Existe, de fato, a depressão pós parto? Por que isso acontece se, o maior acontecimento da vida de
8
respostas
Existe, de fato, a depressão pós parto? Por que isso acontece se, o maior acontecimento da vida de uma mulher é gerar um filho?! Tal depressão significa exatamente o que: rejeição ao filho?
Depressão pós parto é uma condição médica e psicológica que exige tratamento e não tem a ver com rejeição ao bebê ou o fato de não querer ser mãe. Após o parto, existem quedas bruscas nos níveis de alguns hormônios , ocasionando alguns tipos de mudança de humor, desde uma tristeza mais branda (chamada de baby blues ) e em alguns casos, também dependendo de fatores genéticos e ambientais, a depressão pós parto. O tratamento consiste em medicar a puérpera com antidepressivo, que tem que ser muito bem escolhido de acordo com o risco/ benefício para a dupla mãe e bebê, e também tratamento psicoterapêutico, que vai ajudar a mulher a identificar medos e anseios que estejam relacionados à condição depressiva.
Importante frisar que não é falta de amor ou apego à criança, mas sim que é preciso dar todo o apoio e ajuda nesse momento especial da vida dessa família.
Importante frisar que não é falta de amor ou apego à criança, mas sim que é preciso dar todo o apoio e ajuda nesse momento especial da vida dessa família.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá. Existe sim. A depressão pós-parto é a segunda manifestação psiquiátrica mais comum nessa fase, ocorrendo entre 3 e 17% das parturientes. o diagnóstico é feito até 4 semanas após o parto.
O mecanismo desencadeante ainda é desconhecido, pois é uma doença de causas múltiplas, como fatores estressores, hormonais, genéticos entre outros.
O mais importante da tua pergunta é que NÃO tem relação com a rejeição ao filho. A pessoa acometida não deves se sentir culpada, as mães pensam que estão sendo muito más não conseguindo interagir adequadamente com o filho, pois não estão dispostas pela doença.
O tratamento com psiquiatra deve ser buscado o mais rápido possível, para minimizar os sintomas, e assim a mãe poderá interagir melhor com seu bebê.
Alguns antidepressivos são muito seguros na lactação, ou seja, podem ser utilizados durante a amamentação.
Boa sorte.
Leonardo
O mecanismo desencadeante ainda é desconhecido, pois é uma doença de causas múltiplas, como fatores estressores, hormonais, genéticos entre outros.
O mais importante da tua pergunta é que NÃO tem relação com a rejeição ao filho. A pessoa acometida não deves se sentir culpada, as mães pensam que estão sendo muito más não conseguindo interagir adequadamente com o filho, pois não estão dispostas pela doença.
O tratamento com psiquiatra deve ser buscado o mais rápido possível, para minimizar os sintomas, e assim a mãe poderá interagir melhor com seu bebê.
Alguns antidepressivos são muito seguros na lactação, ou seja, podem ser utilizados durante a amamentação.
Boa sorte.
Leonardo
Sim, existe depressão pós-parto e a incidência chega a 15% das mulheres que amamentam. Muitas não procuram atendimento médico porque os sintomas regridem depois de alguns dias. Estudos mostram que existem vários fatores predisponentes, não podendo afirmarmos que se trata apenas de rejeição ao bebê ou a maternidade.
Prezado(a) Paciente,
Sim, existe e pode chegar a um nível grave - daí a necessidade de intervenção psicofarmacológica.
Já presenciei quadro de depressão pós-parto, com psicose, onde, infelizmente ocorreu óbito do bebê, em função das alucinações de comando; vozes ordenavam à paciente que tirasse a vida de seu filho.
Diversos estudos sugerem que a depressão pós-parto faça parte de um transtorno de humor, do tipo bipolar.
O importante é lembrarmos que existe tratamento e que o bebê irá se beneficiar, pois tanto melhor uma mãe saudável ,que não amamente, para cuidar de seu filho, do que uma mãe deprimida e ansiosa,que amamente, porém cujo comportamento disfuncional pode ser extremamente prejudicial ao desenvolvimento do indivíduo.
Um abraço da
Dra. Andrea Della Fávera.
Sim, existe e pode chegar a um nível grave - daí a necessidade de intervenção psicofarmacológica.
Já presenciei quadro de depressão pós-parto, com psicose, onde, infelizmente ocorreu óbito do bebê, em função das alucinações de comando; vozes ordenavam à paciente que tirasse a vida de seu filho.
Diversos estudos sugerem que a depressão pós-parto faça parte de um transtorno de humor, do tipo bipolar.
O importante é lembrarmos que existe tratamento e que o bebê irá se beneficiar, pois tanto melhor uma mãe saudável ,que não amamente, para cuidar de seu filho, do que uma mãe deprimida e ansiosa,que amamente, porém cujo comportamento disfuncional pode ser extremamente prejudicial ao desenvolvimento do indivíduo.
Um abraço da
Dra. Andrea Della Fávera.
Olá! A depressão pós-parto não só existe como é bastante comum entre as mulheres, porém, muitas vezes fica silenciada até pelo próprio medo da mulher de ser julgada e de todo preconceito com relação à doença.
Tanto a níveis hormonais e físicos como emocionalmente a mulher vive durante toda a gravidez e ao fim da mesma, uma montanha russa de emoções e sentimentos, que nem sempre são compreendidos por ela e pelos familiares.
Não necessariamente uma mulher que desenvolva depressão pós parto quer rejeitar seu bebê ou a ideia da maternidade, por vezes o que acontece é resultado de fragilidades como uma predisposição ao humor depressivo, ou mesmo, a alguma experiência de violência obstetrícia.
É preciso romper com os tabus da maternidade como experiência apenas positiva e entender como é para cada mulher, em cada momento de sua vida, a vivencia da maternidade.
Lembrando que depressão é algo sério e que precisa ser tratado de maneira efetiva para maior bem estar da mulher.
Abraço.
Tanto a níveis hormonais e físicos como emocionalmente a mulher vive durante toda a gravidez e ao fim da mesma, uma montanha russa de emoções e sentimentos, que nem sempre são compreendidos por ela e pelos familiares.
Não necessariamente uma mulher que desenvolva depressão pós parto quer rejeitar seu bebê ou a ideia da maternidade, por vezes o que acontece é resultado de fragilidades como uma predisposição ao humor depressivo, ou mesmo, a alguma experiência de violência obstetrícia.
É preciso romper com os tabus da maternidade como experiência apenas positiva e entender como é para cada mulher, em cada momento de sua vida, a vivencia da maternidade.
Lembrando que depressão é algo sério e que precisa ser tratado de maneira efetiva para maior bem estar da mulher.
Abraço.
A depressão pós-parto, de fato, é um transtorno que algumas mulheres podem vivenciar e como qualquer outro quadro clínico deve receber cuidados profissionais.
Algumas mulheres podem estar, por exemplo, em situações de vida desfavoráveis e podem não encarar o nascimento do filho como sendo este "maior acontecimento da vida", como você citou.
A fase da gravidez mexe muito com a mulher porque ela se depara com infinitas mudanças de uma só vez (corporais, físicas, hormonais, emocionais, sociais, psicológicas). No entanto, a gravidez é um momento em que a mulher recebe muita atenção e cuidados. Já com o nascimento do bebê, toda a atenção normalmente vai para ele e muitas mulheres que acabaram de ter o filho acham que esse momento é o mais solitário.E aí a depressão pós-parto pode aparecer sim.
É uma rejeição no sentido de que ela não está tão interessada no bebê, em cuidar, amamentar e estimular seu desenvolvimento. Ela provavelmente não está interessada nem nela mesmo.
Abraço!
Algumas mulheres podem estar, por exemplo, em situações de vida desfavoráveis e podem não encarar o nascimento do filho como sendo este "maior acontecimento da vida", como você citou.
A fase da gravidez mexe muito com a mulher porque ela se depara com infinitas mudanças de uma só vez (corporais, físicas, hormonais, emocionais, sociais, psicológicas). No entanto, a gravidez é um momento em que a mulher recebe muita atenção e cuidados. Já com o nascimento do bebê, toda a atenção normalmente vai para ele e muitas mulheres que acabaram de ter o filho acham que esse momento é o mais solitário.E aí a depressão pós-parto pode aparecer sim.
É uma rejeição no sentido de que ela não está tão interessada no bebê, em cuidar, amamentar e estimular seu desenvolvimento. Ela provavelmente não está interessada nem nela mesmo.
Abraço!
A depressão pós-parto é uma condição de profunda tristeza, desespero e falta de esperança. A depressão pós-parto traz inúmeras consequências ao vínculo da mãe com o bebê, sobretudo no que se refere ao aspecto afetivo. A literatura cita efeitos no desenvolvimento social, afetivo e cognitivo da criança, além de sequelas prolongadas na infância e adolescência.
Depressão pós-parto não é uma fraqueza e não existe uma única causa conhecida para, estando associada a fatores físicos, emocionais, estilo e qualidade de vida, etc. No entanto, a principal causa da depressão pós-parto é o enorme desequilíbrio de hormônios em decorrência do término da gravidez.
A depressão pós-parto, se não tratada adequadamente, pode durar meses e até tornar-se em um distúrbio depressivo crônico.
Busque ajuda!
Abraços! Flavianne
Depressão pós-parto não é uma fraqueza e não existe uma única causa conhecida para, estando associada a fatores físicos, emocionais, estilo e qualidade de vida, etc. No entanto, a principal causa da depressão pós-parto é o enorme desequilíbrio de hormônios em decorrência do término da gravidez.
A depressão pós-parto, se não tratada adequadamente, pode durar meses e até tornar-se em um distúrbio depressivo crônico.
Busque ajuda!
Abraços! Flavianne
Olá, sim existe depressão pós parto, se é seu caso ou de uma pessoa próxima procurar um psiquiatra para começar o tratamento medicamentoso e pararelo a isso psicoterapia. Espero ter ajudado.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
- Faço uso de carbonato de lítio, minha litemia deu 0,40. Ainda sim apresento alterações no humor como mania/hipomania e depressão. Meu psiquiatra deve rever a dosagem de lítio?
- Olá, meu filho tem 11 anos e sempre comeu mto bem ate de mas ,so que um dia pro outro ele mudou, fala que parece que tem alguma coisa na garganta e que parece q a comida q ele come fica presa ali pela areia peitoral ali no meio e sente desconforto na área abdominal e eu olho ele comendo e isso…
- Estou fazendo uso de desvelaxina 50mg e olazapina 2,5 mg e sinto ansiedade e me sinto observado o tempo todo tenho pensamentos negativos sensações ruins, sinto ansiedade por barulhos e faço o uso a mais de 2 meses, será que não está fazendo efeito ?
- Paciente vem fazendo tratamento psiquiátrico para depressão a mais de um ano, ultiza o clonazepam gotas durante todo esse período, e atualmente toma rispiridona, Valdoxan e amitriptilina. Reclama que não sente cansaço, não consegue sentir gosto dos alimentos e nem cheiro, ainda sente muita tristeza…
- Estou tomando há uns 6 meses o Elifore, é verdade que ele causa hipertensão?
- Sou usuário da Sertralina, teria conflito se usasse juntamente com o carbonato de lítio e Amitriptilina?
- Sinto um vazio no peito e parece que fiz algo de errado sem ter feito e é como se alguma coisa vai acontecer de mal a qualquer momento. Medo de perder alguém da minha família me deixa muito nervosa aí choro muito já passo com psicóloga e psiquiatra. O que fazer?
- Faço tratamento há 6 meses para depressão com citalopram. Tomo dois comprimidos por dia. Tive melhoras, mas em algumas coisas percebi que voltaram , por exemplo não tenho ânimo para fazer exercícios físicos . Isso é uma recaída mesmo tomando o remédio ou precisa trocar por outro antidepressivo?
- Aumentei a dose de desvalaxina de 50 para 100mg,e estou sentindo os mesmos sintomas do início, vazio,tristeza ,sem energia,angústia, taquicardia e tontura .Hoje faz 13 dias do aumento da dose ,esses sintomas podem perdurar até quantos dias ??
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1263 perguntas sobre Depressão
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.