DEPRESSÃO pode se tornar em Mal de Alzheimer ?
DEPRESSÃO pode se tornar em Mal de Alzheimer ?
16 respostas
PODE SE TORNAR? NÃO. Pode sim favorecer. Mas não é uma determinante. Tenha cuidado com as informações que por ventura lê ou saem na internet. Não é exatamente assim. É preciso ter uma avaliação neurológica, uma avaliação Psiquiátrica e Psicológica principalmente Att Dra. Sayonara Machado
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Embora demencias como Mal de Alzheimer não sejam evoluções naturais de Transtornos de Humor, existe um risco substancialmente maior de desenvolver demencia em pacientes que apresentam Depressão. Isso tem relação a processos inflamatorios cronicos do sistema nervoso dos pacientes depressivos.
A depressão, especialmente a não tratada, é sim fator de risco para doença de Alzheimer. Estudos recentes mostram que esse risco aumenta consideravelmente nos casos de depressão após os 50 anos de idade. A pesquisa mostra que pessoas com mais de 50 anos com depressão têm chances 65% maiores riscos de desenvolver Alzheimer e duas vezes mais risco de ter demências vasculares no futuro. Isso significa que de 31 a cada 50 depressivos nessa faixa de idade podem ter Alzheimer e 36 a cada 50 podem sofrer de demência vascular. Uma das conclusões a que podemos chegar é que a depressão não é uma doença benigna que afeta apenas o humor, mas uma doença que pode ter conseqüências sérias.
O profissional sistémico, psicanalítico ou humanista vê os processos no cérebro como uma expressão das experiências de vida da pessoa. Não como causas, mas como precisando de explicação. Ambos, a depressão como o Alzheimer são formas de inibição. Já que o Alzheimer leva tempo para se desenvolver, é plausível pensar que a pessoa que vira as costas ao mundo por se sentir deprimida (e ansiosa na maior parte dos casos), vai virar as costas de maneira ainda mais irreversível quando envelhece. Infelizmente, eu não vi estudos que indiquem que pessoas com Alzheimer se sentiram depressivas em fases anteriores da vida, mas não pesquisei. Vou pesquisar oportunamente. Seja como fôr, cuidar da depressão vale a pena mesmo se o medo do Alzheimer for sem fundo. A qualidade de vida vale em si, além do que pode significar o futuro. Recomendo trabalhar a depressão com a ajuda de um@ profissional de psicanálise ou psicoterapia emocional (humanista, centrada na pessoa, existencial).
Não é possível dizer que a depressão cause ou se torne Alzheimer. Contudo, hoje sabemos que pessoa que tem depressão tem maior risco de desenvolver mal de Alzheimer, sendo em alguns casos um dos seus primeiros sinais, enquanto em outros é uma predisposição pessoal que se evidência com a evolução da demência.
Prezado Paciente, Evidências científicas bem documentadas revelam que a Depressão constitui fator de risco para o desenvolvimento do Mal de Alzheimer. Por outro lado, devemos nos lembrar que há casos de depressão que, justamente por não serem tratados, apresentam sintomas que "confundem-se" com o Mal de Alzheimer: a chamada "pseudo-demência". Por isso, procure um Psiquiatra de sua confiança para que o seu transtorno - ou de seu parente - não evolua, trazendo impactos negativos em sua qualidade de vida. Um abraço da Dra. Andrea Della Fávera.
Olá! As coisas não são determinantes... Como não conheço o seu caso. Sugiro buscar apoio de profissionais da área.
Olá! Há estudos que apontam a depressão como um fator de risco para o desenvolvimento do Alzheimer, contudo o estudo não é conclusivo. É muito importante associar a psicoterapia à medicação, pois assim, há mais chances de melhora do quadro. e assim, o indivíduo poderá viver com mais qualidade de vida. Abraço!
Olá, como vários colegas acima disseram é um fator de risco sim, portanto, nunca devemos arrastar uma depressão, melhor cuidarmos bem sempre da saúde mental. Procure ajuda se este for o seu caso. Um abraço!
Olá! A depressão não causa Alzheimer, apesar de haver estudos que indicam que pessoas diagnosticadas com depressão apresentam uma pré disposição maior para terem sintomas de Alzheimer. Esse risco aumenta significativamente em pessoas com mais de 50 anos diagnosticadas com quadro de depressão.
Não, depressão não se torna Alzheimer. Depressão tanto pode ser um sintoma inicial de Alzheimer quanto pode ser um fator confundidor, pois uma pessoa deprimida pode ter sintomas de esquecimento por conta da depressão. Por isso é tão importante uma avaliação clínica com o geriatra para ter certeza do diagnóstico, se seria somente a depressão ou uma depressão associada ao Alzheimer.
Bom dia! Não que é a depressão vire a doença de Alzheimer. Porém, sabe-se que quem tem depressão e não trata adequadamente apresenta maior risco de desenvolver síndromes demenciais (onde a doença de Alzheimer é a causa mais comum). Além do mais, a própria depressão pode simular uma demência e sempre precisa ser afastada na investigação de qualquer queixa cognitiva. Á disposição
Depressão pode não ter relação com Demencia de Alzheimer. Porém, quadros depressivos podem ser pródromos de quadros cognitivos - ou seja, significa que um paciente com sintomas negativos depressivos pode ter sim, uma evolução para outros declínios cognitivos e dentre as diversas classificações de demências, fechar critérios para doença de Alzheimer. Mas não é sempre uma relação causal direta não.
A depressão é considerada hoje um fator de risco para qualquer demência. Tratando depressão é possível reduzir as chances de desenvolver Alzheimer.
Depressão não se transforma diretamente em Doença de Alzheimer. Mas existe uma relação importante entre as duas condições. A depressão pode: • Imitar sintomas de demência, causando esquecimentos, dificuldade de concentração e lentidão de pensamento. Isso é chamado de pseudodemência depressiva. • Aumentar o risco de demência ao longo da vida, principalmente quando a depressão é crônica, não tratada ou ocorre na terceira idade. • Em alguns casos, a depressão pode ser um dos primeiros sinais de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. Ou seja: Nem toda pessoa com depressão terá Alzheimer. Mas a depressão no idoso precisa sempre ser investigada e tratada, porque pode afetar muito a memória e a qualidade de vida. Se um idoso apresenta tristeza persistente, desânimo e esquecimento, o ideal é procurar avaliação com geriatra ou neurologista, para investigar as causas e iniciar o tratamento adequado.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.










