Conheci meu noivo há mais de 3 anos, mas pessoalmente tem poucos meses. Desde então, estou tendo dif

10 respostas
Conheci meu noivo há mais de 3 anos, mas pessoalmente tem poucos meses. Desde então, estou tendo dificuldade de lidar com o fato de ele ter sido casado e ter filhos. Os filhos não são um problema para mim, gosto deles — até porque eu também tenho uma filha que ele trata como dele, já que ela não tem presença do pai biológico.
Mas o fato de saber que ele sempre vai ter contato e uma ligação com a ex me machuca muito. Não estou sabendo lidar com isso. Na minha cabeça, nunca vou ter essa ligação forte com ele; ele sempre vai ter um sentimento forte pela mulher que deu a ele o papel de pai? Sem contar que a mãe dele não para de falar dela, e isso me incomoda muito.
Sou 18 anos mais nova q ele, sinto q não tenho maturidade ainda pra lidar com um relacionamento aonde a pessoa ja foi casada a tnts anos antes.
Mais não quero desistir desse relacionamento.
Olá! O que você está sentindo é mais comum do que parece, e não significa que você seja imatura ou fraca. Quando a gente entra na vida de alguém que já foi casado e tem filhos, é natural que apareçam comparações e inseguranças.

Mas existe uma diferença importante: o vínculo conjugal acaba, mas o parental não pode acabar. O contato com a ex tende a continuar por causa dos filhos, não porque ainda exista amor romântico! Coparentalidade saudável é uma responsabilidade, não necessariamente sentimento.

O que realmente está doendo em você provavelmente não é a ex em si, mas o medo de não ser suficiente ou de não ser escolhida plenamente. Então, talvez a pergunta mais importante seja: no presente, ele te faz se sentir segura? Ele valida o que você sente? Ele estabelece limites respeitosos?

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O que você vive é muito delicado. Estar em um relacionamento onde há mentiras repetidas e quebra de confiança gera insegurança e sofrimento real. Não é apenas sobre o passado da pessoa, mas sobre como você se sente no presente e se há transparência e respeito. A diferença de idade também pode influenciar expectativas e maturidade emocional. Talvez seja importante refletir se você se sente segura, valorizada e tranquila nessa relação. Um espaço terapêutico pode te ajudar a fortalecer seus limites e tomar decisões mais conscientes.
Olá, como vai?
É muito válido como você se sente nessa situação, seus sentimento com relação ao seu noivo, a ex dele e a sua sogra. Uma trama de relações que você está aprendendo a lidar aos poucos e no seu ritmo. Com relação a ligação forte, realmente talvez não seja forte, seja apenas diferente, e aceitar isso é trabalho seu ou não. É uma escolha sua. Imagino que viver nessa trama esteja te desgastando, dessa forma sugiro você procurar por um psicólogo para poder conversar sobre a sua angústia, discutir com alguém de fora da relação estratégias e formas emocionais maduras de lidar com a sua realidade.
Espero ter ajudado, fico à disposição!
Olá! Como vai? O que você está sentindo faz sentido — e é mais comum do que parece. Quando nos relacionamos com alguém que já foi casado e tem filhos, não estamos lidando apenas com uma pessoa, mas com uma história construída antes de nós. E isso pode ativar insegurança, comparação e sentimento de não pertencimento, ou seja, medo de não “ter o mesmo lugar ou não pertencer a nenhum lugar”. Mas quero organizar alguns pontos importantes para você refletir: 1. O fato de ele sempre ter contato com a ex não significa que ele tenha sentimentos românticos por ela. O vínculo que permanece é o parental, não o conjugal. Ser pai é um papel permanente. Ser marido não é; 2. Quando você diz: “Na minha cabeça, nunca vou ter essa ligação forte com ele”, isso fala menos sobre ela… e mais sobre insegurança de pertencimento. Você está se perguntando: – Eu sou escolhida de verdade? – Eu sou suficiente? – Eu tenho um lugar único na vida dele? E isso é legítimo. Mas pense comigo: O fato de ele ter sido pai com outra mulher não impede que ele construa com você um vínculo profundo, íntimo e exclusivo — que é o vínculo conjugal atual; 3. O incômodo com a mãe dele tocar no assunto não é pequeno. Isso pode ativar comparação e sensação de desvalorização. Aqui entram dois pontos importantes: Seu noivo estabelece limites quando isso acontece? Você consegue comunicar a ele como isso te afeta, sem acusar? Relacionamentos maduros exigem conversas desconfortáveis; 4. Você mesma disse que sente não ter maturidade ainda para lidar com isso. Talvez não seja falta de maturidade — pode ser falta de repertório emocional para lidar com: Ex-esposa, Filhos de outro relacionamento, Dinâmicas familiares complexas. Isso não significa que você é imatura. Significa que é novo para você. Em resumo, talvez o caminho não seja desistir. Talvez seja fortalecer sua segurança interna e a comunicação entre vocês... E sabe o que mais? Eu consigo te ajudar! Coloco-me à disposição, caso tenha interesse em iniciar um processo terapêutico. Boa ressignificação!
O que você descreve é emocionalmente compreensível e acontece com muitas pessoas que entram em um relacionamento onde há filhos e um vínculo anterior importante. Ainda assim, é fundamental dizer que essa explicação não é universal. Cada pessoa vive essa situação de forma diferente, dependendo da sua história afetiva, do estilo de apego, da fase de vida e das experiências prévias com rejeição, comparação ou insegurança.

Do ponto de vista da psicologia baseada em evidências, costuma haver uma confusão entre vínculo parental e vínculo conjugal. O contato contínuo com a ex existe porque há filhos, não porque necessariamente exista um sentimento amoroso ativo. Porém, emocionalmente, é comum que isso seja vivido como ameaça, comparação ou sensação de que você nunca terá o mesmo lugar na vida dele. Esse sentimento não surge por falta de amor, mas por medo de não ser suficiente ou de não ocupar um espaço legítimo.

A diferença de idade e de momentos de vida também pesa. Você está sendo muito lúcida ao reconhecer que talvez ainda esteja desenvolvendo recursos emocionais para lidar com uma relação que já traz uma história longa. Isso não significa que você não possa construir esses recursos, mas indica que o sofrimento precisa ser cuidado, e não apenas suportado.

Outro ponto relevante é o comportamento da mãe dele. Comentários frequentes sobre a ex funcionam como gatilhos importantes de insegurança e comparação. Em relações saudáveis, limites com a família de origem são necessários para proteger o vínculo atual.

Por isso, embora seja possível compreender o que está acontecendo de forma geral, somente a psicoterapia pode ajudar a entender o que, especificamente em você, está sendo ativado nessa relação. A Terapia Cognitivo-Comportamental e as terapias contextuais são indicadas para trabalhar ciúme, comparação, medo de exclusão, comunicação de limites e avaliação realista da compatibilidade entre os momentos de vida do casal.

Você não precisa decidir agora se fica ou sai da relação. O mais importante é cuidar da sua dor, entender de onde ela vem e fortalecer sua segurança emocional antes de tomar decisões definitivas.

Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
O que você está sentindo é muito humano. Não é sobre os filhos, é sobre o medo de não ocupar um lugar único, de sempre existir uma história antes de você que parece grande demais para competir.
Mas o vínculo que ele teve com a ex é conjugal e ficou no passado. O que permanece é o vínculo parental, que é diferente. Ter filhos com alguém não significa manter amor romântico, significa manter responsabilidade.
Sua dor fala mais das suas inseguranças e do seu medo de não ser suficiente do que de uma ameaça real. E o fato de você ser mais nova pode intensificar essa sensação de comparação. Em vez de tentar apagar o passado dele, talvez o caminho seja fortalecer o presente de vocês e conversar abertamente sobre seus sentimentos. Amar alguém que já viveu outras histórias exige maturidade, mas também pode ser uma oportunidade profunda de crescimento emocional.
Olá! Obrigada por compartilhar algo tão importante . É compreensivel que você se sinta insegura diante de uma história que já existia antes de você - isso costuma despertar comparações e medos, principalmente quando ainda estamos construindo nosso lugar na relação. O vinculo dele com a ex existe por causa dos filhos não necessariamente por sentimento amoroso. A relação que vocês constroem é unica e pode ser forte de uma forma diferente, criada no presente entre vocês dois. Esses incomodos mostram mais uma necessidade de segurança emocional do que falta de maturidade. Na terapia podemos trabalhar essas inseguranças, fortalecer sua confiança e ajudar você a se sentir mais tranquila dentro da relação, sem precisar desistir dela.
Uma coisa importante é perceber o quanto o relacionamento nos proporciona uma satisfação adequada, pois não existe relacionamento ideal. Por outro lado, se nos relacionarmos com pessoas onde sempre nos percebemos em segundo plano, também se sempre temos medo de sermos trocados por alguém melhor, etc., isso ser um indicador de que é preciso trabalhar a autoimagem. Um bom psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, pode te ajudar.
Olá, tudo bem? Entendo como pode ser difícil lidar com os antigos relacionamentos do seu parceiro. Acredito que é importante que você busque ajudar terapêutica para lidar com esses problemas pessoais. Na terapia você podera trabalhar suas inseguranças e auto-estima para que você não precise se comparar com os outros para se sentir bem.
Olá! Entendo o quanto essa insegurança e o peso do passado dele têm gerado sofrimento para você. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), podemos trabalhar na reestruturação desses pensamentos sobre a ex-mulher e no fortalecimento da sua autoconfiança diante da diferença de idade. É fundamental desenvolvermos estratégias para você lidar com as falas da sogra e estabelecer limites saudáveis que preservem sua paz. Convido você a agendar uma sessão para explorarmos essas emoções e construirmos juntos a maturidade emocional necessária para viver esse amor com leveza. Sou Kátia Rosane, psicóloga especialista em TCC, e estou à disposição para te apoiar nessa jornada!
Se quiser, posso te ajudar a organizar os horários disponíveis para sua primeira consulta ou explicar como funciona a primeira sessão de TCC para este caso.



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