração, grounding e desaceleração da fala, ajudando o paciente a reduzir a ativação fisiológica.
Além disso, é fundamental validar a experiência emocional sem reforçar interpretações distorcidas. Ou seja, reconhecer o sofrimento do paciente, mas manter uma postura técnica e estruturada.
Outro ponto importante é manter limites claros e consistência na condução da sessão, pois isso oferece segurança e previsibilidade, aspectos essenciais para esses pacientes.
Com o tempo, o trabalho terapêutico deve incluir o desenvolvimento de habilidades de regulação emocional e tolerância ao desconforto, promovendo maior autonomia do paciente diante de suas emoções.
Em resumo, o manejo envolve equilíbrio entre acolhimento, técnica e estrutura, com foco em estabilização emocional antes de qualquer aprofundamento.
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No Transtorno de Personalidade Borderline, a ansiedade ou agitação em sessão pode ser compreendida como sinal de um excesso que ainda não encontrou inscrição simbólica, então o manejo não é apressar a fala nem conter de forma rígida, mas oferecer uma presença estável que ajude a dar contorno ao que emerge; o terapeuta pode nomear o estado (“algo aqui está ficando muito intenso”), desacelerar o ritmo e favorecer a ligação entre corpo, afeto e palavra, permitindo que a experiência deixe de ser apenas descarga; ao mesmo tempo, sustenta o enquadre sem entrar na urgência do paciente, introduzindo pequenos intervalos que possibilitam tolerar o aumento da tensão sem atuação; assim, a agitação deixa de ser apenas algo a ser reduzido e passa a ser trabalhada como via de acesso ao que ainda não pôde ser simbolizado, favorecendo, pouco a pouco, uma maior capacidade de permanecer com o afeto sem ruptura do vínculo ou necessidade de fuga.
O terapeuta pode tranquilizar o paciente em momentos de ansiedade e agitação. Buscando que o paciente esteja confortável ao ser escutado.
Lidar com ansiedade ou agitação durante a terapia envolve, alem de tudo, acolher o que está sendo sentido naquele momento. O terapeuta pode ajudar o paciente a desacelerar, identificar o que está acontecendo internamente e encontrar formas de se regular ali mesmo, na sessão.
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