Existem remédios para a “MEMORIA” no "Funcionamento Intelectual Limítrofe" (FIL) ?
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Existem remédios para a “MEMORIA” no "Funcionamento Intelectual Limítrofe" (FIL) ?
Não existem medicamentos específicos para melhorar a memória no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL). As dificuldades costumam estar relacionadas ao funcionamento cognitivo global e à atenção. Em alguns casos, tratar condições associadas pode trazer melhora indireta. A avaliação individualizada é fundamental.
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O FIL não é uma doença neurodegenerativa, mas sim uma condição do neurodesenvolvimento, com alterações cognitivas estáveis ao longo da vida. Dessa forma, a melhor evidência científica não apresenta nenhum medicamento específico para melhora da memória ou QI, mas sim das comorbidades, que podem envolver TDAH, transtornos depressivos ou neuróticos. O principal componente afetado é a memória de trabalho, melhorada com as intervenções não farmacológicas.
Atualmente, não existem medicamentos específicos aprovados para “melhorar a memória” em pessoas com Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) de forma generalizada. O FIL caracteriza-se por um QI entre aproximadamente 70 e 85, com algumas dificuldades cognitivas, mas não é uma doença neurológica degenerativa, e por isso não há fármacos direcionados como existem para Alzheimer, por exemplo.
Algumas estratégias que podem ajudar incluem intervenções cognitivas e comportamentais: programas de treinamento de memória, estimulação cognitiva, exercícios de atenção, organização de tarefas e reforço de habilidades práticas. Além disso, otimizar fatores que afetam a memória (sono adequado, alimentação equilibrada, redução de estresse e controle de ansiedade ou depressão) também pode ter impacto positivo.
Em alguns casos, quando há déficit de atenção associado, médicos podem avaliar o uso de estimulantes (como metilfenidato) ou outros medicamentos, mas isso depende de avaliação individualizada e não é especificamente “remédio para memória”.
Algumas estratégias que podem ajudar incluem intervenções cognitivas e comportamentais: programas de treinamento de memória, estimulação cognitiva, exercícios de atenção, organização de tarefas e reforço de habilidades práticas. Além disso, otimizar fatores que afetam a memória (sono adequado, alimentação equilibrada, redução de estresse e controle de ansiedade ou depressão) também pode ter impacto positivo.
Em alguns casos, quando há déficit de atenção associado, médicos podem avaliar o uso de estimulantes (como metilfenidato) ou outros medicamentos, mas isso depende de avaliação individualizada e não é especificamente “remédio para memória”.
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