Larissa Zani

Psicóloga · Mais

São Bernardo do Campo 2 endereços

Número de registro: CRP 100592

26 opiniões
Tempo estimado de resposta:

Experiência

Que bom que você está aqui. Buscar ajuda já é um ato de coragem e de amor por si mesmo(a).

Sou psicóloga formada em 2009, com 20 anos de experiência em RH e atuando também com atendimento clínico desde 2015. Gosto da abordagem comportamental, mas estudo Gestalt, TCC, ACT e sexualidade, para ter flexibilidade no atendimento aos meus pacientes.

Meu jeito de atender é leve, direto e acolhedor, sempre em um espaço sem julgamentos, onde você possa se sentir ouvido(a) e respeitado(a). Como psicóloga, caminho ao seu lado para fortalecer sua autoconfiança, ajudar você a aprender a dizer “não” sem culpa e se libertar do medo do julgamento.

Além dos atendimentos individuais, também coordeno o projeto Bruta Flor, um espaço terapêutico em grupo que promove apoio, vínculos verdadeiros e a coragem de viver de forma mais autêntica.

Se você sente que é hora de dar novos passos, comece por você. Estou aqui para apoiar sua jornada e podemos iniciar esse processo juntos na terapia.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Psicologia da obesidade
  • Mentoring de carreira
  • Saúde mental

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 140

  • Tratamento para transtorno de ansiedade generalizada

    R$ 140

  • Atendimento expatriados no Brasil e no exterior

    R$ 140

  • Terapia Cognitivo Comportamental

    R$ 140

  • Tratamento da depressão

    R$ 140

Consultórios (4)

Disponibilidade

Pagamento online

Aceito

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Psicoabc

Santa Terezinha, São Bernardo do Campo 09780-270

Disponibilidade

Pagamento online

Aceito

Número de telefone

(11) 97581...
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Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

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Consultório particular

Av. Chucri Zaidan, 902, Cidade Monções, São Paulo 04583-110

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

26 opiniões

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  • S

    Larissa é uma psicóloga que está sempre atenta aos detalhes! Me fez refletir bastante durante essa jornada da busca do autoconhecimento, além de ser um ser humano incrível!

     • Consulta online Consulta Psicologia  • 

  • M

    “Profissional excelente! Muito atenciosa, empática e comprometida com o bem-estar do paciente. As sessões me ajudaram muito a compreender e lidar melhor com minhas emoções. Recomendo de coração!”

     • Consulta online Consulta Psicologia  • 

  • A

    A Larissa é uma profissional incrível! Sempre muito atenciosa, empática e dedicada. As consultas com ela fazem toda diferença — me ajudam a enxergar as situações com mais clareza e equilíbrio. Recomendo de coração o trabalho dela!

     • Psicoabc Tratamento para transtorno da ansiedade generalizada (TAG)  • 

  • F


    Psicóloga incrível! Me senti super acolhida desde o começo, ela tem uma escuta muito atenta e me ajudou a enxergar várias coisas com mais clareza. Recomendo!

     • Psicoabc Tratamento para transtorno da ansiedade generalizada (TAG)  • 

  • A

    Excelente profissional e atende as nossas espectativas. Super recomendo

     • outro lugar Outro  • 

  • L

    Excelente psicóloga, muito empática, me senti acolhida desde a primeira sessão.

     • Psicoabc Transtorno de ansiedade social  • 

  • A

    "Faço atendimento online e tem sido uma experiência incrível. Desde o primeiro dia me senti acolhida e compreendida. Ela conduz as sessões com leveza e sensibilidade, me ajudando a enxergar a vida com mais clareza e tranquilidade. Profissional humana, dedicada e que realmente faz a diferença!
    Recomendo de coração!"

     • Consulta online Consulta Psicologia  • 

  • P

    Larissa sempre muito atenta aos detalhes, muito acolhedora e empática com todos os temas tratados na consulta! Sou muito grata por ter todos seus direcionamentos e acolhimentos aos meus temas tão sensíveis! Obrigada por transformar minha vida!

     • Consultório particular Consulta Psicologia  • 

  • R


    A Larissa mudou minha forma de enxergar muita coisa na vida. É uma psicóloga incrível, sensível e muito competente. Cada sessão é um aprendizado e um alívio. Gratidão por todo o cuidado!

     • outro lugar Outro  • 

  • L

    Gente ela é maravilhosa, ja faço tratamento com ela a mais de um ano, e esta sendo uma virada de chave na minha vida

     • Consulta online Psicoterapia online  • 

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Dúvidas respondidas

276 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Ansiedade

Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e com as mãos geladas,será que tenho que fazer algum desbloqueio emocional, pois minha vida desde a infância não foi normal igual de outras pessoas, tenho muitos traumas e já tive ansiedade e depressão.

Olá, fico contente que você tenha conseguido colocar isso em palavras, porque o que você descreve não é pequeno — e certamente não é falta de fé, de preparo ou de vontade.

Essa sensação de estar sempre nervosa, com o corpo em alerta e as mãos geladas, costuma ter muito mais a ver com como o seu sistema emocional aprendeu a funcionar ao longo da vida do que com a situação atual em si. Quando alguém cresce em contextos difíceis, marcados por traumas, insegurança ou necessidade constante de se adaptar, o cérebro aprende cedo que é preciso estar vigilante. Mesmo anos depois, quando a vida está mais organizada, o corpo continua reagindo como se ainda precisasse se proteger. É como se ele não tivesse recebido a notícia de que o perigo passou.

Nesses casos, não estamos falando de “desbloqueio emocional” no sentido popular ou mágico da palavra. O que acontece, na prática, é um processo de regulação emocional que ainda não pôde se consolidar. Situações de exposição, responsabilidade ou expectativa — como estar à frente de uma pastoral — podem ativar memórias implícitas de cobrança, medo de errar ou de não ser suficiente. O sistema emocional reage antes mesmo de você conseguir pensar sobre isso. Você já percebeu se esse nervosismo aparece especialmente quando sente que precisa “dar conta” ou corresponder a algo maior do que você?

O histórico de ansiedade e depressão também é um dado importante, porque indica que esse sistema já esteve sobrecarregado antes. O corpo não esquece facilmente esses estados. Do ponto de vista da neurociência, áreas ligadas à ameaça e à antecipação podem continuar hiperativas, mantendo sintomas físicos mesmo quando não há um perigo real. Isso não significa regressão, nem fraqueza — significa que algo ainda pede cuidado e elaboração.

A psicoterapia pode ajudar muito nesse ponto, especialmente abordagens que trabalham com trauma, esquemas emocionais e regulação do sistema nervoso. Não para “apagar” o passado, mas para permitir que o corpo e a mente aprendam, pouco a pouco, que hoje existe mais segurança do que antes. Se você já fez terapia, talvez valha retomar esse tema com mais profundidade; se não, esse pode ser um bom momento para começar, respeitando o seu ritmo. Em alguns casos, uma avaliação psiquiátrica também pode ser útil para entender se há algo biológico mantendo essa ativação constante.

Esses sinais não são um defeito seu — eles contam uma história. A pergunta que pode ajudar agora é: o que dentro de você ainda está tentando se proteger, mesmo tantos anos depois? Esses temas merecem cuidado e delicadeza. Quando sentir que é o momento certo, a terapia pode ser um espaço seguro para trabalhar isso. Caso precise, estou à disposição.

 Larissa Zani

Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.

Olá, fico feliz que você tenha trazido isso com tanta abertura, porque o que você descreve envolve muitas camadas emocionais — do seu filho e também suas como mãe.

Antes de tudo, é importante reconhecer algo fundamental: o sofrimento que ele expressa é real, independentemente de rótulos diagnósticos ou definições prontas. Quando um adolescente chega chorando e dizendo que não quer decepcionar os pais, isso já nos fala de uma carga interna muito grande, de medo de perder vínculo, de não ser aceito ou compreendido. O sistema emocional, nessa fase da vida, é especialmente sensível à ideia de rejeição, e o cérebro reage como se a segurança afetiva estivesse em risco.

Sobre identidade de gênero e orientação sexual, é comum haver confusão — inclusive entre adultos. Identidade de gênero diz respeito a como a pessoa se percebe internamente; orientação sexual diz respeito por quem ela se sente atraída. Essas duas dimensões não precisam caminhar juntas. É possível, por exemplo, alguém se identificar como menina e sentir atração por meninas. O fato de ele não apresentar estereótipos femininos ou já ter se apaixonado por uma menina não invalida o que ele sente. Muitas vezes, desde cedo, a pessoa aprende a se adaptar para não chamar atenção ou para se proteger emocionalmente.

Também é compreensível que você pense em hipóteses como autismo, depressão ou fobia social, porque alguns sinais podem se sobrepor. Isolamento, dificuldade social, tristeza e confusão interna podem aparecer em diferentes quadros — ou simplesmente como expressão de um conflito identitário vivido em silêncio por muito tempo. A pergunta central aqui talvez não seja “o que ele é”, mas “há quanto tempo ele vem tentando ser algo para não perder o amor de vocês?”. O fato de ele procurar a terapia novamente mostra maturidade e desejo de cuidado, não confusão passageira.

Nesse momento, mais do que respostas rápidas, o que realmente ajuda é oferecer um espaço seguro para que ele possa se entender sem pressa e sem a obrigação de decidir nada agora. Aos 17 anos, o desenvolvimento emocional ainda está em curso, e a terapia pode ser um lugar para organizar sentimentos, diferenciar identidade, desejo, medo e expectativas externas. Se ele já fez terapia antes, pode ser muito valioso retomar com um profissional que tenha experiência tanto com adolescentes quanto com questões de identidade e sofrimento emocional.

Se vocês decidirem avançar, a psicoterapia é o primeiro passo. Avaliações mais específicas, como neuropsicológicas ou psiquiátricas, só fazem sentido se houver indicação clínica clara ao longo do processo. E algo igualmente importante: esse também é um processo para a família. Como vocês, enquanto pais, lidam com isso emocionalmente faz muita diferença para o quanto ele se sentirá seguro para existir como é, mesmo que ainda esteja se descobrindo.

Esses temas realmente merecem cuidado e tempo. Se fizer sentido, podemos conversar mais sobre como a terapia pode ajudar tanto ele quanto vocês a atravessarem esse momento com mais clareza e menos medo.

 Larissa Zani
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