Eu sou casada há mais de dez anos, e temos uma vida sexual muito ativa , agora depois de pesquisar e

4 respostas
Eu sou casada há mais de dez anos, e temos uma vida sexual muito ativa , agora depois de pesquisar e aprender sobre minha sexualidade, aprendi a fazer sexo anal sem dor, e temos muito carinho um pelo outro, mais ainda temos medo, eu sou a única mulher que ele teve , e ele também, meu único parceiro, temos riscos de pegar doença um do outro?
Já fizemos exames e ninguém tem nada .
Meus sogros e meus pais, também tiveram relações assim, únicos parceiros.
 Caroline Silveira
Sexólogo, Psicólogo
Curitiba
Que bom que vocês exploram a sexualidade de vocês, isso é fundamental para um relacionamento saudável! Apesar de vocês terem feito os exames de ISTs, a prática do sexo anal deve ser sempre com preservativo e lubrificante. Isso porque o ânus não é uma região com lubrificação própria, então existe a chance de ocorrer microfissuras durante a penetração. O contato das microfissuras com as fezes presentes no ânus podem causar infecções e outras doenças relacionadas.

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 Sandra Helena O. Silva
Psicólogo, Sexólogo
Rio de Janeiro
Olá. É importante lembrar que para a prática do sexo anal é necessário certos cuidados como preservativos, lubrificantes para diminuir o atrito e também o risco de micro lesões que podem facilitar a entrada de infecções.
Não é aconselhável haver penetração vaginal logo em seguida sem antes uma higiene íntima a fim de evitar vaginites e infecções urinárias.
Mas é uma área de prazer se tiver os cuidados devido e sendo uma parceria de relação fechada o risco de doenças sexualmente transmissível estará sob controle. Então só me resta desejar muitos orgasmos. Abs
Dr. Jose Romulo Frota
Psicanalista, Sexólogo
Curitiba
É positivo que você e seu parceiro tenham uma vida sexual ativa e consciente, com aprendizado sobre suas preferências e limites. A prática do sexo anal sem dor, embasada em comunicação e afeto, é uma abordagem saudável para a intimidade.

Visto que ambos fizeram exames que não indicam doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), as chances de transmissão são reduzidas. No entanto, é importante lembrar que algumas DSTs podem ser assintomáticas ou ter um período de incubação. Realizar exames regularmente é fundamental para monitorar a saúde sexual.

Considerando que vocês são parceiros exclusivos e não têm histórico de infidelidade, o risco de DSTs é menor. Ainda assim, o sexo anal, especialmente sem proteção, pode aumentar riscos de infecções. Utilizar medidas de prevenção e métodos de barreira é crucial.

Além disso, buscar um psicanalista ou sexólogo pode ser benéfico para fortalecer a saúde sexual e o relacionamento. Um psicanalista explora preocupações emocionais e ansiedades ligadas à sexualidade, aprofundando o entendimento da relação. Um sexólogo oferece orientações sobre práticas seguras e questões de saúde sexual. Consultar esses profissionais aprimora a compreensão e assegura medidas adequadas para proteger a saúde enquanto desfrutam de uma vida sexual saudável.
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 Natanael Jotar Santos
Psicólogo, Sexólogo
Navegantes
Que bom saber que vocês têm uma relação de carinho e respeito mútuo! Sobre a sua dúvida: se vocês dois fizeram exames e estão livres de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), o risco de transmissão é muito baixo. O fato de serem monogâmicos e exclusivos um do outro reduz ainda mais esse risco, já que as ISTs geralmente são transmitidas por meio de múltiplos parceiros ou pela troca de fluidos com pessoas infectadas.

A prática de sexo anal, se feita de forma segura, não aumenta o risco de contrair doenças se ambos os parceiros forem saudáveis e não houver histórico de infecções. No entanto, é sempre importante:

Usar preservativo se vocês forem mudar de tipo de relação (por exemplo, do sexo anal para o vaginal) para evitar qualquer risco de infecção.

Utilização de lubrificantes, facilita a pratica e aumenta as sensações de prazer e estimulo sexual.

Se ambos têm confiança nos exames realizados e na exclusividade do relacionamento, podem se sentir tranquilos quanto a isso. A chave é sempre manter a saúde em dia e comunicar-se abertamente sobre qualquer preocupação.

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