Como posso equilibrar a esperança com a realidade de que o linfoma pode ser incurável?

3 respostas
Como posso equilibrar a esperança com a realidade de que o linfoma pode ser incurável?
 Lisiane Hadlich Machado
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Equilibrar esperança e realidade é um processo delicado, e sentir essa ambivalência é compreensível. A esperança também abrange a qualidade de vida, o controle da doença e nos momentos que ainda podem ser vividos com sentido. Ao mesmo tempo, reconhecer os limites da condição ajuda a tomar decisões mais conscientes e cuidadosas. Sustentar esse equilíbrio sozinha pode ser difícil, a terapia pode oferecer um momento reservado para elaborar esses sentimentos e encontrar formas mais possíveis de seguir. A disposição.

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Diante de um diagnóstico como o linfoma, é comum surgir um conflito interno entre manter a esperança e encarar a possibilidade de que a doença possa não ter cura. Esse é um equilíbrio delicado, mas possível de ser construído.

Um ponto importante é compreender que esperança não precisa significar a certeza de cura. Quando ela fica restrita a um único desfecho, pode se tornar frágil e gerar ainda mais sofrimento diante das incertezas do tratamento.

Na psicoterapia, trabalhamos para desenvolver uma forma de esperança mais flexível, que possa coexistir com a realidade. Isso envolve direcionar a atenção para aquilo que ainda é possível: qualidade de vida, vínculos, projetos significativos e formas de viver com mais presença.

Reconhecer os limites impostos pela doença não significa desistir da vida, mas sim encontrar maneiras de continuar vivendo com sentido, mesmo em meio às incertezas.

Se esse conflito tem sido intenso, o acompanhamento psicológico pode ajudar a sustentar esse equilíbrio de forma mais segura e menos solitária.

Estou por aqui, sigo à disposição.
Está tudo bem terminando esperança e otimismo no seu tratamento, não se cobre "equilíbrio". A busca por estar bem e confiar no processo vai te trazer mais resiliência!

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