Fiz uma postectomia total há cerca de dois meses e, com aproximadamente um mês após a cirurgia, perc
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Fiz uma postectomia total há cerca de dois meses e, com aproximadamente um mês após a cirurgia, percebi um relevo endurecido sob a pele, localizado próximo ao “pescoço” do pênis, logo abaixo da glande, em região próxima, mas não exatamente sobre a linha da incisão cirúrgica — fica na parte da pele preservada.
Esse endurecimento é bem acentuado e visível, tanto com o pênis flácido quanto ereto.
Não se trata de um caroço circular, mas sim de um relevo linear e firme, que se estende da parte inferior, próxima ao antigo freio, até a lateral esquerda da base da glande.
Ao toque, é rígido e parecendo estar sob a pele, e não no músculo do pênis.
Normalmente não há dor nem sinais de inflamação (sem vermelhidão, calor ou secreção).
No entanto, imagino que, em caso de atrito ou relação sexual, possa causar algum incômodo. Assim que identifiquei pegando pra sentir e deu umas fisgadas.
Fui avaliado recentemente pela médica do posto de saúde, que mencionou a possibilidade de ser um queloide ou uma alteração cicatricial decorrente do processo de cicatrização, e disse que talvez não regredisse espontaneamente.
Ela me forneceu um encaminhamento para o cirurgião geral, mas não faço ideia quando vou ser chamado.
Obs: Ao olho nu, somente se vê o relevo e sentir a parte bem endurecida.
Gostaria de saber se eu devo me preocupar ou se isso é algo comum após postectomia total. Vai voltar ao normal?
Esse endurecimento é bem acentuado e visível, tanto com o pênis flácido quanto ereto.
Não se trata de um caroço circular, mas sim de um relevo linear e firme, que se estende da parte inferior, próxima ao antigo freio, até a lateral esquerda da base da glande.
Ao toque, é rígido e parecendo estar sob a pele, e não no músculo do pênis.
Normalmente não há dor nem sinais de inflamação (sem vermelhidão, calor ou secreção).
No entanto, imagino que, em caso de atrito ou relação sexual, possa causar algum incômodo. Assim que identifiquei pegando pra sentir e deu umas fisgadas.
Fui avaliado recentemente pela médica do posto de saúde, que mencionou a possibilidade de ser um queloide ou uma alteração cicatricial decorrente do processo de cicatrização, e disse que talvez não regredisse espontaneamente.
Ela me forneceu um encaminhamento para o cirurgião geral, mas não faço ideia quando vou ser chamado.
Obs: Ao olho nu, somente se vê o relevo e sentir a parte bem endurecida.
Gostaria de saber se eu devo me preocupar ou se isso é algo comum após postectomia total. Vai voltar ao normal?
O que você descreve é um endurecimento linear subcutâneo na região da cicatriz pós-postectomia, localizado próximo à base da glande. Esse achado é relativamente comum nas primeiras semanas ou meses após a cirurgia e, na maioria dos casos, está relacionado a um espessamento cicatricial ou à formação de fibrose local — processo natural de reparo tecidual.
Em alguns pacientes, pode ocorrer uma cicatrização mais exuberante, com fibrose densa ou leve retração, principalmente na região do antigo frênulo, que é ricamente vascularizada e tende a reagir mais intensamente à manipulação cirúrgica. Esse endurecimento geralmente reduz gradualmente ao longo de 3 a 6 meses, à medida que o tecido amadurece e se remodela.
A formação de um queloide verdadeiro nessa região é incomum, pois o pênis não é uma área predisposta a esse tipo de cicatriz.
O mais importante é observar se houver dor, vermelhidão, secreção, retração ou deformidade progressiva, situações que exigem reavaliação.
Na maioria dos casos, não há necessidade de nova cirurgia. O tratamento costuma envolver apenas massagens locais, cremes cicatrizantes ou fisioterapia pélvica se houver desconforto funcional.
Recomendo manter o acompanhamento com o urologista, que poderá confirmar se é apenas fibrose cicatricial e orientar o manejo conservador adequado.
Em alguns pacientes, pode ocorrer uma cicatrização mais exuberante, com fibrose densa ou leve retração, principalmente na região do antigo frênulo, que é ricamente vascularizada e tende a reagir mais intensamente à manipulação cirúrgica. Esse endurecimento geralmente reduz gradualmente ao longo de 3 a 6 meses, à medida que o tecido amadurece e se remodela.
A formação de um queloide verdadeiro nessa região é incomum, pois o pênis não é uma área predisposta a esse tipo de cicatriz.
O mais importante é observar se houver dor, vermelhidão, secreção, retração ou deformidade progressiva, situações que exigem reavaliação.
Na maioria dos casos, não há necessidade de nova cirurgia. O tratamento costuma envolver apenas massagens locais, cremes cicatrizantes ou fisioterapia pélvica se houver desconforto funcional.
Recomendo manter o acompanhamento com o urologista, que poderá confirmar se é apenas fibrose cicatricial e orientar o manejo conservador adequado.
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