Depois de várias convulsões fui diagnosticado com Encefalomalácia, hoje tomo anticonvulsivos turval
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Depois de várias convulsões fui diagnosticado com Encefalomalácia, hoje tomo anticonvulsivos turval CR 300, vai ser pro resto da vida?
Provavelmente sim. O controle deve ser anual ou em prazos menores caso haja escapes de crise. É importante sempre dosar o nível sérico da medicação. Em casos de 1 ano sem crise e eletroencefalograma normal, pode ser tentado o desmame.
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Olá, tudo bem com você? Se foi encontrada uma causa estrutural para sua epilepsia, muito provavelmente terá que tomar a medicação sem tempo determinado, pois já existe uma lesão no sistema nervoso central que justifique suas convulsões. Terei o prazer de poder te ajudar em mais alguma dúvida.
Olá! A encefalomalácia pode, sim, aumentar o risco de convulsões, e por isso muitas pessoas precisam usar anticonvulsivantes por um período prolongado. No entanto, dizer se será necessário "para o resto da vida" depende de vários fatores — como o tempo sem crises, tipo de lesão, exames de imagem e avaliação neurológica completa.
Uma reavaliação com neurologista é fundamental para entender melhor seu caso e definir os próximos passos.
Agende sua consulta para que possamos analisar seu caso com atenção e esclarecer todas as dúvidas.
Estou à disposição para ajudar!
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Excelente pergunta — e muito importante, pois o diagnóstico de encefalomalácia após crises convulsivas levanta questões sobre o prognóstico neurológico e a necessidade de uso contínuo de medicação anticonvulsivante.
A encefalomalácia é um termo que descreve uma área de cicatriz ou amolecimento do tecido cerebral decorrente de uma lesão prévia, como traumatismo craniano, AVC, infecção ou crise convulsiva grave. Essa região representa uma área em que os neurônios foram danificados e substituídos por tecido gliótico (sem função elétrica normal).
Quando essa alteração se forma, o cérebro pode desenvolver focos epileptogênicos — áreas com maior propensão a gerar descargas elétricas anormais que causam convulsões. Por isso, o tratamento com anticonvulsivantes como o Turval CR 300 mg (carbamazepina de liberação controlada) tem o objetivo de estabilizar essas descargas e prevenir novas crises.
Sobre o tempo de tratamento:
Nem sempre o uso precisa ser “para o resto da vida”, mas isso depende de fatores específicos:
Se a encefalomalácia é extensa ou localizada em áreas críticas (como córtex temporal ou frontal), o risco de novas crises é maior e o tratamento costuma ser prolongado;
Se o paciente ficar vários anos sem crises (geralmente mais de 2 a 5 anos), com exame de EEG normal e ressonância estável, o neurologista pode avaliar redução gradual ou retirada supervisionada da medicação;
Já nos casos em que o foco é ativo e as crises retornam ao suspender o remédio, o uso tende a ser contínuo, para evitar riscos de crises generalizadas e quedas.
O mais importante é não suspender o anticonvulsivante por conta própria, pois isso pode provocar crises de rebote ou até status epilepticus, uma emergência neurológica.
Além da medicação, é essencial manter:
Sono regular e repouso adequado;
Evitar álcool e privação de sono;
Fazer acompanhamento periódico com EEG e ressonância magnética;
Avaliar níveis séricos da medicação para garantir dose segura e eficaz.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, epilepsia, medicina do sono, encefalopatias e reabilitação cognitiva pós-lesão cerebral, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
A encefalomalácia é um termo que descreve uma área de cicatriz ou amolecimento do tecido cerebral decorrente de uma lesão prévia, como traumatismo craniano, AVC, infecção ou crise convulsiva grave. Essa região representa uma área em que os neurônios foram danificados e substituídos por tecido gliótico (sem função elétrica normal).
Quando essa alteração se forma, o cérebro pode desenvolver focos epileptogênicos — áreas com maior propensão a gerar descargas elétricas anormais que causam convulsões. Por isso, o tratamento com anticonvulsivantes como o Turval CR 300 mg (carbamazepina de liberação controlada) tem o objetivo de estabilizar essas descargas e prevenir novas crises.
Sobre o tempo de tratamento:
Nem sempre o uso precisa ser “para o resto da vida”, mas isso depende de fatores específicos:
Se a encefalomalácia é extensa ou localizada em áreas críticas (como córtex temporal ou frontal), o risco de novas crises é maior e o tratamento costuma ser prolongado;
Se o paciente ficar vários anos sem crises (geralmente mais de 2 a 5 anos), com exame de EEG normal e ressonância estável, o neurologista pode avaliar redução gradual ou retirada supervisionada da medicação;
Já nos casos em que o foco é ativo e as crises retornam ao suspender o remédio, o uso tende a ser contínuo, para evitar riscos de crises generalizadas e quedas.
O mais importante é não suspender o anticonvulsivante por conta própria, pois isso pode provocar crises de rebote ou até status epilepticus, uma emergência neurológica.
Além da medicação, é essencial manter:
Sono regular e repouso adequado;
Evitar álcool e privação de sono;
Fazer acompanhamento periódico com EEG e ressonância magnética;
Avaliar níveis séricos da medicação para garantir dose segura e eficaz.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, epilepsia, medicina do sono, encefalopatias e reabilitação cognitiva pós-lesão cerebral, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
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