Estamos fazendo uma avaliação multidisciplinar de um jovem de 18 anos que já passou por diversos especialistas,
Estamos fazendo uma avaliação multidisciplinar de um jovem de 18 anos que já passou por diversos especialistas, como neurologista, fonoaudiólogo e nenhum diagnóstico foi dado. O jovem oraliza poucas palavras e se nega a se comunicar, seja oralmente, seja gestualmente. O EMDR seria uma alternativa?
16 respostas
Além de se preocupar com que diagnóstico é dado, seria mais interessante se empenhar num tratamento mesmo. Não sei se já procuraram um psicólogo e psicanalista, o que recomendo fortemente. O EMDR tem a ideia de tratar traumas emocionais como qualquer área da psicologia e da psicanálise se prestam. Realmente não há tratamento milagroso mas sei que a psicanálise pode lidar muito bem com várias questões a respeito do sofrimento mental humano.
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Sugiro tentar encontros com um psicanalista e ver se não há que possa ser dito de outra forma por esse jovem. 18 anos e nada funciona? Me parece trabalho para um psicanalista.
Ele já foi a um psiquiatra especializado em psiquiatria infantil? Seria interessar passar por um/uma para descartar alguns diagnósticos e, enfim, prosseguir com a investigação diagnóstica. O trabalho multidisciplinar tem uma importância enorme para o tratamento e prognóstico.
Como psicóloga é fundamental levar em consideração o cliente e não apenas um diagnóstico, é necessário o acolhimento e uma escuta qualificada para entender todo o contexto de vida do mesmo e assim verificar possíveis traumas é só depois encaminha lo para outros profissionais. O trabalho em equipe multidisciplinar é necessário, mas primeiro entender se ele se nega a comunicação ou não consegue? Tem que analisar também. Estou à disposição.
Pelo que entendi, ele se nega a comunicar-se... Um Psicanalista seria uma sugestão mas em conjunto com Hipnoterapia... Creio que se não for orgânico será suficiente.
Esse paciente tem que ser avaliado e ajudado de alguma forma. Existe a hipótese de ele estar com dificuldades para se comunicar de ambas as formas. Marca uma consulta um (a) psicóloga e/ou psiquiatra. Att, Renata Freitas
Olá! Existem diferentes técnicas, mas pelo quadro que você apresenta esse paciente deve passar por uma investigação psicoterapeutica, já que de acordo com seu relato nenhum diagnóstico foi realizo com o neuro e fono! A técnica terapêutica quando bem utilizada, profissional capacitado é ético, trará resultados, independe de qual escolhida. Abraço
Pelo que você refere ele ainda não teve uma avaliação psicológica, correto. Sugiro que você procure a ajuda de um terapeuta de forma que possa ser realizada uma avaliação aprofundará a respeito. Boa sorte
O recomendável seria ele fazer uma Avaliação Neuropsicodiagnóstica para que após o diagnóstico se pense no melhor tratamento possível para ele. Normalmente essa avaliação é realizada por psicólogos que fizeram especialização em Avaliação Psicológica. Abraços!
Olá, concordo com as opiniões anteriores que referem-se ao encaminhamento à Terapia Psicológica, mas não junto à equipe multidisciplinar que, provavelmente, realiza a investigação com eficácia e cujo resultados contribuirão para a Terapia. Aliviar o jovem desse fatiamento investigativo e propor-lhe acolhimento é o primeiro passo no processo terapêutico
Sugiro que você procure um Psicanalista. É importante avaliar e saber o que está motivando essa recusa da comunicação nesse jovem.
É importante descartar a parte biológica e percebo que esse paciente já está sendo assistido por uma equipe de profissionais. A terapia com EMDR é pouco verbal e nesse sentido se o paciente aderir ao método provavelmente os resultados serão positivos.
É necessário uma avaliação mais detalhada. Ele pode estar recusando a manter diálogos por algum trauma especifico e o EMDR por ser uma técnica que não exige diálogos podemos tratar traumas sem precisar usar uma comunicação mais extensa. O paciente traz um trauma e através da visualização da imagem traumática associada a uma crença negativa podemos dessensibilizar esse traumas e depois ressignifica-lo inserindo uma crença positiva. Não é necessário discursos longos.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.










