Olá, venho tendo problemas com ansiedade e ataques de pânico a muito tempo, ainda sou adolescente e
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Olá, venho tendo problemas com ansiedade e ataques de pânico a muito tempo, ainda sou adolescente e já tive ataques desses anos atrás porém a cerca de 25 dias tive um que acaba me incomodando até hoje. Passo muito tempo no computador e comecei a sentir dores no braço direito, há cerca de meia hora eu comecei a sentir uma dor no braço esquerdo que me deixou um pouco preocupado, e justamente por isso eu me sinto agitado, porém eu não sinto dor no peito mesmo sentindo outros sintomas como incomodo na garganta e enjôo. Isso é normal da ansiedade? Se preocupar com coisas não relacionadas e sentir sintomas isolados sem a famosa dor no peito? Abraços
Olá! Vamos abordar seus pontos:
Entendendo os Sintomas Físicos e a Ansiedade
Você está descrevendo uma experiência muito comum para quem lida com ansiedade e ataques de pânico. O corpo e a mente estão intrinsecamente conectados, e a ansiedade pode se manifestar de diversas formas físicas, muitas vezes assustadoras.
Dores nos Braços (Direito e Esquerdo):
Sim, a ansiedade pode causar dores, tensões e desconfortos musculares em diversas partes do corpo, incluindo os braços. A tensão muscular é uma resposta física muito comum ao estresse e à ansiedade. Passar muito tempo no computador pode, de fato, contribuir para tensões musculares no braço direito (por uso repetitivo, má postura), mas a ansiedade pode amplificar a percepção dessa dor e até "espalhá-la" para outras áreas, como o braço esquerdo.
A dor no braço esquerdo é algo que frequentemente nos alerta para problemas cardíacos, e é natural que isso cause um pico de preocupação e ansiedade. No entanto, muitas vezes, quando associada à ansiedade, essa dor é mais uma tensão muscular, uma pontada ou um desconforto que vem e vai, e não os sintomas típicos de um evento cardíaco sério (que geralmente vêm acompanhados de dor no peito, suor frio, irradiação para mandíbula, etc.).
Incomodo na Garganta e Enjoo:
Totalmente normal para a ansiedade! O "nó na garganta" (sensação de bolo na garganta), dificuldade para engolir (globus hystericus), e náuseas ou "borboletas no estômago" são manifestações gastrointestinais e respiratórias muito frequentes da ansiedade. O sistema nervoso, quando ativado pelo estresse e ansiedade, afeta diretamente o sistema digestório, causando esses sintomas.
Preocupação com Coisas Não Relacionadas e Sintomas Isolados sem Dor no Peito:
Isso é uma característica central da ansiedade e especialmente do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). A mente ansiosa tende a "saltar" de uma preocupação para outra, muitas vezes sem conexão lógica aparente. Pequenos sintomas físicos, que uma pessoa sem ansiedade mal notaria, são amplificados e interpretados como sinais de algo terrível.
A ausência da "famosa dor no peito" não invalida sua ansiedade ou o fato de que outros sintomas físicos são reais e incômodos. A ansiedade tem um repertório vastíssimo de manifestações. O corpo "grita" de diversas formas quando a mente está em sofrimento.
O Que Fazer Agora?
Adolescente, mesmo que esses sintomas sejam "normais da ansiedade", é ABSOLUTAMENTE FUNDAMENTAL que você procure um médico para uma avaliação completa.
Avaliação Médica: O primeiro passo deve ser descartar qualquer causa física para os sintomas. Um médico clínico geral poderá examinar você, talvez solicitar alguns exames (se achar necessário), e garantir que não há nenhuma condição orgânica subjacente causando essas dores e desconfortos. Essa tranquilidade de saber que "não é nada físico grave" por si só já pode aliviar uma parte considerável da sua ansiedade.
Apoio Psicológico/Psiquiátrico: Uma vez descartadas causas físicas, o foco pode ser totalmente no manejo da ansiedade e dos ataques de pânico. Profissionais de saúde mental (psicólogos e psiquiatras) podem te ajudar muito:
Terapia (especialmente TCC): Aprender estratégias para lidar com pensamentos ansiosos, técnicas de relaxamento e de manejo de pânico.
Medicação (se necessário): Seu psiquiatra poderá avaliar se o uso de medicação seria benéfico para ajudar a controlar os sintomas mais intensos enquanto você desenvolve novas habilidades de enfrentamento.
Hábitos de Vida: Considere a relação com o tempo no computador. Fazer pausas, alongamentos, manter uma boa postura e ter outras atividades físicas e de lazer podem ajudar a reduzir as tensões musculares e o impacto físico do sedentarismo.
Seu sentimento de agitação e preocupação é uma resposta natural. Lembre-se que buscar ajuda é um sinal de força e inteligência. Não continue sofrendo sozinho; há muita ajuda disponível para você.
Entendendo os Sintomas Físicos e a Ansiedade
Você está descrevendo uma experiência muito comum para quem lida com ansiedade e ataques de pânico. O corpo e a mente estão intrinsecamente conectados, e a ansiedade pode se manifestar de diversas formas físicas, muitas vezes assustadoras.
Dores nos Braços (Direito e Esquerdo):
Sim, a ansiedade pode causar dores, tensões e desconfortos musculares em diversas partes do corpo, incluindo os braços. A tensão muscular é uma resposta física muito comum ao estresse e à ansiedade. Passar muito tempo no computador pode, de fato, contribuir para tensões musculares no braço direito (por uso repetitivo, má postura), mas a ansiedade pode amplificar a percepção dessa dor e até "espalhá-la" para outras áreas, como o braço esquerdo.
A dor no braço esquerdo é algo que frequentemente nos alerta para problemas cardíacos, e é natural que isso cause um pico de preocupação e ansiedade. No entanto, muitas vezes, quando associada à ansiedade, essa dor é mais uma tensão muscular, uma pontada ou um desconforto que vem e vai, e não os sintomas típicos de um evento cardíaco sério (que geralmente vêm acompanhados de dor no peito, suor frio, irradiação para mandíbula, etc.).
Incomodo na Garganta e Enjoo:
Totalmente normal para a ansiedade! O "nó na garganta" (sensação de bolo na garganta), dificuldade para engolir (globus hystericus), e náuseas ou "borboletas no estômago" são manifestações gastrointestinais e respiratórias muito frequentes da ansiedade. O sistema nervoso, quando ativado pelo estresse e ansiedade, afeta diretamente o sistema digestório, causando esses sintomas.
Preocupação com Coisas Não Relacionadas e Sintomas Isolados sem Dor no Peito:
Isso é uma característica central da ansiedade e especialmente do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). A mente ansiosa tende a "saltar" de uma preocupação para outra, muitas vezes sem conexão lógica aparente. Pequenos sintomas físicos, que uma pessoa sem ansiedade mal notaria, são amplificados e interpretados como sinais de algo terrível.
A ausência da "famosa dor no peito" não invalida sua ansiedade ou o fato de que outros sintomas físicos são reais e incômodos. A ansiedade tem um repertório vastíssimo de manifestações. O corpo "grita" de diversas formas quando a mente está em sofrimento.
O Que Fazer Agora?
Adolescente, mesmo que esses sintomas sejam "normais da ansiedade", é ABSOLUTAMENTE FUNDAMENTAL que você procure um médico para uma avaliação completa.
Avaliação Médica: O primeiro passo deve ser descartar qualquer causa física para os sintomas. Um médico clínico geral poderá examinar você, talvez solicitar alguns exames (se achar necessário), e garantir que não há nenhuma condição orgânica subjacente causando essas dores e desconfortos. Essa tranquilidade de saber que "não é nada físico grave" por si só já pode aliviar uma parte considerável da sua ansiedade.
Apoio Psicológico/Psiquiátrico: Uma vez descartadas causas físicas, o foco pode ser totalmente no manejo da ansiedade e dos ataques de pânico. Profissionais de saúde mental (psicólogos e psiquiatras) podem te ajudar muito:
Terapia (especialmente TCC): Aprender estratégias para lidar com pensamentos ansiosos, técnicas de relaxamento e de manejo de pânico.
Medicação (se necessário): Seu psiquiatra poderá avaliar se o uso de medicação seria benéfico para ajudar a controlar os sintomas mais intensos enquanto você desenvolve novas habilidades de enfrentamento.
Hábitos de Vida: Considere a relação com o tempo no computador. Fazer pausas, alongamentos, manter uma boa postura e ter outras atividades físicas e de lazer podem ajudar a reduzir as tensões musculares e o impacto físico do sedentarismo.
Seu sentimento de agitação e preocupação é uma resposta natural. Lembre-se que buscar ajuda é um sinal de força e inteligência. Não continue sofrendo sozinho; há muita ajuda disponível para você.
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Olá estimado/a! Saudações!
Acredito que compreendi seu relato. Muito importante examinar o fato: ''passo muito tempo no computador''. A dor no braço pode ser algo de natureza muscular, concorda? Atribuir à ansiedade pode ser precipitado, como você bem analisou. Embora não é regra que ''toda'' ansiedade apresente dores no peito. O que devemos considerar, além disso, é a cronologia, embasamento e os outros sintomas de sua ansiedade, descritos. Indicativo a avaliação médica para seu caso.
Espero ter contribuído positivamente. Até a próxima!
Acredito que compreendi seu relato. Muito importante examinar o fato: ''passo muito tempo no computador''. A dor no braço pode ser algo de natureza muscular, concorda? Atribuir à ansiedade pode ser precipitado, como você bem analisou. Embora não é regra que ''toda'' ansiedade apresente dores no peito. O que devemos considerar, além disso, é a cronologia, embasamento e os outros sintomas de sua ansiedade, descritos. Indicativo a avaliação médica para seu caso.
Espero ter contribuído positivamente. Até a próxima!
Entendo sua preocupação, e é importante falar sobre isso com cuidado. O que você está descrevendo — dores nos braços, enjôo, incômodo na garganta, agitação e preocupação intensa, mesmo sem dor no peito — pode, sim, estar relacionado à ansiedade ou ataques de pânico, especialmente considerando seu histórico. Durante crises de ansiedade, o corpo libera hormônios do estresse, que podem causar tensão muscular, formigamento, desconforto em várias partes do corpo e sensação de mal-estar, mesmo sem problemas cardíacos.
É bastante comum que pessoas ansiosas foquem em sintomas isolados, como dores nos braços ou no estômago, e passem a se preocupar com eles, mesmo que não haja perigo real. Esse ciclo de preocupação e sintomas físicos pode alimentar ainda mais a ansiedade. A ausência de dor no peito típica de problemas cardíacos é um bom sinal, mas não substitui avaliação médica quando há sintomas novos ou intensos.
No seu caso, considerando que os sintomas são recentes e estão te incomodando, o ideal é:
Procurar um médico ou psiquiatra para uma avaliação completa, garantindo que não haja nenhuma causa física.
Trabalhar estratégias de controle da ansiedade, como respiração profunda, pausas no computador, alongamentos e técnicas de relaxamento.
Se os sintomas ficarem muito intensos ou vierem acompanhados de dor no peito, falta de ar intensa ou desmaio, procure atendimento médico imediatamente.
Você não está sozinho; esses sintomas são comuns em adolescentes com histórico de ansiedade. Estou disponível para explicar maneiras práticas de aliviar os sintomas enquanto aguarda a avaliação médica.
É bastante comum que pessoas ansiosas foquem em sintomas isolados, como dores nos braços ou no estômago, e passem a se preocupar com eles, mesmo que não haja perigo real. Esse ciclo de preocupação e sintomas físicos pode alimentar ainda mais a ansiedade. A ausência de dor no peito típica de problemas cardíacos é um bom sinal, mas não substitui avaliação médica quando há sintomas novos ou intensos.
No seu caso, considerando que os sintomas são recentes e estão te incomodando, o ideal é:
Procurar um médico ou psiquiatra para uma avaliação completa, garantindo que não haja nenhuma causa física.
Trabalhar estratégias de controle da ansiedade, como respiração profunda, pausas no computador, alongamentos e técnicas de relaxamento.
Se os sintomas ficarem muito intensos ou vierem acompanhados de dor no peito, falta de ar intensa ou desmaio, procure atendimento médico imediatamente.
Você não está sozinho; esses sintomas são comuns em adolescentes com histórico de ansiedade. Estou disponível para explicar maneiras práticas de aliviar os sintomas enquanto aguarda a avaliação médica.
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