Como podemos envolver as famílias no tratamento psicológico do Transtorno de Personalidade Borderlin
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Como podemos envolver as famílias no tratamento psicológico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
momentos de crise do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), as interações sociais podem se tornar muito desafiadoras. Algumas estratégias que podem ajudar:
Faça pausas: se sentir que as emoções estão intensas, dê um tempo antes de responder ou se expor a situações sociais.
Use técnicas de regulação emocional: respiração profunda, grounding (focar em estímulos do ambiente) e pequenas anotações podem ajudar a trazer clareza.
Comunique seus limites: quando possível, explique às pessoas próximas que você precisa de espaço ou de um tempo para se acalmar.
Busque apoio: tenha uma rede de confiança (amigos, familiares, terapeuta) para recorrer nesses momentos.
Pratique a autocompaixão: reconhecer que a crise não define quem você é pode reduzir a autocrítica.
Faça pausas: se sentir que as emoções estão intensas, dê um tempo antes de responder ou se expor a situações sociais.
Use técnicas de regulação emocional: respiração profunda, grounding (focar em estímulos do ambiente) e pequenas anotações podem ajudar a trazer clareza.
Comunique seus limites: quando possível, explique às pessoas próximas que você precisa de espaço ou de um tempo para se acalmar.
Busque apoio: tenha uma rede de confiança (amigos, familiares, terapeuta) para recorrer nesses momentos.
Pratique a autocompaixão: reconhecer que a crise não define quem você é pode reduzir a autocrítica.
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Oi, tudo bem? Essa pergunta é essencial, porque o envolvimento da família no tratamento do TPB não é um detalhe complementar, mas uma parte que realmente muda o rumo do processo terapêutico. Quando a família entende o funcionamento emocional do transtorno e aprende a se relacionar de forma mais estável, algo profundo começa a acontecer: a pessoa com TPB deixa de sentir que precisa testar vínculos o tempo todo para verificar se está segura. E essa mudança, por si só, já reduz a intensidade de muitas crises.
O papel da família não é vigiar, corrigir ou “controlar” emoções, mas participar do tratamento como alguém que ajuda a construir previsibilidade, clareza e diálogo. Isso geralmente acontece em encontros pontuais conduzidos pelo terapeuta, onde pais, parceiros ou irmãos aprendem sobre regulação emocional, limites saudáveis e formas de comunicação que não reforcem medo de abandono nem acomodação familiar. A terapia não transforma os familiares em cuidadores, e sim em participantes conscientes da dinâmica, permitindo que todos tenham mais estabilidade e menos tensão. É como se o ambiente deixasse de reagir ao caos e começasse a oferecer direção.
Fico imaginando o que te fez trazer essa questão agora. Há alguém na sua família que está sofrendo e você sente vontade de ajudar, mas não sabe bem como? Em quais momentos você percebe que a relação fica mais difícil justamente por falta de compreensão mútua? E como você imagina que seria se todos conseguissem conversar sobre emoções sem medo, sem ataques e sem pisar em ovos?
Se quiser, posso te ajudar a pensar em formas práticas e humanas de integrar a família nesse processo, sempre com respeito, cuidado e orientação profissional. Caso precise, estou à disposição.
O papel da família não é vigiar, corrigir ou “controlar” emoções, mas participar do tratamento como alguém que ajuda a construir previsibilidade, clareza e diálogo. Isso geralmente acontece em encontros pontuais conduzidos pelo terapeuta, onde pais, parceiros ou irmãos aprendem sobre regulação emocional, limites saudáveis e formas de comunicação que não reforcem medo de abandono nem acomodação familiar. A terapia não transforma os familiares em cuidadores, e sim em participantes conscientes da dinâmica, permitindo que todos tenham mais estabilidade e menos tensão. É como se o ambiente deixasse de reagir ao caos e começasse a oferecer direção.
Fico imaginando o que te fez trazer essa questão agora. Há alguém na sua família que está sofrendo e você sente vontade de ajudar, mas não sabe bem como? Em quais momentos você percebe que a relação fica mais difícil justamente por falta de compreensão mútua? E como você imagina que seria se todos conseguissem conversar sobre emoções sem medo, sem ataques e sem pisar em ovos?
Se quiser, posso te ajudar a pensar em formas práticas e humanas de integrar a família nesse processo, sempre com respeito, cuidado e orientação profissional. Caso precise, estou à disposição.
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