Faço uso do Hidantal 100mg a 6anos , fiz um exame para ver a dosagem e deu 23,8 ug/ml , é normal ? P
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Faço uso do Hidantal 100mg a 6anos , fiz um exame para ver a dosagem e deu 23,8 ug/ml , é normal ?
Porque analisando á dosagem nivel terapêutico é 10,0 a 20,0 ug/ml .
Porque analisando á dosagem nivel terapêutico é 10,0 a 20,0 ug/ml .
Boa noite
A dosagem de nível sérico da fenitoína tem algumas indicações específicas, como a análise de efeitos colaterais pelos elevados níveis séricos. Você deve conversar com o médico solicitante para avaliar a indicação do exame e como proceder.
A dosagem de nível sérico da fenitoína tem algumas indicações específicas, como a análise de efeitos colaterais pelos elevados níveis séricos. Você deve conversar com o médico solicitante para avaliar a indicação do exame e como proceder.
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O nivel serico é util para avalição da aderência (uso correto da medicacação) ou se houverem efeitos colaterais com o uso. A dosagem isoladamente tem pouca utilidade clinica.
Sim, o nível de 23,8 µg/mL de Hidantal (fenitoína) está acima do intervalo terapêutico recomendado, que geralmente vai de 10 a 20 µg/mL. Mas isso não significa necessariamente que está perigoso, especialmente se você não estiver com sintomas.
Algumas pessoas se adaptam a níveis um pouco mais altos sem apresentar efeitos colaterais. Por outro lado, mesmo dentro da faixa ‘normal’, algumas podem ter reações.
O importante é observar se você está com sinais de toxicidade, como:
• Tontura ou desequilíbrio
• Visão dupla
• Fala arrastada
• Tremores ou confusão
• Gengiva inchada ou sangramento
Caso sinta algo assim, é fundamental procurar seu médico para ajustar a dose. E mesmo que você esteja bem, vale revisar com o neurologista se essa dosagem ainda é a ideal para manter o controle das crises com segurança.
Algumas pessoas se adaptam a níveis um pouco mais altos sem apresentar efeitos colaterais. Por outro lado, mesmo dentro da faixa ‘normal’, algumas podem ter reações.
O importante é observar se você está com sinais de toxicidade, como:
• Tontura ou desequilíbrio
• Visão dupla
• Fala arrastada
• Tremores ou confusão
• Gengiva inchada ou sangramento
Caso sinta algo assim, é fundamental procurar seu médico para ajustar a dose. E mesmo que você esteja bem, vale revisar com o neurologista se essa dosagem ainda é a ideal para manter o controle das crises com segurança.
Excelente pergunta — e muito pertinente, pois acompanhar o nível sérico da fenitoína (Hidantal) é fundamental para garantir eficácia terapêutica e segurança no uso prolongado desse anticonvulsivante.
De acordo com a faixa de referência, o nível terapêutico ideal da fenitoína varia entre 10 e 20 µg/mL. Valores dentro dessa faixa geralmente indicam concentração eficaz para prevenir crises epilépticas, com baixo risco de toxicidade. No seu caso, o exame apresentou 23,8 µg/mL, o que está ligeiramente acima do limite superior.
Isso não necessariamente significa intoxicação, mas merece atenção e reavaliação médica, pois a margem terapêutica da fenitoína é estreita — pequenas variações na dose ou no metabolismo podem causar elevação significativa nos níveis sanguíneos.
Alguns fatores que podem explicar essa elevação incluem:
1⃣ Tempo de uso prolongado: com o passar dos anos, o metabolismo hepático pode se tornar menos eficiente, reduzindo a eliminação do medicamento e aumentando sua concentração no sangue.
2⃣ Interações medicamentosas: o uso simultâneo de outros fármacos (como antibióticos, antidepressivos, omeprazol, anticoncepcionais ou antifúngicos) pode inibir o metabolismo da fenitoína, elevando seus níveis.
3⃣ Função hepática alterada: o fígado é o principal responsável pela metabolização da fenitoína. Qualquer disfunção hepática pode levar ao acúmulo do medicamento.
4⃣ Dose ajustada individualmente: há pessoas que precisam de níveis um pouco acima da média para manter o controle das crises, mas isso só deve ser decidido pelo neurologista com base nos sintomas e efeitos adversos.
É importante observar se você tem apresentado sinais de excesso de fenitoína, como:
Tontura, instabilidade ao andar ou desequilíbrio;
Tremores, fala arrastada ou visão dupla;
Náuseas, sonolência intensa ou confusão mental;
Gengivas aumentadas ou tremores nas mãos.
Caso algum desses sintomas esteja presente, é essencial procurar seu neurologista imediatamente. O médico poderá ajustar a dose, espaçar o horário das tomadas ou repetir o exame de sangue para confirmar se a elevação persiste.
Além disso, recomenda-se realizar avaliações regulares da função hepática (TGO, TGP e Gama-GT) e verificar níveis de albumina, já que a fenitoína se liga a proteínas plasmáticas e alterações nesses parâmetros podem influenciar o resultado.
Em resumo: o resultado de 23,8 µg/mL indica nível discretamente acima do ideal, o que pode ser aceitável em alguns casos, mas requer avaliação médica individualizada para garantir segurança e evitar possíveis efeitos tóxicos.
Reforço que esta explicação tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. Converse com seu neurologista antes de ajustar a dose — ele poderá repetir o exame, revisar interações medicamentosas e orientar a conduta mais segura.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Medicina do Sono e Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
De acordo com a faixa de referência, o nível terapêutico ideal da fenitoína varia entre 10 e 20 µg/mL. Valores dentro dessa faixa geralmente indicam concentração eficaz para prevenir crises epilépticas, com baixo risco de toxicidade. No seu caso, o exame apresentou 23,8 µg/mL, o que está ligeiramente acima do limite superior.
Isso não necessariamente significa intoxicação, mas merece atenção e reavaliação médica, pois a margem terapêutica da fenitoína é estreita — pequenas variações na dose ou no metabolismo podem causar elevação significativa nos níveis sanguíneos.
Alguns fatores que podem explicar essa elevação incluem:
1⃣ Tempo de uso prolongado: com o passar dos anos, o metabolismo hepático pode se tornar menos eficiente, reduzindo a eliminação do medicamento e aumentando sua concentração no sangue.
2⃣ Interações medicamentosas: o uso simultâneo de outros fármacos (como antibióticos, antidepressivos, omeprazol, anticoncepcionais ou antifúngicos) pode inibir o metabolismo da fenitoína, elevando seus níveis.
3⃣ Função hepática alterada: o fígado é o principal responsável pela metabolização da fenitoína. Qualquer disfunção hepática pode levar ao acúmulo do medicamento.
4⃣ Dose ajustada individualmente: há pessoas que precisam de níveis um pouco acima da média para manter o controle das crises, mas isso só deve ser decidido pelo neurologista com base nos sintomas e efeitos adversos.
É importante observar se você tem apresentado sinais de excesso de fenitoína, como:
Tontura, instabilidade ao andar ou desequilíbrio;
Tremores, fala arrastada ou visão dupla;
Náuseas, sonolência intensa ou confusão mental;
Gengivas aumentadas ou tremores nas mãos.
Caso algum desses sintomas esteja presente, é essencial procurar seu neurologista imediatamente. O médico poderá ajustar a dose, espaçar o horário das tomadas ou repetir o exame de sangue para confirmar se a elevação persiste.
Além disso, recomenda-se realizar avaliações regulares da função hepática (TGO, TGP e Gama-GT) e verificar níveis de albumina, já que a fenitoína se liga a proteínas plasmáticas e alterações nesses parâmetros podem influenciar o resultado.
Em resumo: o resultado de 23,8 µg/mL indica nível discretamente acima do ideal, o que pode ser aceitável em alguns casos, mas requer avaliação médica individualizada para garantir segurança e evitar possíveis efeitos tóxicos.
Reforço que esta explicação tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. Converse com seu neurologista antes de ajustar a dose — ele poderá repetir o exame, revisar interações medicamentosas e orientar a conduta mais segura.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Medicina do Sono e Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
A dose de 100mg/dia de hidantal é considerada subdose (baixa) para tratamento de epilepsia, apesar da dosagem sérica (do sangue) estar em nível acima do terapêutico. É preciso verificar se a coleta de amostra foi feita de forma adequada ou se não está sendo realizado uso de medicações que possam interagir com o hidantal e ocasionar tal alteração no nível sérico.
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