Faço tratamento para depressão, ansiedade e TOC há alguns anos mas não sinto melhora quanto as oscil

3 respostas
Faço tratamento para depressão, ansiedade e TOC há alguns anos mas não sinto melhora quanto as oscilações de humor, falta de atenção, impulsividade, entre outros. É possível que haja mais algum transtorno?
Dr. Adão Leal
Psiquiatra
Governador Valadares
Olá! Importante que estejas fazendo tratamento psiquiátrico para os incômodos citados -depressão, ansiedade e TOC- há anos e deve continuar fazendo, vá em frente. O TOC custa a entrar em remissão, demora a melhorar, mas com o tempo de terapia irá se sentir melhor. Quanto à possibilidade de ter outro transtorno ou não? somente seu psiquiatra poderá dizer, pois além de ter feito na primeira consulta o seu exame psíquico, lhe acompanha há alguns anos e conhece bem suas nuances psíquicas..

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SIM, PODE HAVER. IMPORTANTE QUE ESTEJA TOMANDO UM BOM ESTABILIZADOR DO HUMOR ... DE TODAS AS FORMAS, FICO À DISPOSIÇÃO ... ATT DR MARCIO
Sim, isso é possível. Em saúde mental, é relativamente comum que uma pessoa apresente mais de um diagnóstico ao mesmo tempo, o que chamamos de comorbidade. Quando alguns sintomas persistem apesar do tratamento — como oscilações intensas de humor, impulsividade ou dificuldade de atenção — pode ser importante reavaliar o quadro clínico de forma mais ampla.

Algumas condições podem apresentar sintomas que se sobrepõem, como transtornos de humor, transtornos de personalidade (como o transtorno de personalidade borderline), TDAH em adultos, entre outros. Por isso, quando a resposta ao tratamento não é a esperada, muitas vezes é útil realizar uma reavaliação diagnóstica cuidadosa.

Essa avaliação costuma envolver anamnese detalhada, coleta de história objetiva (por exemplo, com familiares quando possível), compreensão da história de vida, evolução dos sintomas e impacto no funcionamento, para entender melhor o que está acontecendo e ajustar o tratamento, se necessário.

Se você sente que alguns sintomas ainda não foram totalmente compreendidos, vale conversar com o profissional que acompanha seu caso para revisar o diagnóstico e as estratégias terapêuticas.

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