. Existe uma relação científica entre ser canhoto e ter Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

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. Existe uma relação científica entre ser canhoto e ter Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Não há evidência científica consistente que comprove essa relação. O TPB é compreendido como multifatorial, envolvendo predisposição biológica, experiências relacionais e ambiente. A lateralidade não é considerada um fator de risco clínico.

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Não, o transtorno Borderline é um estado de des-limitacao, hipertrofia do momento presente em detrimento do passado e do futuro, instabilidade emocional, sensibilidade à frustração, uma psicopatologia contemporânea que diz mais respeito a particularidades da epoca em que existimos. Época que tem como paradigma a produtividade ao nível máximo normalizada e que, justamente por isso, resulta em des-medidas. Nesse solo torna-se fértil para o crescimento, psicopatologias que no âmago tem a desmedida e instantaneismo como seu sintoma principal. Dessa forma seria reducionismo entender uma psicopatologia apenas à partir de teorias cerebrocentricas. Cérebro, corpo e mundo segundo Thomas Fucks no kivro cerebro: um órgão relacional, são impensáveis um sem o outro. São co pertencentes um ao outro. Não existe cérebro sem corpo e corpo sem mundo
Não há evidência científica consistente que relacione ser canhoto ao Transtorno de Personalidade Borderline. O TPB envolve padrões de instabilidade emocional, relações intensas e dificuldades na regulação dos afetos, independentemente da lateralidade. Cada pessoa constrói esses modos de se relacionar a partir de sua história, vínculos e experiências precoces. Quando esses padrões causam sofrimento, um espaço de escuta pode ajudar a dar sentido ao que se repete e ao que pede cuidado. No meu perfil você encontra mais conteúdos e caminhos para iniciar esse processo de acompanhamento.

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