É possível conciliar a terapia existencial com outras abordagens, como a Terapia Cognitivo-Comportam
É possível conciliar a terapia existencial com outras abordagens, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ?
4 respostas
O ideal é não conciliar a terapia existencial com outras abordagens, como a TCC. Isso porque cada abordagem possui fundamentos teóricos, técnicas e formas de conduzir a sessão muito diferentes. Misturá-las pode gerar confusão e trazer mais prejuízos do que benefícios ao paciente, já que a consistência do processo terapêutico depende da coerência do método adotado. O mais importante é que o paciente escolha a abordagem com a qual se identifica e confie no processo conduzido pelo terapeuta.
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Não é recomendado que um paciente faça dois processos terapêuticos em paralelo com abordagens diferentes, porque isso pode gerar: Conflito de métodos (cada abordagem tem uma lógica própria de intervenção e objetivos). Confusão no paciente sobre qual direção seguir, podendo até aumentar a ansiedade. Dificuldade na avaliação dos resultados, já que fica pouco claro qual processo está produzindo mudanças. Você pode optar por fazer um e depois ir para outro se achar válido.
Sim. A terapia existencial pode ser conciliada com outras abordagens, como a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Muitas vezes, essa integração permite trabalhar tanto os padrões de pensamento e comportamento quanto questões mais profundas relacionadas a sentido, valores e escolhas. O importante é que o profissional utilize as ferramentas de forma coerente com as necessidades do paciente.
De forma geral, não é recomendado que dois processos psicoterapêuticos de abordagens diferentes sejam realizados ao mesmo tempo, pois cada abordagem possui objetivos, técnicas e formas de compreender o sofrimento psicológico que podem ser diferentes. Isso não significa que uma abordagem seja melhor do que a outra. O mais importante é que o tratamento tenha uma direção clara e seja conduzido por um profissional qualificado. Caso você deseje mudar de abordagem, o ideal é conversar com seu psicólogo para que essa transição aconteça de forma planejada. Assim, o processo terapêutico tende a ser mais consistente e favorecer melhores resultados.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

