Eu tenho epilepsia des de 15 dias de nascida até hoj tomo depaquene controlado eu posso me aposentar
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Eu tenho epilepsia des de 15 dias de nascida até hoj tomo depaquene controlado eu posso me aposentar pq n posso trabalhar
Se a doença for controlável não há indicação de afastamento do trabalho. Contudo, se houver limitação sim pode ser avaliado pelo médico perito do INSS a possibilidade.
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Compreendo a situação da senhora, logo eu me disponho a fazer o laudo de incapacidade laboral, contudo eu preciso de mais dados, com um laudo médico na mão fica muito mais facil conseguir, marque sua consultar, me mostre todos os exames e aí nós conseguiremos o benefício que além de ser uma miséria necessita de tudo detalhado para que o perito compreenda
Entendo sua dúvida. A epilepsia é uma condição neurológica crônica que pode variar muito de pessoa para pessoa: há casos bem controlados com medicação, e outros com crises persistentes ou efeitos do tratamento que podem limitar algumas atividades, especialmente aquelas com risco elevado em caso de crise.
Para fins de aposentadoria por incapacidade (ou benefício por incapacidade), o ponto central não é “ter epilepsia” ou “usar Depakene”, e sim se existe incapacidade para o trabalho de forma total e permanente, ou incapacidade temporária, ou ainda limitações importantes para a sua função atual que não podem ser adaptadas. Isso costuma ser definido por avaliação médica com laudos e, principalmente, pela perícia do INSS.
Em geral, a análise leva em conta aspectos como: frequência e gravidade das crises apesar do tratamento; ocorrência de quedas, perda de consciência ou lesões; efeitos colaterais que prejudiquem atenção, memória ou coordenação; necessidade de supervisão; risco do tipo de atividade (por exemplo, trabalhar em altura, dirigir profissionalmente, operar máquinas, contato com eletricidade, fogo, água profunda); e histórico de internações, atendimentos de urgência ou afastamentos.
Quando a epilepsia está controlada e a pessoa consegue exercer atividades seguras com adaptações, nem sempre há indicação de benefício permanente. Por outro lado, se as crises seguem imprevisíveis ou frequentes, ou se a função é incompatível com segurança mesmo com tratamento, pode haver direito a afastamento e, em alguns casos, benefício por incapacidade.
O caminho mais adequado é conversar com um médico capacitado para documentar bem a situação. Em termos práticos, costuma ajudar ter registros objetivos, como: relatório médico detalhado (diagnóstico, tempo de acompanhamento, tratamento atual, resposta, efeitos colaterais); descrição da frequência das crises e do impacto no dia a dia; e exames e evoluções em prontuário. Com isso, você pode procurar o INSS ou um serviço de assistência social para orientação sobre qual benefício se aplica ao seu caso.
Procure avaliação com prioridade se houver aumento recente das crises, quedas com ferimentos, crises prolongadas, confusão mental após crise por muito tempo, ou se você teve crises em situações de risco (rua, escadas, perto de água, no trabalho).
Se você me disser qual é o seu tipo de trabalho (por exemplo, fábrica, limpeza, escritório, cozinha, motorista, trabalho em altura) e se as crises estão controladas nos últimos meses, eu consigo explicar de forma geral quais atividades costumam exigir restrições por segurança e quais documentos normalmente são mais úteis para a perícia.
Para fins de aposentadoria por incapacidade (ou benefício por incapacidade), o ponto central não é “ter epilepsia” ou “usar Depakene”, e sim se existe incapacidade para o trabalho de forma total e permanente, ou incapacidade temporária, ou ainda limitações importantes para a sua função atual que não podem ser adaptadas. Isso costuma ser definido por avaliação médica com laudos e, principalmente, pela perícia do INSS.
Em geral, a análise leva em conta aspectos como: frequência e gravidade das crises apesar do tratamento; ocorrência de quedas, perda de consciência ou lesões; efeitos colaterais que prejudiquem atenção, memória ou coordenação; necessidade de supervisão; risco do tipo de atividade (por exemplo, trabalhar em altura, dirigir profissionalmente, operar máquinas, contato com eletricidade, fogo, água profunda); e histórico de internações, atendimentos de urgência ou afastamentos.
Quando a epilepsia está controlada e a pessoa consegue exercer atividades seguras com adaptações, nem sempre há indicação de benefício permanente. Por outro lado, se as crises seguem imprevisíveis ou frequentes, ou se a função é incompatível com segurança mesmo com tratamento, pode haver direito a afastamento e, em alguns casos, benefício por incapacidade.
O caminho mais adequado é conversar com um médico capacitado para documentar bem a situação. Em termos práticos, costuma ajudar ter registros objetivos, como: relatório médico detalhado (diagnóstico, tempo de acompanhamento, tratamento atual, resposta, efeitos colaterais); descrição da frequência das crises e do impacto no dia a dia; e exames e evoluções em prontuário. Com isso, você pode procurar o INSS ou um serviço de assistência social para orientação sobre qual benefício se aplica ao seu caso.
Procure avaliação com prioridade se houver aumento recente das crises, quedas com ferimentos, crises prolongadas, confusão mental após crise por muito tempo, ou se você teve crises em situações de risco (rua, escadas, perto de água, no trabalho).
Se você me disser qual é o seu tipo de trabalho (por exemplo, fábrica, limpeza, escritório, cozinha, motorista, trabalho em altura) e se as crises estão controladas nos últimos meses, eu consigo explicar de forma geral quais atividades costumam exigir restrições por segurança e quais documentos normalmente são mais úteis para a perícia.
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