De que maneira o bullying afeta uma pessoa com transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
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De que maneira o bullying afeta uma pessoa com transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
O bullying machuca a autoestima, aumenta a insegurança e pode gerar tristeza, ansiedade ou isolamento, deixando marcas emocionais que afetam a forma como a pessoa se vê e se relaciona com os outros.
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Olá, tudo bem? Quando pensamos no impacto do bullying em alguém com TPB, é como se estivéssemos falando de duas dores que se encontram: a ferida externa da agressão e a ferida interna da sensibilidade emocional. Pessoas com TPB não sofrem “mais” porque são frágeis, e sim porque o sistema emocional funciona como um radar muito afinado para qualquer sinal de rejeição. Assim, um comentário hostil que poderia passar despercebido para outra pessoa pode ser sentido como uma ameaça real à própria identidade.
O bullying costuma tocar em pontos profundos, especialmente no medo de abandono, na sensação de não pertencimento e na percepção de ser “demais” ou “de menos”. Às vezes, o corpo reage antes mesmo da pessoa entender o que está acontecendo, como se o cérebro quisesse garantir proteção imediata. Isso pode gerar impulsividade, mudanças bruscas de humor ou um desejo intenso de se afastar de tudo para não reviver experiências antigas. A intensidade não é exagero, é um padrão emocional que foi moldado ao longo da vida e que se ativa com muita rapidez.
Talvez te ajude refletir sobre algumas questões para entender melhor esse processo. Quando a agressão acontece, a dor parece vir só da situação atual ou ela desperta lembranças antigas, mesmo que difusas? Você percebe que sua reação emocional aparece tão rápido que é difícil colocar em palavras o que sentiu primeiro? E quando a emoção passa, surge mais culpa ou um cansaço profundo, como se tivesse gastado muita energia tentando se defender? Essas pistas dizem muito sobre como o bullying é sentido internamente.
Se esse tema faz parte da sua vida ou de alguém próximo, vale lembrar que trabalhar essas feridas em terapia permite reorganizar essas respostas e fortalecer recursos emocionais, sem exigir que você “supere” tudo sozinho ou no improviso. Caso precise, estou à disposição.
O bullying costuma tocar em pontos profundos, especialmente no medo de abandono, na sensação de não pertencimento e na percepção de ser “demais” ou “de menos”. Às vezes, o corpo reage antes mesmo da pessoa entender o que está acontecendo, como se o cérebro quisesse garantir proteção imediata. Isso pode gerar impulsividade, mudanças bruscas de humor ou um desejo intenso de se afastar de tudo para não reviver experiências antigas. A intensidade não é exagero, é um padrão emocional que foi moldado ao longo da vida e que se ativa com muita rapidez.
Talvez te ajude refletir sobre algumas questões para entender melhor esse processo. Quando a agressão acontece, a dor parece vir só da situação atual ou ela desperta lembranças antigas, mesmo que difusas? Você percebe que sua reação emocional aparece tão rápido que é difícil colocar em palavras o que sentiu primeiro? E quando a emoção passa, surge mais culpa ou um cansaço profundo, como se tivesse gastado muita energia tentando se defender? Essas pistas dizem muito sobre como o bullying é sentido internamente.
Se esse tema faz parte da sua vida ou de alguém próximo, vale lembrar que trabalhar essas feridas em terapia permite reorganizar essas respostas e fortalecer recursos emocionais, sem exigir que você “supere” tudo sozinho ou no improviso. Caso precise, estou à disposição.
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