Dr. Victor Viegas Vieira

Psiquiatra mais

Rio de Janeiro 1 endereço

Aceita apenas pacientes particulares

Número de registro: CRM RJ 1213571 RQE 55494

39 opiniões
Tempo estimado de resposta:

Experiência

- Residência Médica em Psiquiatria na UFRJ | IPUB (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
- Residente em Psiquiatria Forense (R4) na UFRJ | IPUB (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
- Membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)
- Atendimento especializado em Saúde Mental e Transtornos Psiquiátricos

Formação Acadêmica e Residência Médica:
- Graduação em Medicina – Faculdade de Medicina de Teresópolis
- Residência Médica em Psiquiatria – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) | Instituto de Psiquiatria (IPUB)
- Residente em Psiquiatria Forense (R4) na UFRJ | IPUB (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

Atuação Profissional:
Médico Psiquiatra – Clínica Mecler Psicologia e Psiquiatria. Atendimento especializado a profissionais da Rede Globo de Televisão, Defensores Públicos e Procuradores do Estado do Rio de Janeiro.

A trajetória do Dr. Victor na Medicina e Psiquiatria:

Desde os primeiros passos na faculdade de Medicina, Dr. Victor já tinha um propósito claro: tornar-se psiquiatra. A saúde mental sempre foi sua grande vocação, movida pelo desejo de compreender a complexidade da mente humana e oferecer um tratamento humanizado e baseado nas melhores evidências científicas.

Aprovado na primeira lista de todas as provas de residência médica que prestou – incluindo UERJ, Instituto Philippe Pinel, Hospital Universitário da UFRJ e Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB) – escolheu seguir sua especialização no IPUB/UFRJ, uma das instituições mais renomadas do Brasil. Em 2024, prestou a prova do ano adicional (R4) em Psiquiatria no IPUB/UFRJ, conquistando o primeiro lugar geral e optando por aprofundar-se na Psiquiatria Forense.

A Psiquiatria Forense é a área que estuda a interface entre saúde mental e o sistema legal, avaliando transtornos psiquiátricos em contextos judiciais e oferecendo suporte técnico para decisões legais. Esse campo abrange desde a avaliação de imputabilidade penal até questões de interdição civil, responsabilidade profissional e direito de família. Além disso, envolve a atuação como perito, realizando perícias psiquiátricas para auxiliar o Judiciário em processos que demandam avaliação especializada.

Hoje, Dr. Victor segue firme no propósito que traçou desde o início, dedicando-se ao cuidado integral dos pacientes e à constante atualização profissional, sempre buscando oferecer um atendimento de excelência na Psiquiatria.

Áreas de Experiência e Atuação
- Dr. Victor possui ampla experiência no diagnóstico e tratamento de transtornos psiquiátricos, oferecendo um atendimento baseado nas melhores evidências científicas e na individualização do cuidado. Suas principais áreas de atuação incluem:

Transtornos de Ansiedade: Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno do Pânico, Fobias, Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e Transtorno de Ansiedade Social.
Transtornos de Humor: Depressão Maior, Transtorno Depressivo Persistente (Distimia) e Transtorno Bipolar.
Transtornos de Personalidade: Transtorno Borderline, Transtorno Antissocial, Transtorno Obsessivo-Compulsivo de Personalidade e demais perfis clínicos dentro do espectro dos transtornos de personalidade.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e transtornos relacionados, como Transtorno Dismórfico Corporal e Tricotilomania.
Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): Avaliação e manejo especializado em adultos e adolescentes.
Transtornos do Espectro Autista (TEA): Diagnóstico e acompanhamento psiquiátrico, com foco no manejo de comorbidades e melhora da qualidade de vida.

Cursos e formações recentes:
- Curso de Psicopatologia Geral de Karl Jaspers – Prof. Dr. Guilherme Messas
- Entrevista Motivacional – Prof. Neliana Buzi Fligie
- Técnicas Psicanalíticas – Personalidade Borderline, Neurose Obsessiva, Personalidade Histérica
- XL Congresso Brasileiro de Psiquiatria - Curso: Fundamentos da Perícia em Psiquiatria
Forense - 2023
- XL Congresso Brasileiro de Psiquiatria - Curso: Perícias em Psiquiatria Forense - 2023

Atendimento presencial no Rio de Janeiro e telemedicina para todo o Brasil.
mais Sobre mim

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

Consultórios (2)

Ampliar o mapa abre num novo separador
Clínica Viégas Vieira

Rua Visconde de Pirajá 547 Sala 1017, Ipanema, Rio de Janeiro 22410-003

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 3094...
Ampliar o mapa abre num novo separador

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 3094...

Serviços e preços

  • Atendimento domiciliar


  • Teleconsulta

    R$ 500

  • Consulta Psiquiatria

    R$ 500

  • Primeira consulta Psiquiatria

    R$ 500

39 opiniões

Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • A

    Consulta excelente. Super atencioso e carinhoso!Ótimo medico

     • Clínica Viégas Vieira Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • M

    Muito bom. Consegue entender perfeitamente o que se passa na minha cabeça.

     • Clínica Viégas Vieira Consulta Psiquiatria  • 

  • J

    Muito atencioso e seguro no que fala. Não tem pressa para a primeira consulta.

     • Clínica Viégas Vieira Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • P

    Gostei bastante. Uma ótima terapia. O papo fluiu naturalmente.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • M

    O Dr Victor é incrível! Muito atencioso e disponível caso precise.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • M

    Vitor sempre atencioso e explica muito bem o que preciso saber.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • A

    Profissional altamente atualizado e capacitado e acima de tudo atencioso e empático. Fez muita diferença no meu atendimento visto que estou iniciando a avaliação e tratamento e precisava esclarecer todas as dúvidas e me sentir a vontade para compartilhar os medos, receios e preconceitos. Sou muito grata e indico.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • M

    Foi muito acolhedor, ouviu com paciência cada detalhe que compartilhei e passou uma sensação de confiança e segurança desde o início. A forma cuidadosa como conduziu a consulta fez toda a diferença. Agradeço pela dedicação e atenção dispendida nesse primeiro contato.

     • Clínica Viégas Vieira Consulta Psiquiatria  • 

  • S

    Pela primeira vez um psiquiatra escutou com detalhes toda minha história desde a infância e também muito atencioso e cauteloso com as medicações e o estilo de vida.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • L

    Pontual e preciso. Domina o assunto. Atencioso e com boa comunicação verbal.

     • Clínica Viégas Vieira Consulta Psiquiatria  • 

Ocorreu um erro, tente outra vez

Dúvidas respondidas

20 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Cloridrato De Sertralina

É possível utilizar sertralina por períodos? Parar um tempo... voltar a tomar quando precisar novamente? Já em alguns períodos, como também já passei meses sem tomar. Gostaria de saber se isso é possível?

O uso da sertralina de forma intermitente, ou seja, parar e retomar conforme a necessidade, não é a abordagem mais recomendada na maioria dos casos. Os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs), como a sertralina, precisam de um tempo de uso contínuo para alcançar seus efeitos terapêuticos plenos, geralmente entre 4 a 8 semanas. Além disso, interrupções frequentes podem levar a um ciclo de recorrência dos sintomas, síndrome de descontinuação (com tonturas, irritabilidade, ansiedade rebote) e menor eficácia ao longo do tempo.

Se o medicamento foi prescrito para transtornos como ansiedade generalizada, depressão recorrente, transtorno do pânico ou TOC, o tratamento costuma ser contínuo por pelo menos 6 a 12 meses, podendo ser reavaliado conforme a evolução. Em alguns casos, pacientes com histórico de múltiplos episódios podem necessitar de tratamento prolongado para prevenção de recaídas.

No entanto, há situações em que o uso intermitente pode ser considerado, desde que com acompanhamento médico rigoroso. Por exemplo, em casos específicos de transtorno afetivo sazonal ou quando a sertralina é utilizada apenas em períodos de maior vulnerabilidade emocional. Mesmo assim, qualquer interrupção deve ser feita de maneira gradual e orientada pelo psiquiatra, para minimizar os riscos de sintomas de abstinência ou retorno abrupto do quadro clínico.

Se você sente que há momentos em que precisa da medicação e outros em que não, o ideal é conversar com seu psiquiatra para definir a melhor estratégia de manejo. Em alguns casos, ajustes na dose ou mudanças no plano terapêutico podem ser mais eficazes e seguras do que interrupções repetidas no uso da sertralina.

Dr. Victor Viegas Vieira

Pergunta sobre Esquizofrenia

Uma pessoa esquizofrênica pode fazer mal a crianças?

Na realidade, o contrário é mais comum: indivíduos com esquizofrenia tendem a estar mais vulneráveis à sociedade do que o oposto, especialmente quando estão em tratamento adequado. A maior parte das pessoas com esquizofrenia não apresenta comportamento agressivo e não representa risco para crianças ou qualquer outro grupo. Pelo contrário, são frequentemente vítimas de estigma, discriminação e até violência, muitas vezes devido à falta de compreensão sobre a doença.

A esquizofrenia, por si só, não torna uma pessoa perigosa. No entanto, em situações específicas, quando há descompensação do quadro, alguns sintomas psicóticos ativos podem levar a comportamentos imprevisíveis, como nos casos de delírios persecutórios graves, em que a pessoa acredita estar sendo ameaçada e pode reagir defensivamente, ou alucinações auditivas imperativas, que podem dar comandos para ações impulsivas (embora a maioria dos pacientes não aja conforme essas vozes). Além disso, a presença de fatores como uso de substâncias psicoativas e falta de adesão ao tratamento pode aumentar a instabilidade do quadro. No entanto, quando a esquizofrenia é diagnosticada precocemente e tratada com acompanhamento psiquiátrico, psicoterapia e suporte familiar, a pessoa pode levar uma vida funcional e conviver normalmente com crianças e outras pessoas. O grande desafio não está na periculosidade do indivíduo, mas sim no estigma que cerca a doença. A desinformação frequentemente leva à exclusão e ao isolamento, o que pode piorar o quadro do paciente e reduzir suas chances de recuperação. Se um indivíduo com esquizofrenia apresentar sinais de descompensação psicótica, como discurso desconexo, delírios intensos ou comportamento desorganizado, é fundamental buscar avaliação psiquiátrica urgente. Isso não apenas protege a pessoa, garantindo o suporte adequado, mas também ajuda a evitar qualquer tipo de situação de risco para ela mesma e para os outros. É fundamental compreender que cada indivíduo com esquizofrenia é único e precisa ser avaliado de forma individualizada. O curso da doença, a resposta ao tratamento e a presença de fatores adicionais variam de pessoa para pessoa. Por isso, sempre que houver dúvidas sobre o estado clínico, o nível de estabilidade ou possíveis riscos, é essencial conversar diretamente com o médico assistente do paciente. O profissional poderá fornecer uma avaliação detalhada do quadro atual, discutir medidas de segurança, caso necessário, e orientar a melhor conduta para garantir tanto o bem-estar do paciente quanto das pessoas ao seu redor.

Dr. Victor Viegas Vieira
Ver todas as respostas

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes