Como praticar mindfulness no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

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Como praticar mindfulness no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Praticar mindfulness no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige adaptação e acompanhamento, considerando a intensa reatividade emocional característica do transtorno. O objetivo principal é ajudar o indivíduo a observar pensamentos, emoções e sensações corporais sem julgamento e sem reagir impulsivamente.
A prática pode começar com exercícios curtos e estruturados, como observar a respiração ou perceber sensações físicas simples, por poucos minutos, para evitar sobrecarga emocional. É importante manter o foco no momento presente, reconhecendo pensamentos e sentimentos à medida que surgem, sem tentar mudá-los ou reprimi-los.
Em seguida, pode-se integrar técnicas de aceitação, permitindo que emoções desconfortáveis sejam sentidas sem a necessidade de agir de forma impulsiva. Exercícios guiados por profissionais ou por aplicativos especializados podem fornecer suporte adicional, ajudando a pessoa a lidar com momentos de crise.
No contexto terapêutico, especialmente dentro da Terapia Comportamental Dialética (TCD), o mindfulness é combinado com outras habilidades, como regulação emocional e tolerância à angústia, fortalecendo o autocontrole e a capacidade de respostas adaptativas. Dessa forma, a prática de mindfulness se torna uma ferramenta segura e eficaz para promover equilíbrio emocional, reduzir comportamentos autodestrutivos e melhorar a qualidade de vida de pessoas com TPB.

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A prática do mindfulness para pessoas diagnosticadas com TPB é bastante útil e eficaz para regulação das emoções ou seja perceber, nomear as emoções e ter ações para acalmar o corpo e consequentemente a mente. As emoções são expressas no corpo, ao ter a consciência de como as emoções se expressam no seu corpo, você pode ter uma ação no sentido de acalmá-la. Uma importante, por exemplo é ativar a respiração de relaxamento ou ativar uma imagem mental de calma e compaixão. Mas todos esses recursos precisam de prática porque o cérebro precisa aprender a realizá-lo, logo, o início do processo aconselha-se que se realize em psicoterapia e ou em grupos de prática com um profissional habilitado.

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