Eu tomo Rivotril há 3 anos e já tentei parar 2 vezes mas ñ consegui, no começo parecia tudo bem mas
20
respostas
Eu tomo Rivotril há 3 anos e já tentei parar 2 vezes mas ñ consegui, no começo parecia tudo bem mas depois voltei a ter crises de ansiedade. O médico disse q eu deveria parar pra ñ causar dependência.
Agora ñ tomo todos os dias mas sempre q as crises vêem recorro a ele.
O q eu devo fazer pra parar de tomar e ñ ter as crises ??
Quero conseguir só com a terapia sem remédios.
É possível ??
Agora ñ tomo todos os dias mas sempre q as crises vêem recorro a ele.
O q eu devo fazer pra parar de tomar e ñ ter as crises ??
Quero conseguir só com a terapia sem remédios.
É possível ??
Olá, Bom dia! É possível tratar a ansiedade com remédios como o Rivotril, que são eficazes em momentos de crise, mas sem acompnhamento psicoterapêutico fica difícil o desmame desse remédio, pois a psicoterapia é que vai lhe dar suporte psicológico e emocional para enfrentar as questões que lhe fizeram chegar a esse ponto da ansiedade. Eu diria que sim, que é possível cuidar da ansiedade apenas com terapia, mas não é tão simples. É preciso uma frequência alta de sessões, e principalmente a dedicação e força de vontade do paciente. Na terapia serão avaliados e discutidas as questẽs que lhe geram tanta ansiedade, na intenção de fazer você poder controlá-la sem que precise de medicamentos.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá! É importante ressaltar que, a medicação auxilia apenas na redução dos sintomas e não atua sobre a causa. Essa seria a sua tarefa por meio da psicoterapia. O psicólogo irá ajudar, por meio de um processo de autoconhecimento, no qual irá identificar os pensamentos que são gatilhos da ansiedade, podendo assim modificá-los, mudar seus comportamentos, para ter controle sobre a ansiedade. Nesse processo, a TCC oferece variadas técnicas para serem utilizadas, consequentemente terá a redução ou eliminação do uso do medicamento. Portanto, é possível controlar sua ansiedade e não utilizar medicamentos. Faça terapia.
Há a possibilidade de um processo terapêutico sem utilização de medicamentos, é necessário entender seu caso para que possa ver a necessidade ou não de continuação de um medicamento, lembrando que a parada de qualquer medicamento deve partir de um psiquiatra, não de um psicólogo, mas este pode te ajudar a caminhar melhor sem a medicação.
Para que vc obtenha sucesso no "desmame" do medicamento é necessário acompanhamento psiquiátrico e também psicológico, já que a o medicamento atenua o sintoma, mas a causa é emocional. Desta forma o psiquiatra vai te orientar quanto ao "desmame" e o psicólogo vai te ajudar com o suporte emocional para que você consiga elaborar as questões que envolvem o quadros de ansiedade. Desta forma é possível sim!
Olá, seria interessante você começar uma psicoterapia e quanto a medicação, siga a orientação do médico que o receitou ou procure a opinião de outro médico. Abçs!
Se é possivel, sim... porem é necessario encontrar a causa de toda a sua questao... ressignificar e mudar sua atitude mental. É simples? Nao..porem tb nao é impossivel. Te aconselho a buscar hipnoterapia, medicina germanica e psicoterapia, para te auxiliar nesse trilho e encontrar a causa. Nao deixe de tomar sozinho..sempre busque "desmamar" com a ajuda do psiquiatra e do psicologo, pois o trabalho é junto... Espero ter ajudado..Abs
Olá, boa tarde! Os benzodiazepínicos são uma classe de medicação muito útil quando bem indicada e bem prescrita. A sugestão do seu médico pode estar relacionada também ao fato de que o uso a longo prazo pode gerar problemas, tais como: prejuízo cognitivo, dificuldades de concentração, problemas de memória, sintomas de depressão, coordenação motora prejudicada e sonolência durante o dia. Entretanto, a retirada do Rivotril precisa ser feita não apenas sob orientação médica, mas de forma gradual, pois a abstinência de benzodianepínicos é muito comum, principalmente no caso de pacientes que utilizam a medicação há muito tempo com doses maiores. Resumindo: ↑ tempo, ↑ dose = mais delicado o processo de desmame. Lembrando que os quadros de abstinência podem imitar sintomas de ansiedade. Embora seja possível tratar questões relacionadas à ansiedade apenas com psicoterapia, no seu caso é importante que seja realizada uma avaliação, preferencialmente por um médico psiquiatra. Assim, ele poderá lhe orientar e lhe apoiar durante o processo de retirada do Rivotril. Um trabalho multidisciplinar envolvendo psiquiatra e psicólogo é altamente recomendado para que possam ser tratadas a dependência química, psicológica e comportamental da medicação referida. A Terapia Cognitivo Comportamental apresenta excelentes resultados, pois oferece ferramentas ao paciente para contestar a percepção de que ficará ansioso se não tiver o remédio; de que precisa recorrer ao remédio para manejo da ansiedade e para melhorar o próprio quadro de ansiedade.
Olá, boa tarde, tudo bem? Respondendo sua pergunta é possível sim. Porém depende de fatores bem importantes, como se você está fazendo acompanhamento psicológico, e tratando as causas da sua ansiedade, ou seja, conseguindo ter estratégias que te ajudem a lidar com a ansiedade no dia a dia. Importante ressaltar que que a ansiedade não tem cura, porém, podem sir ser tratada- em geral, de modo muito eficaz.
É fundamental, entender o papel que a ansiedade desempenha em sua vida. E compreender esse papel te permite superar a ansiedade - e não eliminá-la por completo.
Um segundo ponto é avaliar junto a seu psiquiatra, como está sendo o desmame, existem sintomas comuns a essa faze, inclusive sentimento de piora por um período curto. É preciso intender se isso é uma característica do seu processo de desmame e do medicamento que está tomando, ou se com a parada do medicamento ainda exista um estado residual. Que pode ocasionar uma piora com a parada, e a necessidade da continuada do tratamento medicamentoso.
Todos esses contextos devem ser levados em consideram, para que você viva bem com sua ansiedade. Qualquer coisa fico a disposição, abraço
É fundamental, entender o papel que a ansiedade desempenha em sua vida. E compreender esse papel te permite superar a ansiedade - e não eliminá-la por completo.
Um segundo ponto é avaliar junto a seu psiquiatra, como está sendo o desmame, existem sintomas comuns a essa faze, inclusive sentimento de piora por um período curto. É preciso intender se isso é uma característica do seu processo de desmame e do medicamento que está tomando, ou se com a parada do medicamento ainda exista um estado residual. Que pode ocasionar uma piora com a parada, e a necessidade da continuada do tratamento medicamentoso.
Todos esses contextos devem ser levados em consideram, para que você viva bem com sua ansiedade. Qualquer coisa fico a disposição, abraço
Percebo que já exista um certo nível de eficácia no tratamento, o que de um um ponto de vista lhe tranquiliza, por outro lhe proporciona medo da dependência, o que pode aumentar a sensação de medo.
Para um eficiente resultado no tratamento da ansiedade se faz necessário o cuidado através de medicamentos mas também o aporte terapêutico, que trará à consciência os fenômenos desencadeantes e os mecanismos usados para suprimi-los.
Pois a supressão desses fenômenos falham, fazendo com que os sintomas persistam e sejam recorrentes, por isso a necessidade da realização da psicoterapia vinculada com o tratamento psicofarmacológico.
Atenciosamente.
À disposição!
Para um eficiente resultado no tratamento da ansiedade se faz necessário o cuidado através de medicamentos mas também o aporte terapêutico, que trará à consciência os fenômenos desencadeantes e os mecanismos usados para suprimi-los.
Pois a supressão desses fenômenos falham, fazendo com que os sintomas persistam e sejam recorrentes, por isso a necessidade da realização da psicoterapia vinculada com o tratamento psicofarmacológico.
Atenciosamente.
À disposição!
Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta - R$ 150
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Olá! O Rivotril (clonazepan), independente da dosagem, é um medicamento com alto potencial de causar dependência. O ideal para deixar de usa lo é conversar com um psiquiatra que irá tratar sua ansiedade com outros medicamentos, mantendo o equilíbrio químico durante essa transição, até que se encontrem estratégias menos prejudiciais para lidar com os sintomas existentes.
Na realidade o remédio atua nos sintomas, mas a causa vc resolve na terapia, os dois andam juntos.
Para parar o remédio, pelo menos tem que tomar direto por 1 ano, e estar fazendo terapia, para depois o psiquiatra, descontinuar a medicação, só ele pode fazer isso, pois se vc estanca o remédio de uma vez os sintomas vem em forma de rebote muito mais intenso do que antes.
Para parar o remédio, pelo menos tem que tomar direto por 1 ano, e estar fazendo terapia, para depois o psiquiatra, descontinuar a medicação, só ele pode fazer isso, pois se vc estanca o remédio de uma vez os sintomas vem em forma de rebote muito mais intenso do que antes.
Olá! Obrigado por compartilhar sua história conosco. Parece que você tem tomado Rivotril há 3 anos e já tentou parar duas vezes, mas experimentou crises de ansiedade quando fez isso. É importante lembrar que parar de tomar medicamentos benzodiazepínicos como o Rivotril pode ser desafiador e, às vezes, pode exigir um processo gradual de redução da dose para evitar a retirada abrupta.
Para ajudá-lo a parar de tomar o Rivotril e controlar suas crises de ansiedade, eu sugiro que você busque ajuda de um psiquiatra e um psicólogo. O psiquiatra pode ajudá-lo a elaborar um plano gradual de redução da dose para que você possa parar de tomar o medicamento de forma segura e sem efeitos colaterais indesejados. Eles também podem prescrever outros medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos mais seguros, se necessário.
O psicólogo pode ajudá-lo a lidar com sua ansiedade por meio de terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou outras abordagens terapêuticas. A TCC pode ajudá-lo a identificar e mudar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para sua ansiedade e desenvolver habilidades de enfrentamento para lidar com situações desencadeadoras de ansiedade.
É importante lembrar que parar de tomar medicamentos para a ansiedade pode levar tempo e exigir esforço. No entanto, com o apoio adequado de profissionais de saúde e a determinação em buscar a mudança, é possível superar sua dependência do Rivotril e lidar com suas crises de ansiedade de maneira mais saudável e eficaz.
Não hesite em buscar ajuda profissional para superar essa dificuldade. Lembre-se de que você não está sozinho e há muitas pessoas dispostas a ajudá-lo a superar essa dificuldade.
Para ajudá-lo a parar de tomar o Rivotril e controlar suas crises de ansiedade, eu sugiro que você busque ajuda de um psiquiatra e um psicólogo. O psiquiatra pode ajudá-lo a elaborar um plano gradual de redução da dose para que você possa parar de tomar o medicamento de forma segura e sem efeitos colaterais indesejados. Eles também podem prescrever outros medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos mais seguros, se necessário.
O psicólogo pode ajudá-lo a lidar com sua ansiedade por meio de terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou outras abordagens terapêuticas. A TCC pode ajudá-lo a identificar e mudar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para sua ansiedade e desenvolver habilidades de enfrentamento para lidar com situações desencadeadoras de ansiedade.
É importante lembrar que parar de tomar medicamentos para a ansiedade pode levar tempo e exigir esforço. No entanto, com o apoio adequado de profissionais de saúde e a determinação em buscar a mudança, é possível superar sua dependência do Rivotril e lidar com suas crises de ansiedade de maneira mais saudável e eficaz.
Não hesite em buscar ajuda profissional para superar essa dificuldade. Lembre-se de que você não está sozinho e há muitas pessoas dispostas a ajudá-lo a superar essa dificuldade.
Olá, tudo bem? Espero que sim! Respondendo sua pergunta, entendo essa angustia em relação a dependência ao medicamento e é possível apenas com terapia! Porém é de extrema importância um acompanhamento multidisciplinar, onde a psiquiatria e a psicologia tenham contato e andem juntas no caso, para te auxiliar nesse processo que apesar de não ser fácil, é possível! Espero que consiga alcançar seu objetivo!
Como vai?
Que bom que você pensa em buscar maneiras de lidar com sua ansiedade de forma mais saudável e reduzir o uso do Rivotril. É possível fazer a transição para estratégias de gerenciamento de ansiedade sem depender exclusivamente de medicamentos. Aqui estão algumas etapas que podem ajudá-lo a parar de tomar Rivotril e gerenciar suas crises de ansiedade de forma eficaz:
Consulte um médico: É importante trabalhar em estreita colaboração com um psiquiatra ao fazer a transição para estratégias de gerenciamento de ansiedade sem medicação. Ele pode ajudá-lo a criar um plano de desmame seguro e monitorar seu progresso ao longo do tempo.
Terapia cognitivo-comportamental (TCC): A TCC é uma abordagem terapêutica eficaz para o tratamento da ansiedade. Um psicólogo treinado pode ajudá-lo a identificar pensamentos negativos ou distorcidos e desenvolver habilidades para desafiar esses padrões de pensamento e reduzir a ansiedade.
Técnicas de relaxamento: Aprender técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação, ioga ou relaxamento muscular progressivo, pode ajudar a reduzir a ansiedade e promover uma sensação de calma.
Estilo de vida saudável: Manter um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada, exercícios físicos regulares e sono adequado, pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade.
Evite gatilhos de ansiedade: Identifique os gatilhos específicos que desencadeiam suas crises de ansiedade e tente evitar ou minimizar sua exposição a eles sempre que possível.
Suporte social: Busque apoio de amigos, familiares ou grupos de apoio. Compartilhar suas experiências com outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes pode ser reconfortante e encorajador.
Seja paciente: Parar de tomar Rivotril e aprender a gerenciar a ansiedade de forma diferente pode levar tempo e requer prática. Esteja preparado para enfrentar desafios ao longo do caminho e seja gentil consigo mesmo durante o processo.
Lembre-se de que não há uma abordagem única que funcione para todos, e pode ser necessário tentar várias estratégias diferentes antes de encontrar o que funciona melhor para você. Não hesite em buscar ajuda profissional e apoio durante esse processo de mudança. Te desejo um feliz dia!
@psicologia.veredas
Que bom que você pensa em buscar maneiras de lidar com sua ansiedade de forma mais saudável e reduzir o uso do Rivotril. É possível fazer a transição para estratégias de gerenciamento de ansiedade sem depender exclusivamente de medicamentos. Aqui estão algumas etapas que podem ajudá-lo a parar de tomar Rivotril e gerenciar suas crises de ansiedade de forma eficaz:
Consulte um médico: É importante trabalhar em estreita colaboração com um psiquiatra ao fazer a transição para estratégias de gerenciamento de ansiedade sem medicação. Ele pode ajudá-lo a criar um plano de desmame seguro e monitorar seu progresso ao longo do tempo.
Terapia cognitivo-comportamental (TCC): A TCC é uma abordagem terapêutica eficaz para o tratamento da ansiedade. Um psicólogo treinado pode ajudá-lo a identificar pensamentos negativos ou distorcidos e desenvolver habilidades para desafiar esses padrões de pensamento e reduzir a ansiedade.
Técnicas de relaxamento: Aprender técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação, ioga ou relaxamento muscular progressivo, pode ajudar a reduzir a ansiedade e promover uma sensação de calma.
Estilo de vida saudável: Manter um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada, exercícios físicos regulares e sono adequado, pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade.
Evite gatilhos de ansiedade: Identifique os gatilhos específicos que desencadeiam suas crises de ansiedade e tente evitar ou minimizar sua exposição a eles sempre que possível.
Suporte social: Busque apoio de amigos, familiares ou grupos de apoio. Compartilhar suas experiências com outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes pode ser reconfortante e encorajador.
Seja paciente: Parar de tomar Rivotril e aprender a gerenciar a ansiedade de forma diferente pode levar tempo e requer prática. Esteja preparado para enfrentar desafios ao longo do caminho e seja gentil consigo mesmo durante o processo.
Lembre-se de que não há uma abordagem única que funcione para todos, e pode ser necessário tentar várias estratégias diferentes antes de encontrar o que funciona melhor para você. Não hesite em buscar ajuda profissional e apoio durante esse processo de mudança. Te desejo um feliz dia!
@psicologia.veredas
Olá! Converse com seu médico sobre seu desejo de parar de tomar Rivotril. É importante que qualquer mudança no uso do medicamento e o adequado desmame seja feito sob a supervisão de um psiquiatra. O desmame gradual do Rivotril é crucial para evitar sintomas de abstinência. Seu médico pode criar um plano de redução lenta da dose para minimizar os efeitos colaterais e ajudar seu corpo a se ajustar.
O tratamento combinado (medicação + psicoterapia) é o mais recomendado para o tratamento de ansiedade. Contanto, é possível tratar somente com terapia. A Terapia Cognitiva-Comportamental é altamente eficaz no tratamento de ansiedade. Um terapeuta pode ajudar a identificar e mudar padrões de pensamento disfuncionais e desenvolver habilidades de enfrentamento para lidar com a ansiedade.
Resumindo: sim, é possível gerenciar a ansiedade sem medicamentos, mas requer um compromisso com a terapia, autogestão e suporte adequado. Com a orientação correta e estratégias eficazes, você pode aprender a lidar com a ansiedade de maneiras saudáveis e eficazes. Se precisar de mais ajuda ou quiser discutir mais sobre isso, estarei aqui para ajudar.
O tratamento combinado (medicação + psicoterapia) é o mais recomendado para o tratamento de ansiedade. Contanto, é possível tratar somente com terapia. A Terapia Cognitiva-Comportamental é altamente eficaz no tratamento de ansiedade. Um terapeuta pode ajudar a identificar e mudar padrões de pensamento disfuncionais e desenvolver habilidades de enfrentamento para lidar com a ansiedade.
Resumindo: sim, é possível gerenciar a ansiedade sem medicamentos, mas requer um compromisso com a terapia, autogestão e suporte adequado. Com a orientação correta e estratégias eficazes, você pode aprender a lidar com a ansiedade de maneiras saudáveis e eficazes. Se precisar de mais ajuda ou quiser discutir mais sobre isso, estarei aqui para ajudar.
Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta - R$ 120
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Para construção desta resposta é importante a escuta profissional de seu caso, considerando que o tratamento pode se modificar conforme o modo como algumas questões surgirem durante seus caminhos. O tratamento sem o uso de medicações é uma possibilidade de existência mas não é recomendado a todos os casos. Sugiro a busca e início de processo de psicoterapia/psicanálise com profissional para que possam construir este saber sobre suas possibilidades em conjunto. Caso deseje, estarei a disposição. Abraço.
O mais importante nesse momento seria você voltar ao médico e dizer se tem algum medicamento que possa fazer a substituição deste, se o quadro volta cada vez que você tenta interromper a medicação, então é necessário que médico esteja ciente de que alguma coisa não está saudável para você.
Quanto a terapia independente se você toma medicação ou não é muito importante que você continue, que logo vai obter melhoras.
Quanto a terapia independente se você toma medicação ou não é muito importante que você continue, que logo vai obter melhoras.
Compreendo como deve ser desafiador lidar com as crises de ansiedade e o desejo de parar com o medicamento, especialmente após já ter tentado algumas vezes. A busca por alternativas à medicação, como a psicoterapia, é um passo importante e válido. No entanto, é fundamental ter em mente que a redução ou suspensão de um medicamento como o Rivotril deve ser feita de forma gradual e com acompanhamento médico, para garantir que o processo seja seguro e que as crises de ansiedade possam ser tratadas adequadamente.
A psicoterapia pode ser muito útil no tratamento da ansiedade, pois pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com as crises sem recorrer ao medicamento. Ela pode apoiar você a compreender e modificar os padrões de pensamento que geram a ansiedade, além de fornecer ferramentas para lidar com os sintomas de maneira mais saudável.
Recomendo que continue seu acompanhamento médico enquanto inicia a psicoterapia, para que você possa receber a orientação adequada e ajustar a medicação de maneira segura, conforme necessário. Com o tempo e o apoio certo, é possível que você consiga reduzir ou até mesmo eliminar a dependência do medicamento, aprendendo a manejar a ansiedade de outras formas.
É um processo gradual, mas com paciência e apoio, é possível avançar nessa direção. Se sentir que o medicamento ainda é necessário para o momento, isso não diminui os seus esforços ou progressos na psicoterapia. O importante é ir no seu ritmo e com o suporte adequado.
A psicoterapia pode ser muito útil no tratamento da ansiedade, pois pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com as crises sem recorrer ao medicamento. Ela pode apoiar você a compreender e modificar os padrões de pensamento que geram a ansiedade, além de fornecer ferramentas para lidar com os sintomas de maneira mais saudável.
Recomendo que continue seu acompanhamento médico enquanto inicia a psicoterapia, para que você possa receber a orientação adequada e ajustar a medicação de maneira segura, conforme necessário. Com o tempo e o apoio certo, é possível que você consiga reduzir ou até mesmo eliminar a dependência do medicamento, aprendendo a manejar a ansiedade de outras formas.
É um processo gradual, mas com paciência e apoio, é possível avançar nessa direção. Se sentir que o medicamento ainda é necessário para o momento, isso não diminui os seus esforços ou progressos na psicoterapia. O importante é ir no seu ritmo e com o suporte adequado.
Olá, tudo bem?
É compreensível que parar o Rivotril não seja algo simples, pois o organismo e o cérebro criam uma dependência não apenas química, mas também psicológica – a crença de que o medicamento é a única forma de evitar as crises pode fortalecer esse ciclo. Seu desejo de lidar com a ansiedade sem remédios faz sentido e, sim, é possível, mas envolve um processo gradual, com estratégias terapêuticas bem estruturadas para que o seu sistema nervoso aprenda a regular as emoções de outras formas.
Neurocientificamente, o Rivotril age como um “freio” no sistema nervoso, reduzindo a atividade da amígdala, que é uma das áreas responsáveis pelo medo e ansiedade. Quando ele é retirado abruptamente ou sem um suporte adequado, o cérebro pode reagir com um efeito rebote, intensificando os sintomas ansiosos. O caminho para substituir o remédio envolve treinar seu sistema nervoso para encontrar outras formas de regulação, como técnicas de respiração, mindfulness, exposição gradual ao desconforto e estratégias terapêuticas que trabalhem as crenças por trás da ansiedade.
Já notou quais são os gatilhos que te fazem recorrer ao medicamento? Como seria explorar maneiras de enfrentar a ansiedade antes que ela se intensifique, experimentando pequenas mudanças ao longo do tempo? Você já tentou observar a crise como uma onda – que sobe, atinge um pico e depois desce – sem tentar controlá-la imediatamente?
O desmame do Rivotril precisa ser feito com acompanhamento médico, e a terapia pode ser uma aliada poderosa nesse processo. Trabalhando sua relação com a ansiedade e fortalecendo outras formas de autorregulação, seu cérebro pode aprender a lidar com as crises sem precisar do medicamento. Caso precise, estou à disposição.
É compreensível que parar o Rivotril não seja algo simples, pois o organismo e o cérebro criam uma dependência não apenas química, mas também psicológica – a crença de que o medicamento é a única forma de evitar as crises pode fortalecer esse ciclo. Seu desejo de lidar com a ansiedade sem remédios faz sentido e, sim, é possível, mas envolve um processo gradual, com estratégias terapêuticas bem estruturadas para que o seu sistema nervoso aprenda a regular as emoções de outras formas.
Neurocientificamente, o Rivotril age como um “freio” no sistema nervoso, reduzindo a atividade da amígdala, que é uma das áreas responsáveis pelo medo e ansiedade. Quando ele é retirado abruptamente ou sem um suporte adequado, o cérebro pode reagir com um efeito rebote, intensificando os sintomas ansiosos. O caminho para substituir o remédio envolve treinar seu sistema nervoso para encontrar outras formas de regulação, como técnicas de respiração, mindfulness, exposição gradual ao desconforto e estratégias terapêuticas que trabalhem as crenças por trás da ansiedade.
Já notou quais são os gatilhos que te fazem recorrer ao medicamento? Como seria explorar maneiras de enfrentar a ansiedade antes que ela se intensifique, experimentando pequenas mudanças ao longo do tempo? Você já tentou observar a crise como uma onda – que sobe, atinge um pico e depois desce – sem tentar controlá-la imediatamente?
O desmame do Rivotril precisa ser feito com acompanhamento médico, e a terapia pode ser uma aliada poderosa nesse processo. Trabalhando sua relação com a ansiedade e fortalecendo outras formas de autorregulação, seu cérebro pode aprender a lidar com as crises sem precisar do medicamento. Caso precise, estou à disposição.
Ei.
- Sim, existe sim. De praxe a medicação serve para ajudar a estabilizar alguns quadros para que a pessoa consiga realizar a tarefas dos cotidianos e ter uma qualidade de vida melhor, depois a psicoterapia pode auxiliar no aprendizado de uma autonomia, autocuidado e autogestão para que a pessoa não dependa mais da medicação. Dependendo do que estiver causando a Ansiedade leva algum tempo até que as pessoas aprendam isso.
- Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Sim, existe sim. De praxe a medicação serve para ajudar a estabilizar alguns quadros para que a pessoa consiga realizar a tarefas dos cotidianos e ter uma qualidade de vida melhor, depois a psicoterapia pode auxiliar no aprendizado de uma autonomia, autocuidado e autogestão para que a pessoa não dependa mais da medicação. Dependendo do que estiver causando a Ansiedade leva algum tempo até que as pessoas aprendam isso.
- Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder.
Abraços
Perguntas relacionadas
- Estou sem tomar o Rivotril, tendo insônia e pesadelos, não consigo concentrar,o que faço?
- Rivotril gotas acusa , aparece em tomografia? Uso o medicamento e farei o exame.
- Minha mãe toma Rivotril, ela não bebe nenhuma bebida alcoólica, porém comprei uma garrafa de vinho e ficou com vontade rs, apenas meia taça de vinho teria algum perigo?
- Rivotril causa impotencia sexual e libido baixa e ausência de orgasmo ?
- Tomo clonazepam e posso beber cerveja só final de semana? será que causa algum problema?
- Sofro de ansiedade e tenho insônia, sou hipertenso, e diabético ambos sobre controle, Tomo clonazepam mas estou querendo fazer o desmame, passei a tomar de 1 por conta própria, mais sinto algumas irritações, estou fazendo o correto?
- Boa noite ! Estou fazendo uso do xarelto e estou sentindo dores lombares puxando dor cansada para as pernas o que devo fazer ?
- Boa tarde, tomo desvenlaxacina de 100mg há 6 meses, e ainda sinto muito medo de tudo, dor de cabeça.... E outras coisas. É normal?
- Viciado em drogas com alucinações, e tem problemas cardíaco, o que fazer , não conseguimos leva lo, a uma clinica para tratamento, como trata lo em casa?
- tomei 6 clonazepam e não estou conseguindo dormir. por que será?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1852 perguntas sobre Rivotril
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.