Maria Clara Alves Blanco

Psicóloga · Mais

Ribeirão Preto 1 endereço

Número de registro: CRP SP 178806

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Experiência

Meu compromisso é promover saúde mental com ética, humanidade e solidez científica, atualmente sou especializanda em psicologia clinica baseado em evidências. Trabalho fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem reconhecida mundialmente pela eficácia e sustentada por pesquisas em diferentes contextos da psicologia clínica.

Adoto uma perspectiva transdiagnóstica, que busca compreender os processos cognitivos e emocionais comuns a diferentes transtornos. Esse olhar permite intervenções mais precisas e estratégias práticas que ajudam o paciente a lidar não apenas com o diagnóstico em si, mas com os mecanismos que mantêm o sofrimento, favorecendo mudanças consistentes e duradouras.

Minha trajetória inclui atuação em projetos sociais de grande relevância — desde o acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade, até o acolhimento de mulheres em situação de rua e trabalhos em programas habitacionais. Essas experiências ampliaram minha sensibilidade clínica e reforçaram minha capacidade de oferecer um atendimento humano, sem perder o rigor técnico.

Na clínica, oferecemos:

  • Atendimento psicológico para adolescentes e adultos (presencial e online);

  • Terapia de casais em dupla de psicólogos, formato inovador e diferenciado;

  • Rastreamento de TEA e TDAH, com avaliação e encaminhamento adequados;

  • Um espaço de escuta qualificada, acolhimento e técnicas baseadas em evidências para promover equilíbrio emocional e qualidade de vida.

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Experiência em:

  • Psicologia clínica

Pacientes que trato

Adultos

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Maria Clara Alves Blanco

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13/10/2025

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 120

  • Teleconsulta

    R$ 120

  • Consulta psicológica do adolescente

    R$ 120

  • Terapia de Casal

    R$ 250

  • Orientação Vocacional

    R$ 120

Artigos

Procrastinação

Procrastinação – Quando o perfeccionismo atrapalha Muitas pessoas adiam tarefas porque sentem que precisam fazê-las perfeitamente. O medo de não corresponder às próprias expectativas gera bloqueio e paralisação. A procrastinação, nesse caso, funciona como uma forma de proteção emocional. O cuidado psicológico ajuda a flexibilizar padrões rígidos, fortalecer a autoconfiança e agir mesmo diante da insegurança, promovendo mais leveza no dia a dia.


Procrastinação

Procrastinação – O ciclo do adiamento Quem procrastina costuma entrar em um ciclo difícil: adia uma tarefa, sente alívio momentâneo e depois vem a culpa, a ansiedade e a pressão. Esse ciclo se repete e afeta a autoestima e a confiança pessoal. Na psicoterapia, é possível identificar o que mantém esse padrão, aprender a dividir tarefas em passos possíveis e construir uma relação mais saudável com produtividade, sem sofrimento excessivo.


Procrastinação

Procrastinação – Não é falta de vontade Procrastinar não significa preguiça ou desinteresse. Na maioria das vezes, é uma resposta emocional ao medo de errar, à autocrítica excessiva ou à sensação de estar sobrecarregado. A mente tenta evitar o desconforto adiando tarefas, mesmo sabendo das consequências. O acompanhamento psicológico ajuda a entender esses bloqueios, reduzir a cobrança interna e desenvolver formas mais gentis e eficazes de lidar com responsabilidades.


Síndrome de burnout

Síndrome de burnout – O impacto do excesso de responsabilidade O burnout está frequentemente ligado à sensação de que tudo depende de você. A pessoa assume mais tarefas do que consegue sustentar e tem dificuldade em dizer não. Com o tempo, surgem exaustão, tensão constante e perda de satisfação. A psicoterapia ajuda a identificar esses padrões, fortalecer a autonomia emocional e construir formas mais saudáveis de lidar com responsabilidades, prevenindo recaídas e promovendo bem-estar.


Síndrome de burnout

Síndrome de burnout – Quando insistir deixa de ser força Muitas pessoas com burnout acreditam que precisam apenas “aguentar mais um pouco”. No entanto, insistir sem pausa costuma aprofundar o esgotamento. O sofrimento aparece quando o esforço deixa de gerar sentido e passa a consumir a saúde emocional. O acompanhamento psicológico oferece um espaço seguro para compreender limites, rever expectativas internas e aprender a cuidar de si sem culpa. Reconhecer o cansaço não é desistir, é um passo importante para a recuperação.


Síndrome de burnout

Síndrome de burnout – Recuperar-se é possível - A síndrome de burnout não surge de um dia para o outro. Ela se desenvolve aos poucos, quando o esforço constante não vem acompanhado de descanso, reconhecimento ou limites saudáveis. Muitas pessoas seguem funcionando, mesmo exaustas, até que o corpo e a mente passam a dar sinais claros de esgotamento. O cuidado psicológico ajuda a compreender esse processo, resgatar a sensação de controle e construir formas mais equilibradas de se relacionar com o trabalho e consigo. Com acompanhamento adequado, é possível recuperar energia, clareza emocional e qualidade de vida.

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Consultórios (2)

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CLINICA CPAB

Rua Caetano Lania, 45, Residencial Florida, Ribeirão Preto 14026-342

Disponibilidade

Pagamento online

Aceito

Número de telefone

(16) 99975...
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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Outro (Reembolso)

46 opiniões

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  • H

    Excelente atendimento, recomendo muito, vou continuar as sessões.

     • CLINICA CPAB Terapia Cognitivo Comportamental  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • R

    A Dra é Deusa me senti seguro acolhido e sabendo que posso ser eu mesmo.

     • CLINICA CPAB Primeira consulta psicologia  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • S

    Ótima profissional, sempre muito atenciosa com os clientes

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • F

    A psicóloga Maria Clara demonstra empatia, dedicação e profissionalismo, realizando um trabalho acolhedor que contribui para o bem-estar emocional e o fortalecimento dos vínculos.

     • Teleconsulta Aconselhamento Psicológico  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • J

    Excelente profissional, escuta atenciosamente, aconselha, explica , estou sentindo muita segurança em minhas terapias. Super indico!

     • CLINICA CPAB Psicoterapia adulto  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • I

    Excelente proficional . Muito atenciosa e objetiva .

     • CLINICA CPAB Consulta Psicologia  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • G

    Maria Clara me ajudou muito , psicóloga foi muito atenciosa comigo trabalhei impecável

     • CLINICA CPAB Consulta Psicologia  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • B

    Ótima profissional, me ajudou em um momento muito difícil, só tenho a agradecer

     • CLINICA CPAB Consulta Psicologia  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • F

    Tenho me desenvolvido bem após o início da terapia, acredito que o processo está fluindo, me sinto melhor a cada dia.

     • CLINICA CPAB Consulta Psicologia  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


  • N

    Maria Clara com certeza foi o maior presente que a vida me proporcionou. Ela tem o dom de simplesmente me fazer enxergar qualquer situação que trago para terapia com outra perspectiva jamais imaginada por mim. A calma, paciência, tranquilidade e profissionalismo que ela trás para nossas sessões é simplesmente de ficar sem palavras, é tudo isso consequentemente transborda na minha vida… Várias situações me encontro pensando “ O que a Maria Clara tentaria me fazer enxergar dessa situação”.
    A profissional que sai do ambiente de terapia e faz parte do meu dia a dia mesmo sem de fato estar ali fisicamente, apenas na minha mente.
    Obrigada por tudo!

     • Teleconsulta Terapia Cognitivo Comportamental  • 

    Maria Clara Alves Blanco

    Muito obrigada pelo feedback e pela confiança. Conte sempre comigo no seu processo terapêutico.


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Dúvidas respondidas

260 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Albendazol

Conheci meu noivo há mais de 3 anos, mas pessoalmente tem poucos meses. Desde então, estou tendo dificuldade de lidar com o fato de ele ter sido casado e ter filhos. Os filhos não são um problema para mim, gosto deles — até porque eu também tenho uma filha que ele trata como dele, já que ela não tem presença do pai biológico.
Mas o fato de saber que ele sempre vai ter contato e uma ligação com a ex me machuca muito. Não estou sabendo lidar com isso. Na minha cabeça, nunca vou ter essa ligação forte com ele; ele sempre vai ter um sentimento forte pela mulher que deu a ele o papel de pai? Sem contar que a mãe dele não para de falar dela, e isso me incomoda muito.
Sou 18 anos mais nova q ele, sinto q não tenho maturidade ainda pra lidar com um relacionamento aonde a pessoa ja foi casada a tnts anos antes.
Mais não quero desistir desse relacionamento.

O que você descreve é emocionalmente compreensível e acontece com muitas pessoas que entram em um relacionamento onde há filhos e um vínculo anterior importante. Ainda assim, é fundamental dizer que essa explicação não é universal. Cada pessoa vive essa situação de forma diferente, dependendo da sua história afetiva, do estilo de apego, da fase de vida e das experiências prévias com rejeição, comparação ou insegurança.

Do ponto de vista da psicologia baseada em evidências, costuma haver uma confusão entre vínculo parental e vínculo conjugal. O contato contínuo com a ex existe porque há filhos, não porque necessariamente exista um sentimento amoroso ativo. Porém, emocionalmente, é comum que isso seja vivido como ameaça, comparação ou sensação de que você nunca terá o mesmo lugar na vida dele. Esse sentimento não surge por falta de amor, mas por medo de não ser suficiente ou de não ocupar um espaço legítimo.

A diferença de idade e de momentos de vida também pesa. Você está sendo muito lúcida ao reconhecer que talvez ainda esteja desenvolvendo recursos emocionais para lidar com uma relação que já traz uma história longa. Isso não significa que você não possa construir esses recursos, mas indica que o sofrimento precisa ser cuidado, e não apenas suportado.

Outro ponto relevante é o comportamento da mãe dele. Comentários frequentes sobre a ex funcionam como gatilhos importantes de insegurança e comparação. Em relações saudáveis, limites com a família de origem são necessários para proteger o vínculo atual.

Por isso, embora seja possível compreender o que está acontecendo de forma geral, somente a psicoterapia pode ajudar a entender o que, especificamente em você, está sendo ativado nessa relação. A Terapia Cognitivo-Comportamental e as terapias contextuais são indicadas para trabalhar ciúme, comparação, medo de exclusão, comunicação de limites e avaliação realista da compatibilidade entre os momentos de vida do casal.

Você não precisa decidir agora se fica ou sai da relação. O mais importante é cuidar da sua dor, entender de onde ela vem e fortalecer sua segurança emocional antes de tomar decisões definitivas.

Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.

 Maria Clara Alves Blanco

Pergunta sobre Terapia de Casal

Bom dia, tenho 44 anos, sou casado a 16 anos e minha esposa tem 35, temos duas filhas de 15 e 7 anos. Nosso casamento sempre foi bem sólido, nunc ativemos crises ou dioscussões sérias. Mas desde agosto/25 ela começou a se distanciar da vida conjugal, mais tempo sozinha, mais tempo se cuidando, novos hobbies (academia, dança, roupas,etc) aos poucos eu fui sendo deixado de lado nas decisões, nas escolhas, minha opinião nao era mais necessária. Ao mesmo tempo a irritação comigo aumentava na mesma medida que o celular dela tambem se tornava mais restrito. Em outubro quando houve um questionamento ela pediu um tempo, estava confusa e nao sentia mais amor por mim. Foi um choque posi eu me considerava um bom marido, presente nas atividades da casa , sempre trabalhei e mantive as contas em dia (no limite, ma em dia) pai presente, e quand perguntava ela sempre dizia que estava bem.
Depois do primeiro pedido de tempo nunca mais fomos os mesmos, ela se mantinha cada vez mais isolada de mim, a familia dela ficou sabendo e ela acabou reatando comigo em fuinção da pressão familiar dela. Houve ainda outro afastamento e outro retorno tambem em função da pressão da familia dela. Porem ela dizia que nao me amava e nao sentia mais desejo nem atração por mim. Que eu estava me humilhando por ela e que eu nao merecia passar por isso.
Devido a rotina, as filhas e as circunstancias financeiras entendemos que poderiamos continuar morando na mesma casa, porem eu a amo ainda e tento uma reconciliação. Ela por outro lado nao demonstra nenhum tipo de mudança de postura, ela ja viveu o luto, para ela ja esta tudo resolvido enrte nós, e ate está saindo com outra pessoa. Quando soube desse fato e a questionei ela disse nao ter ocorrido traição pois para ela ja nao exixtia mais nada entre nós. Alem disso toda a familai dela nao entende o motivo dela estar fazendo isso, e que me apoiariam até para eu ficar com a guarda das minhas filhas, a mais velha ja disse que quer ficar comigo.
Eu sei que os sinais estão todos ai e que o divorcio é inevitavel, MAS eu ainda a amo e aceitaria até tê-la de volta mas ela nao se arrepende, inclusive disse nas duas tentativas anterioes que só voltou por insistencia minha.
Minha familia é tudo o que tenho e nao queria perdê-la , o que faço? Será que vou ter que vê-la quebrando a cara e se arrepender para ver o erro que está cometendo ao destruir o nosso casamento?

obrigado pela ajuda

Boa tarde,

Pelo que você relata, há uma mudança significativa na dinâmica conjugal, iniciada por ela, com distanciamento emocional progressivo, redução da vida compartilhada e comunicação limitada sobre insatisfações ao longo do tempo. Esse tipo de transição costuma gerar sofrimento intenso no parceiro que permanece investido, especialmente quando o afastamento não foi previamente sinalizado de forma clara.

Ao mesmo tempo, sua esposa expressa, de forma consistente, que não sente mais vínculo amoroso ou conjugal e que já elaborou internamente o encerramento da relação. Esse desencontro de tempos emocionais é conhecido na literatura como luto relacional assimétrico, sem que isso implique culpa exclusiva de uma das partes.

O fato de vocês ainda compartilharem a casa, a rotina com as filhas e questões financeiras adiciona complexidade prática e emocional à situação, tornando a tomada de decisões mais difícil. Também é relevante considerar que o sofrimento atual não invalida os anos de relação nem a qualidade do vínculo que existiu, apenas indica que ele se transformou.

Do ponto de vista da psicologia baseada em evidências, não há como prever se haverá arrependimento, reconciliação ou mudança futura por parte dela. Focar nessas possibilidades tende a aumentar a angústia, enquanto abordagens mais eficazes concentram-se em compreender o impacto emocional em você, clarificar limites e avaliar, com apoio profissional, quais caminhos são possíveis no presente.

A psicoterapia pode ajudar a organizar esse processo, não para decidir por você, mas para ampliar clareza, reduzir sofrimento e apoiar escolhas mais conscientes, seja para tentar uma reconstrução com condições claras, seja para uma separação menos destrutiva emocionalmente.

Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.

 Maria Clara Alves Blanco
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