Eu queria entender melhor alguns sintomas que tenho. Eu não costumo sentir empatia ou preocupação, m
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Eu queria entender melhor alguns sintomas que tenho. Eu não costumo sentir empatia ou preocupação, mesmo em situações extremas, e acabo fingindo essas reações para parecer ‘normal’. Também tenho crises de paranoia e ansiedade; às vezes sinto como se houvesse câmeras escondidas me observando em casa. Além disso, tenho dificuldade em controlar meus pensamentos, que ficam muito acelerados e saem do meu controle. Gostaria de saber o que isso pode indicar e como posso buscar tratamento.
O que você descreve não significa automaticamente um transtorno específico. São conjuntos de sintomas que podem aparecer em diferentes quadros, e só uma avaliação presencial pode fechar algo. Mas dá pra te ajudar a entender melhor o que pode estar acontecendo e como buscar tratamento com segurança.
O ideal é procurar atendimento psicológico ou psiquiátrico. Uma avaliação combinada costuma ser o que dá mais segurança.
O mais importante é que vocês está preocupado(a) e isso já é um bom caminho.
Boa sorte
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Obrigado por compartilhar algo tão íntimo e difícil. Falar sobre isso já mostra muita coragem e um desejo verdadeiro de entender o que está acontecendo com você.
Os sintomas que você descreve — dificuldade de sentir empatia, necessidade de “fingir” reações, episódios de paranoia, sensação de estar sendo observado e pensamentos muito acelerados — certamente geram um sofrimento enorme. E é importante dizer: nada disso significa que você está “errado” ou “quebrado”. São experiências humanas possíveis, que merecem ser olhadas com cuidado, compreensão e sem julgamento.
Na Análise do Comportamento, entendemos que nossos sentimentos e percepções são moldados pela história de vida, pelas contingências que enfrentamos e pelos contextos em que crescemos. Muitas vezes, para sobreviver a ambientes difíceis, o nosso corpo aprende a se “desligar” emocionalmente, ou a ficar permanentemente em alerta. Isso pode explicar tanto a dificuldade em sentir quanto a sensação constante de vigilância e o pensamento acelerado.
Mas é muito importante ressaltar: esses sinais não devem ser analisados isoladamente. Eles pedem uma avaliação clínica cuidadosa, feita em um espaço seguro onde você possa falar abertamente sobre isso.
Existem tratamentos eficazes para lidar com ansiedade intensa, paranoia, desconfiança excessiva e dificuldade em regular emoções e pensamentos. O acompanhamento psicológico pode ajudar você a:
entender a origem dessas experiências,
aprender maneiras mais seguras de lidar com elas,
reduzir o sofrimento e o medo,
e retomar um senso de tranquilidade no dia a dia.
Como psicólogo clínico, trabalho justamente acolhendo pessoas que vivem experiências como as suas — sem julgamento, com muito respeito e buscando construir, junto com você, caminhos mais leves e funcionais para a sua vida.
Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para te acompanhar e te ajudar a entender tudo isso com cuidado e profundidade. Você não precisa enfrentar esses sintomas sozinho.
Os sintomas que você descreve — dificuldade de sentir empatia, necessidade de “fingir” reações, episódios de paranoia, sensação de estar sendo observado e pensamentos muito acelerados — certamente geram um sofrimento enorme. E é importante dizer: nada disso significa que você está “errado” ou “quebrado”. São experiências humanas possíveis, que merecem ser olhadas com cuidado, compreensão e sem julgamento.
Na Análise do Comportamento, entendemos que nossos sentimentos e percepções são moldados pela história de vida, pelas contingências que enfrentamos e pelos contextos em que crescemos. Muitas vezes, para sobreviver a ambientes difíceis, o nosso corpo aprende a se “desligar” emocionalmente, ou a ficar permanentemente em alerta. Isso pode explicar tanto a dificuldade em sentir quanto a sensação constante de vigilância e o pensamento acelerado.
Mas é muito importante ressaltar: esses sinais não devem ser analisados isoladamente. Eles pedem uma avaliação clínica cuidadosa, feita em um espaço seguro onde você possa falar abertamente sobre isso.
Existem tratamentos eficazes para lidar com ansiedade intensa, paranoia, desconfiança excessiva e dificuldade em regular emoções e pensamentos. O acompanhamento psicológico pode ajudar você a:
entender a origem dessas experiências,
aprender maneiras mais seguras de lidar com elas,
reduzir o sofrimento e o medo,
e retomar um senso de tranquilidade no dia a dia.
Como psicólogo clínico, trabalho justamente acolhendo pessoas que vivem experiências como as suas — sem julgamento, com muito respeito e buscando construir, junto com você, caminhos mais leves e funcionais para a sua vida.
Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para te acompanhar e te ajudar a entender tudo isso com cuidado e profundidade. Você não precisa enfrentar esses sintomas sozinho.
Os sintomas que você descreve parecem trazer muito sofrimento, e é importante olhar para isso com cuidado. A falta de empatia aparente, o medo de estar sendo observado e a dificuldade em controlar pensamentos podem estar ligados a ansiedade intensa, estresse prolongado ou até padrões emocionais que precisam de uma avaliação mais profunda. Buscar um psicólogo é um bom primeiro passo, porque você não precisa entender tudo sozinha e o tratamento ajuda a organizar essas experiências e devolver sensação de segurança.
Olá, como vai?
Imagino que vivenciar esses momentos estejam te causando angústia e diversas reflexões. Gostaria de sugerir algumas orientações: você pode procurar por avaliação neuropsicológica, para averiguar sobre os sintomas, principalmente esse de "fingir para aparecer normal", além da ansiedade e paranoia. Ou você pode procurar por psicoterapia, para conversar sobre seus sentimentos e a sua relação com o mundo, aprendendo formas de lidar. Sugiro que a partir da avaliação desses profissionais, perguntar se você tem indicação de avaliação com um psiquiatra.
Procure ajuda profissional e fale com a sua família e amigos sobre o que você sente!
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Imagino que vivenciar esses momentos estejam te causando angústia e diversas reflexões. Gostaria de sugerir algumas orientações: você pode procurar por avaliação neuropsicológica, para averiguar sobre os sintomas, principalmente esse de "fingir para aparecer normal", além da ansiedade e paranoia. Ou você pode procurar por psicoterapia, para conversar sobre seus sentimentos e a sua relação com o mundo, aprendendo formas de lidar. Sugiro que a partir da avaliação desses profissionais, perguntar se você tem indicação de avaliação com um psiquiatra.
Procure ajuda profissional e fale com a sua família e amigos sobre o que você sente!
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Olá, boa tarde.
Infelizmente não poderei ser muito exato sobre o que isso pode indicar, pois para uma avaliação, são necessárias muitas informações e o contato humano para então se criar hipóteses ou fechar um diagnóstico. Lamento por isso, mas acho que você merece uma resposta ética.
Já para buscar tratamento, acredito que posso ser mais exato. Acredito que o ideal costuma ser a busca por um psicólogo clínico e por um psiquiatra. Caso prefira, comece apenas pelo psicólogo clínico para haver uma conversa inicial a respeito de suas necessidades e então ser avaliada a necessidade ou não de um psiquiatra.
O tratamento teria algumas diretrizes, como avaliar as motivações de estar sofrendo com ansiedade ou paranóia. Já na questão de empatia ou preocupação, ficaria muito na perspectiva da avaliação do psicólogo e/ou psiquiatra para compreender se há motivos para preocupações ou não.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Infelizmente não poderei ser muito exato sobre o que isso pode indicar, pois para uma avaliação, são necessárias muitas informações e o contato humano para então se criar hipóteses ou fechar um diagnóstico. Lamento por isso, mas acho que você merece uma resposta ética.
Já para buscar tratamento, acredito que posso ser mais exato. Acredito que o ideal costuma ser a busca por um psicólogo clínico e por um psiquiatra. Caso prefira, comece apenas pelo psicólogo clínico para haver uma conversa inicial a respeito de suas necessidades e então ser avaliada a necessidade ou não de um psiquiatra.
O tratamento teria algumas diretrizes, como avaliar as motivações de estar sofrendo com ansiedade ou paranóia. Já na questão de empatia ou preocupação, ficaria muito na perspectiva da avaliação do psicólogo e/ou psiquiatra para compreender se há motivos para preocupações ou não.
Espero ter ajudado, grande abraço.
Olá! Você relatou estratégia que você utiliza para se adaptar, como: "fingir empatia ou preocupação para parecer 'normal'; e, sintomas como pensamento acelerado que foge ao controle, sensação que há câmeras escondidas te observando na sua casa e ansiedade. Estas questões, pela sua complexidade, poderão ser melhor definidas e tratadas com a ajuda de um profissional. Recomendo que procure essa ajuda.
Abraços.
Abraços.
Muitas vezes ambientes muito tóxicos podem nos levar a reações parecidas com essas, mas para qualquer diagnóstico é importante ter uma compreensão do que está acontecendo com maior profundidade. Sua descrição sugere a necessidade de buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para entender o que está acontecendo e te ajudar a elaborar o que for necessário.
Oi, tudo bem? O que você descreve, dificuldade em sentir empatia espontânea, momentos de paranoia como a sensação de estar sendo observada e pensamentos muito acelerados ,indica que você está passando por um nível alto de ansiedade e desregulação emocional. Esses sintomas podem aparecer juntos sem necessariamente significar um transtorno específico, mas mostram que seu sistema está sobrecarregado e precisando de cuidado.
A falta de empatia pode vir mais de cansaço emocional e desconexão do que de frieza; a paranoia costuma surgir em momentos de ansiedade intensa; e os pensamentos acelerados são comuns quando a mente está em alerta constante. O melhor caminho agora é buscar psicoterapia para investigar isso com calma e, se as sensações de perseguição continuarem fortes, uma avaliação psiquiátrica também pode ajudar. Não significa que você “é” algo, e sim que está vivendo sintomas que têm tratamento.
Espero ter ajudado e que pode contar comigo.
A falta de empatia pode vir mais de cansaço emocional e desconexão do que de frieza; a paranoia costuma surgir em momentos de ansiedade intensa; e os pensamentos acelerados são comuns quando a mente está em alerta constante. O melhor caminho agora é buscar psicoterapia para investigar isso com calma e, se as sensações de perseguição continuarem fortes, uma avaliação psiquiátrica também pode ajudar. Não significa que você “é” algo, e sim que está vivendo sintomas que têm tratamento.
Espero ter ajudado e que pode contar comigo.
Olá!
O que você descreve é importante e merece atenção cuidadosa.
A sensação de “não sentir empatia” ou de ter que fingir emoções pode ser, sim, um mecanismo de defesa psicológico. Muitas pessoas desenvolvem o que chamamos na psicoterapia de modo protetor desligado: uma espécie de “desconexão emocional” que surge para evitar sentir dor, medo ou vulnerabilidade. Não significa ausência real de emoção, mas um bloqueio automático para se proteger.
Já as crises de paranoia, a ansiedade intensa e a sensação de estar sendo observado apontam para um estado de hiperalerta; muitas vezes associado a traumas, histórico de insegurança, ansiedade crônica ou padrões cognitivos que precisam ser compreendidos de perto.
A aceleração dos pensamentos também é comum quando o sistema nervoso está sobrecarregado.
Esses sintomas não definem quem você é, mas indicam que seu corpo e sua mente estão pedindo ajuda.
A psicoterapia pode te ajudar a:
entender de onde vêm esses padrões;
regular o sistema de alerta;
reconstruir segurança interna;
e resgatar o acesso às suas emoções verdadeiras, sem medo.
Se você quiser iniciar esse processo com acolhimento e profundidade, estou à disposição para te acompanhar.
Isadora Klamt - Psicóloga CRP 07/19323
O que você descreve é importante e merece atenção cuidadosa.
A sensação de “não sentir empatia” ou de ter que fingir emoções pode ser, sim, um mecanismo de defesa psicológico. Muitas pessoas desenvolvem o que chamamos na psicoterapia de modo protetor desligado: uma espécie de “desconexão emocional” que surge para evitar sentir dor, medo ou vulnerabilidade. Não significa ausência real de emoção, mas um bloqueio automático para se proteger.
Já as crises de paranoia, a ansiedade intensa e a sensação de estar sendo observado apontam para um estado de hiperalerta; muitas vezes associado a traumas, histórico de insegurança, ansiedade crônica ou padrões cognitivos que precisam ser compreendidos de perto.
A aceleração dos pensamentos também é comum quando o sistema nervoso está sobrecarregado.
Esses sintomas não definem quem você é, mas indicam que seu corpo e sua mente estão pedindo ajuda.
A psicoterapia pode te ajudar a:
entender de onde vêm esses padrões;
regular o sistema de alerta;
reconstruir segurança interna;
e resgatar o acesso às suas emoções verdadeiras, sem medo.
Se você quiser iniciar esse processo com acolhimento e profundidade, estou à disposição para te acompanhar.
Isadora Klamt - Psicóloga CRP 07/19323
Primeiro, sinto muito que você esteja passando por tudo isso. O que você descreve – dificuldade em sentir empatia/preocupação, precisar “fingir” reações para parecer normal, crises de ansiedade e paranoia, sensação de estar sendo observado e pensamentos muito acelerados – não é frescura nem exagero. São sinais de que sua mente está muito sobrecarregada e precisa de cuidado.
Esses sintomas podem aparecer em diferentes quadros (ansiedade intensa, possíveis alterações de humor, dificuldades na forma de se relacionar com as emoções e com as outras pessoas, entre outros). Por isso, não é possível dizer com responsabilidade, aqui, exatamente “o que você tem”, pois isso exige uma avaliação cuidadosa, presencial.
O passo mais indicado é marcar uma consulta com um(a) psicólogo(a) e também com um médico psiquiatra. Em atendimento, o profissional vai ouvir sua história com calma, entender há quanto tempo isso acontece, o impacto na sua rotina, histórico familiar, uso de substâncias, entre outros fatores, e então propor um plano de tratamento (psicoterapia, medicação, orientações de autocuidado).
Buscar entender o que está acontecendo já é um passo muito importante. Com acompanhamento adequado, é possível organizar melhor esses pensamentos, reduzir o medo e ter mais qualidade de vida.
Esses sintomas podem aparecer em diferentes quadros (ansiedade intensa, possíveis alterações de humor, dificuldades na forma de se relacionar com as emoções e com as outras pessoas, entre outros). Por isso, não é possível dizer com responsabilidade, aqui, exatamente “o que você tem”, pois isso exige uma avaliação cuidadosa, presencial.
O passo mais indicado é marcar uma consulta com um(a) psicólogo(a) e também com um médico psiquiatra. Em atendimento, o profissional vai ouvir sua história com calma, entender há quanto tempo isso acontece, o impacto na sua rotina, histórico familiar, uso de substâncias, entre outros fatores, e então propor um plano de tratamento (psicoterapia, medicação, orientações de autocuidado).
Buscar entender o que está acontecendo já é um passo muito importante. Com acompanhamento adequado, é possível organizar melhor esses pensamentos, reduzir o medo e ter mais qualidade de vida.
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