Existem aspectos positivos nas amizades de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
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Existem aspectos positivos nas amizades de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Oi, fico muito feliz que tenha feito essa pergunta — ela traz um olhar mais humano e menos estigmatizante sobre o Transtorno de Personalidade Borderline, e isso é essencial para compreender de forma justa quem vive com essa condição.
Sim, existem aspectos muito positivos nas amizades de pessoas com TPB. Embora o foco geralmente recaia sobre a instabilidade emocional ou os conflitos relacionais, o outro lado da experiência é uma capacidade profunda de sentir, perceber e se conectar. Pessoas com TPB costumam ter uma empatia aguçada, uma sensibilidade emocional fora do comum e uma intensidade afetiva que, quando canalizada com equilíbrio, torna os vínculos verdadeiramente autênticos e significativos. Elas sentem o mundo com profundidade — e isso se traduz em lealdade, presença e generosidade emocional.
O desafio é que a mesma intensidade que alimenta a conexão também pode causar sofrimento. O medo de rejeição e a oscilação entre idealização e frustração fazem com que essas relações, às vezes, fiquem marcadas por altos e baixos. Mas, quando há autoconhecimento e limites claros — tanto por parte da pessoa com TPB quanto de quem está ao seu redor —, essas amizades podem se tornar vínculos de enorme crescimento mútuo. O que antes era instabilidade, passa a ser sensibilidade e verdade emocional.
Talvez valha refletir: como essa intensidade aparece nas suas relações? Quais momentos mostram o melhor do que você tem para oferecer — e em quais você sente que o medo fala mais alto que o afeto? E o que muda quando o outro consegue te enxergar além do diagnóstico? Essas perguntas ajudam a ressignificar o vínculo e a perceber que, sob a dor, há sempre um desejo legítimo de conexão segura.
A terapia pode ajudar muito nesse processo de transformar a intensidade em presença e consciência. Com o tempo, os relacionamentos deixam de ser uma montanha-russa e passam a ser um espaço de troca verdadeira. Quando sentir que é o momento certo, vale explorar isso com cuidado e curiosidade. Caso precise, estou à disposição.
Sim, existem aspectos muito positivos nas amizades de pessoas com TPB. Embora o foco geralmente recaia sobre a instabilidade emocional ou os conflitos relacionais, o outro lado da experiência é uma capacidade profunda de sentir, perceber e se conectar. Pessoas com TPB costumam ter uma empatia aguçada, uma sensibilidade emocional fora do comum e uma intensidade afetiva que, quando canalizada com equilíbrio, torna os vínculos verdadeiramente autênticos e significativos. Elas sentem o mundo com profundidade — e isso se traduz em lealdade, presença e generosidade emocional.
O desafio é que a mesma intensidade que alimenta a conexão também pode causar sofrimento. O medo de rejeição e a oscilação entre idealização e frustração fazem com que essas relações, às vezes, fiquem marcadas por altos e baixos. Mas, quando há autoconhecimento e limites claros — tanto por parte da pessoa com TPB quanto de quem está ao seu redor —, essas amizades podem se tornar vínculos de enorme crescimento mútuo. O que antes era instabilidade, passa a ser sensibilidade e verdade emocional.
Talvez valha refletir: como essa intensidade aparece nas suas relações? Quais momentos mostram o melhor do que você tem para oferecer — e em quais você sente que o medo fala mais alto que o afeto? E o que muda quando o outro consegue te enxergar além do diagnóstico? Essas perguntas ajudam a ressignificar o vínculo e a perceber que, sob a dor, há sempre um desejo legítimo de conexão segura.
A terapia pode ajudar muito nesse processo de transformar a intensidade em presença e consciência. Com o tempo, os relacionamentos deixam de ser uma montanha-russa e passam a ser um espaço de troca verdadeira. Quando sentir que é o momento certo, vale explorar isso com cuidado e curiosidade. Caso precise, estou à disposição.
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Sem dúvida. São amizades intensas, leais e genuínas. Quando se sentem seguras, as pessoas com TPB se mostram empáticas, disponíveis e profundamente afetuosas. Há entrega, escuta e sensibilidade para perceber o outro. O mesmo afeto que às vezes sufoca, quando amadurece, se transforma em vínculo verdadeiro.
Sim, existem aspectos positivos nas amizades de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Apesar da intensidade e da instabilidade, essas relações podem ser profundas, leais e emocionalmente conectadas. Pessoas com TPB tendem a demonstrar grande atenção, cuidado e disponibilidade para quem consideram importante, valorizando intimidade e proximidade. Quando há comunicação clara, limites saudáveis e suporte emocional mútuo, essas amizades podem ser enriquecedoras, intensas e cheias de afeto genuíno, oferecendo experiências de vínculo autêntico e dedicação.
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