Fiz a endoscopia digestiva e deu positiva para h-pylore e gastrite erosiva , fiz o tratamento de 30
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Fiz a endoscopia digestiva e deu positiva para h-pylore e gastrite erosiva , fiz o tratamento de 30 dias mas continuo com a queimação no estômago e cogitação, não como fritura e nem refrigerante , posso continuar com Omeprazol?
Estou longe, em uma conhecida Universidade do Exterior.
MAS
Perguntas como a sua me entristecem.
Tenho a impressão que o senhor não confia em seu médico(a).
O que posso responder:
TODO tratamento deve ser explicado pelo médico(a) que assiste o paciente. E este deve CONFIAR no tratamento.
NADA irei falar sobre a avaliação do seu exame e muito menos sobre seu tratamento. Quem pode faze-lo de modo PERSONALIZADO é seu médico(a). E eu recomendo que deixe estes dados para seu médico(a).
Prefiro falar sobre o que é avaliar um paciente, assunto muito mais difícil.
é impossível analisar apenas dados de um único exame, desacompanhados de dados clínicos. Um paciente é um TODO.
Um paciente é sua clínica (sintomas), associado a seu exame físico, á sua dieta, a seu estilo de vida e á sua situação emocional. Também está ligado a seu passado médico(internações, cirurgias, uso de medicamentos), e a seu Historico Familiar.
Após isso, poderemos fazer um Plano terapêutico
Este deve ter:
- quanto tempo o paciente deve tomar o remédio
- como deve tomar. Em jejum? Com alimentos?
- pode tomar outros medicamentos que já faz uso?
- pode tomar álcool?
- deve fazer dieta?
- deve voltar? quando?
- deve fazer exames de controle? quando?
Se um médico(a) analisa o paciente APENAS por um único dado, não conseguirá o atendimento de alto nível, algo que sempre defendo aqui.
Venho da brilhante época em que se ensinava na Escola de Medicina:
1) O PACIENTE é UM TODO .
Não é apenas um exame
2) A CLÍNICA é SOBERANA
em outras palavras, os sinais e sintomas prevalecem sobre os exames
3) A CONFIANÇA NO MÉDICO É FUNDAMENTAL
Sem confiança não chegamos muito longe
Depois vieram as (infelizes) Escolas de Medicina sem Hospital e que "produzem". médicos em grupo, ás vezes sem a devida qualidade, o "Doutor Google" e as situações que fazem uma Consulta Médica ser chamada com desprezo de "consultinha"
Não. Não é, nunca será e nem pode ser "consultinha"
Uma Consulta Médica exige uma História Clínica, acompanhada NO MÍNIMO, de saber as seguintes situaçoes:
- quais as doenças concomitantes
- que medicamentos o paciente usa
- se há internaçoes ou cirurgias prévias
- se há alergias
- uso de álcool, fumo ou drogas ilícitas
- uma breve avaliação nutricional
- qual a situação emocional de nosso paciente
- qual o estilo de vida de nosso paciente
- quais os Antecedentes Familiares, em Gastroenterologia verificamos especialmente o câncer de estômago e de intestino, entre outras doenças
Após isso, fazemos o exame físico e faremos nosso Raciocínio Clínico.
Com o Raciocínio Clínico é que vamos solicitar(ou fazer) Exames que confirmem o que o nosso paciente tem
Isso é fácil?
CLARO QUE NÃO!
Exige tempo. Exige interesse. Exige atenção. E exige CONHECIMENTO MÉDICO
Isso é uma arte que começamos a aprender desde o 3o ano de Escola Médica, e que vai se desenvolvendo em muitos anos.
Nosso Raciocínio Clínico pertence a uma disciplina chamada Semiologia Médica. Essa Disciplina é uma arte e uma ciência, que evolui sempre.
Leva anos para aprender as bases, e depois desenvolver.
Em outras palavras, só mesmo um detrator da Medicina iria chamar algo tão complexo(quando feito de modo correto) de "consultinha".
Minha experiência:
Não faço "consultinhas" e não dou consultas "no corredor".
Também não preencho relatórios ou dou receitas de outras áreas, sem avaliar o paciente
Como sou bastante detalhista na minha Especialidade, não é incomum que o paciente peça que eu avalie seu joelho, sua dor de cabeça ou seu olho. Sou cortês se me pedem isso. Mas não faço isso, pois há Especialistas que cuidam e estudam essas áreas.
O Raciocínio Clínico é algo que começamos a estudar lá longe, no 3o ano de Medicina. E que nos acompanha na carreira toda. Mesmo após 35 anos de prática, ainda sou fascinado pelo assunto(que é chamado Semiologia Médica).
Mesmo após 35 anos de formado, ainda estudo( e acho que minha obrigação é estudar)
UMA PALAVRINHA AOS QUE ME PROCURAM
1) Estou em Aperfeiçoamento no Exterior. Não tenho, neste momento, condições de ver novos pacientes, nem mesmo por Consultas Online ( método seguro e eficiente). Peço aos que me procuram a paciência de aguardar.
Espero ter a agenda normal em breve.
MAS
--- se o assunto for urgente ou causar qualquer risco a sua saúde, recomendo procurar outro médico(a). Prefiro que tenham sua Saúde preservada do que eu ter a satisfação de ter uma Clínica lotada.
MAS
Perguntas como a sua me entristecem.
Tenho a impressão que o senhor não confia em seu médico(a).
O que posso responder:
TODO tratamento deve ser explicado pelo médico(a) que assiste o paciente. E este deve CONFIAR no tratamento.
NADA irei falar sobre a avaliação do seu exame e muito menos sobre seu tratamento. Quem pode faze-lo de modo PERSONALIZADO é seu médico(a). E eu recomendo que deixe estes dados para seu médico(a).
Prefiro falar sobre o que é avaliar um paciente, assunto muito mais difícil.
é impossível analisar apenas dados de um único exame, desacompanhados de dados clínicos. Um paciente é um TODO.
Um paciente é sua clínica (sintomas), associado a seu exame físico, á sua dieta, a seu estilo de vida e á sua situação emocional. Também está ligado a seu passado médico(internações, cirurgias, uso de medicamentos), e a seu Historico Familiar.
Após isso, poderemos fazer um Plano terapêutico
Este deve ter:
- quanto tempo o paciente deve tomar o remédio
- como deve tomar. Em jejum? Com alimentos?
- pode tomar outros medicamentos que já faz uso?
- pode tomar álcool?
- deve fazer dieta?
- deve voltar? quando?
- deve fazer exames de controle? quando?
Se um médico(a) analisa o paciente APENAS por um único dado, não conseguirá o atendimento de alto nível, algo que sempre defendo aqui.
Venho da brilhante época em que se ensinava na Escola de Medicina:
1) O PACIENTE é UM TODO .
Não é apenas um exame
2) A CLÍNICA é SOBERANA
em outras palavras, os sinais e sintomas prevalecem sobre os exames
3) A CONFIANÇA NO MÉDICO É FUNDAMENTAL
Sem confiança não chegamos muito longe
Depois vieram as (infelizes) Escolas de Medicina sem Hospital e que "produzem". médicos em grupo, ás vezes sem a devida qualidade, o "Doutor Google" e as situações que fazem uma Consulta Médica ser chamada com desprezo de "consultinha"
Não. Não é, nunca será e nem pode ser "consultinha"
Uma Consulta Médica exige uma História Clínica, acompanhada NO MÍNIMO, de saber as seguintes situaçoes:
- quais as doenças concomitantes
- que medicamentos o paciente usa
- se há internaçoes ou cirurgias prévias
- se há alergias
- uso de álcool, fumo ou drogas ilícitas
- uma breve avaliação nutricional
- qual a situação emocional de nosso paciente
- qual o estilo de vida de nosso paciente
- quais os Antecedentes Familiares, em Gastroenterologia verificamos especialmente o câncer de estômago e de intestino, entre outras doenças
Após isso, fazemos o exame físico e faremos nosso Raciocínio Clínico.
Com o Raciocínio Clínico é que vamos solicitar(ou fazer) Exames que confirmem o que o nosso paciente tem
Isso é fácil?
CLARO QUE NÃO!
Exige tempo. Exige interesse. Exige atenção. E exige CONHECIMENTO MÉDICO
Isso é uma arte que começamos a aprender desde o 3o ano de Escola Médica, e que vai se desenvolvendo em muitos anos.
Nosso Raciocínio Clínico pertence a uma disciplina chamada Semiologia Médica. Essa Disciplina é uma arte e uma ciência, que evolui sempre.
Leva anos para aprender as bases, e depois desenvolver.
Em outras palavras, só mesmo um detrator da Medicina iria chamar algo tão complexo(quando feito de modo correto) de "consultinha".
Minha experiência:
Não faço "consultinhas" e não dou consultas "no corredor".
Também não preencho relatórios ou dou receitas de outras áreas, sem avaliar o paciente
Como sou bastante detalhista na minha Especialidade, não é incomum que o paciente peça que eu avalie seu joelho, sua dor de cabeça ou seu olho. Sou cortês se me pedem isso. Mas não faço isso, pois há Especialistas que cuidam e estudam essas áreas.
O Raciocínio Clínico é algo que começamos a estudar lá longe, no 3o ano de Medicina. E que nos acompanha na carreira toda. Mesmo após 35 anos de prática, ainda sou fascinado pelo assunto(que é chamado Semiologia Médica).
Mesmo após 35 anos de formado, ainda estudo( e acho que minha obrigação é estudar)
UMA PALAVRINHA AOS QUE ME PROCURAM
1) Estou em Aperfeiçoamento no Exterior. Não tenho, neste momento, condições de ver novos pacientes, nem mesmo por Consultas Online ( método seguro e eficiente). Peço aos que me procuram a paciência de aguardar.
Espero ter a agenda normal em breve.
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--- se o assunto for urgente ou causar qualquer risco a sua saúde, recomendo procurar outro médico(a). Prefiro que tenham sua Saúde preservada do que eu ter a satisfação de ter uma Clínica lotada.
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Fabio Vizeu Medaglia Filho
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral, Médico clínico geral
Brusque
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