Fui ao medico e min passaram Fluoxetina so q estou com medo q acelere meu coracao pode acontecer?

6 respostas
Fui ao medico e min passaram Fluoxetina so q estou com medo q acelere meu coracao pode acontecer?
Dr. Alber Morais Dias
Psiquiatra
São Paulo
Se você tem taquicardia (aumento da frequência cardíaca) em decorrência de ansiedade, provavelmente a fluoxetina fará com que tais crises se tornem menos frequentes.

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A fluoxetina não tem efeito direto no coração, mas age indiretamente diminuindo a ansiedade. Entretanto, pode acontecer de provocar o efeito contrário, principalmente nos primeiros dias, aumentando a ansiedade a provocando taquicardia. Tudo isso deve ser avaliado pelo psiquiatra no seu caso específico, para saber dos riscos e benefícios e se seria indicada outra medicação. Att.
Dr. Hugo Salmen Evangelista Espindola
Psiquiatra
Rio de Janeiro
A fluoxetina, um medicamento comumente prescrito para tratar a depressão e outros transtornos de saúde mental, pode ter efeitos variados no sistema cardiovascular. É importante entender que, embora a fluoxetina geralmente seja considerada segura, alguns pacientes podem experimentar efeitos colaterais relacionados ao coração.

Em termos de aceleração do coração, a fluoxetina pode, em casos raros, causar taquicardia, que é um aumento na frequência cardíaca. Este efeito é mais comum quando o tratamento com fluoxetina é iniciado ou quando a dose é aumentada. Contudo, a maioria das pessoas não apresenta problemas significativos de coração com o uso deste medicamento.

Outros efeitos cardiovasculares menos comuns incluem palpitações, alterações na pressão arterial e, em casos muito raros, arritmias cardíacas. Esses efeitos são mais prováveis em pessoas que já têm problemas cardíacos pré-existentes.

É importante seguir as orientações do seu médico e informá-lo sobre quaisquer condições de saúde pré-existentes, incluindo problemas cardíacos. Se você tiver qualquer preocupação ou sintoma incomum após começar a tomar fluoxetina, como batimentos cardíacos acelerados ou irregulares, é crucial consultar seu médico imediatamente.

A fluoxetina é um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS) e, de modo geral, não costuma causar aceleração cardíaca significativa em pessoas saudáveis. No entanto, nas primeiras semanas de uso, alguns pacientes podem perceber um leve aumento da ansiedade, agitação ou palpitações transitórias, que podem ser interpretadas como uma aceleração do coração. Isso ocorre porque, no início do tratamento, pode haver uma ativação temporária dos circuitos serotoninérgicos antes da estabilização dos efeitos ansiolíticos e antidepressivos.

Apesar disso, em indivíduos sem problemas cardíacos prévios, a fluoxetina não está associada a taquicardia persistente nem a riscos cardiovasculares relevantes. No entanto, se houver histórico de arritmias, doença cardíaca prévia ou síndrome do QT longo, é fundamental discutir com o médico antes de iniciar a medicação, pois, em doses elevadas, os ISRSs podem prolongar discretamente o intervalo QT, um efeito raro, mas que merece atenção em pacientes predispostos.

Se você notar um aumento persistente dos batimentos cardíacos, palpitações intensas ou qualquer outro desconforto após iniciar a fluoxetina, o ideal é relatar ao seu médico assistente, para avaliar a necessidade de ajuste na dose, mudança no horário da medicação ou, se necessário, investigar outras causas. Em caso de dúvidas, piora dos sintomas ou qualquer sinal preocupante, procure o serviço de urgência e emergência mais próximo para uma avaliação imediata. Nunca interrompa o tratamento por conta própria, pois esses efeitos costumam ser transitórios e tendem a melhorar com o tempo.
Dra. Fernanda Souza de Abreu Júdice
Psiquiatra, Médico perito, Médico clínico geral
Rio de Janeiro
sim, é possível que a fluoxetina cause uma sensação de coração acelerado, principalmente no início do tratamento. Isso acontece porque ela atua no sistema nervoso central e pode mexer com a forma como seu corpo responde ao estresse e à ansiedade. Geralmente, esses efeitos são temporários e tendem a melhorar com o tempo, conforme o corpo vai se adaptando ao medicamento.

Mas se você sentir que o coração está acelerado de forma muito intensa, acompanhada de dor no peito, falta de ar ou tontura, é importante procurar um médico imediatamente. Não pare de tomar o remédio por conta própria, pois interromper abruptamente pode causar outros sintomas desagradáveis.

Se quiser, posso ajudar a esclarecer mais dúvidas sobre a fluoxetina e como lidar com esses efeitos. Estou à disposição.
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
Sim, é possível que a Fluoxetina cause pequena aceleração dos batimentos cardíacos em algumas pessoas, especialmente nas primeiras semanas de uso, quando o organismo ainda está se adaptando ao medicamento. Isso ocorre porque a fluoxetina aumenta os níveis de serotonina e, indiretamente, pode estimular o sistema nervoso autônomo, levando a sintomas como leve taquicardia, sensação de coração acelerado, ansiedade inicial, tremor ou suor frio — efeitos que normalmente são transitórios e desaparecem entre 1 a 3 semanas de tratamento. Em geral, esse aumento dos batimentos é leve e não representa risco cardíaco em pessoas sem doença cardiovascular. No entanto, se você tem histórico de arritmia, hipertensão, ansiedade intensa, uso de estimulantes (como cafeína em excesso, sibutramina, Venvanse, etc.) ou outro antidepressivo, o médico deve ser informado, pois esses fatores podem potencializar a aceleração cardíaca. Uma boa estratégia é tomar a Fluoxetina pela manhã, evitar café ou energéticos nas primeiras horas do dia e manter hidratação adequada — o que ajuda a reduzir esses efeitos iniciais. Se os sintomas forem muito intensos (batimentos fortes, dor no peito, tontura ou falta de ar), é importante comunicar o médico, pois ele pode ajustar a dose ou trocar o antidepressivo por outro mais neutro para o sistema cardiovascular, como Escitalopram ou Sertralina. Em resumo: a Fluoxetina pode causar aceleração leve do coração nos primeiros dias, o que é esperado e geralmente passageiro, mas deve ser acompanhada de perto, especialmente em quem já tem problemas cardíacos ou ansiedade acentuada. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, regulação emocional e medicina do sono, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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