De que forma o terapeuta psicanalítico trabalha os sentimentos de pertencimento social em pacientes

De que forma o terapeuta psicanalítico trabalha os sentimentos de pertencimento social em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

5 respostas


O terapeuta psicanalítico trabalha os sentimentos de pertencimento social em pacientes com TPB por meio da exploração das experiências emocionais e relacionais que influenciam a forma como o indivíduo percebe a si mesmo e aos outros. A partir da relação terapêutica, busca compreender medos de rejeição, abandono e exclusão, favorecendo a elaboração desses conflitos e o desenvolvimento de uma identidade mais integrada, o que pode contribuir para vínculos sociais mais seguros e para um maior sentimento de pertencimento. Agenda aberta! Agende sua sessão!

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Na clínica psicanalítica, os sentimentos de pertencimento social no Transtorno de Personalidade Borderline são trabalhados a partir da escuta das angústias de abandono, exclusão e inadequação que emergem na experiência subjetiva e, sobretudo, na relação transferencial, onde esses afetos tendem a ser repetidos de forma viva. O terapeuta sustenta um enquadre estável que permite que essas vivências possam ser nomeadas e simbolizadas, em vez de descarregadas em atuações impulsivas ou rupturas de vínculo, favorecendo gradualmente a integração entre afetos intensos e representações de si e do outro. Ao interpretar e elaborar as repetições relacionais que surgem no setting, o trabalho possibilita que o paciente reconheça padrões inconscientes de vínculo marcados por clivagens, idealizações e desvalorizações, abrindo espaço para uma experiência mais contínua e menos ameaçada de relação. Nesse processo, o pertencimento deixa de ser vivido apenas como algo instável e externo, podendo ser construído internamente de forma mais consistente ao longo do processo psicoterapêutico.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. Ele oferece um vínculo estável que permite ao paciente experimentar confiança, continuidade e reconhecimento. A partir da relação terapêutica, o paciente revisita padrões de exclusão, dependência e medo de perda, construindo gradualmente um senso mais integrado de pertencimento e valor pessoal. Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


Na minha perspectiva, o pertencimento não é ensinado; ele é construído ao longo da experiência terapêutica. Quando o paciente encontra um espaço suficientemente consistente para expressar suas angústias sem ser reduzido a elas, torna-se possível revisar modos antigos de se relacionar e desenvolver uma percepção mais integrada de si e dos vínculos.

Gabriel Ferriolli

Gabriel Ferriolli

Psicólogo

Ribeirão Preto

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O terapeuta psicanalítico trabalha os sentimentos de pertencimento social em pacientes com TPB buscando compreender os conflitos internos que influenciam a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros. A intervenção explora experiências precoces de vínculo, medo de abandono, inseguranças, sentimentos de rejeição e padrões repetitivos nos relacionamentos. A relação terapêutica é utilizada como um espaço seguro para o paciente elaborar essas vivências, desenvolver maior integração da identidade e construir formas mais estáveis de se conectar com outras pessoas. O objetivo é favorecer maior compreensão emocional, confiança nos vínculos e uma sensação mais consistente de pertencimento.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.