glioma de baixo grau tem cura? porque a minha esposa tem e esta pela terceira vez em uma uti com varia
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glioma de baixo grau tem cura? porque a minha esposa tem e esta pela terceira vez em uma uti com varia crises convulsivas
Os gliomas grau I podem ser curados, porem para os gliomas de baixo grau infiltrativos, o termo mais apropriado seria "controle da lesão",porque a infiltraçao de celulas do tumor no tecido normal impossibilita a sua resseção completa, sendo necessario tratamento complementar (radioterapia e quimioterapia).A resposta ao tratamento não é uniforme nos diversos subgrupos. Quando possivel, a cirurgia é o primeiro tratamento a ser realizado,pois permite um diagnostico histologico e avaliação molecular da lesão
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Gliomas de baixo grau são um subgrupo de tumores primários do sistema nervoso central que possuem baixo grau de malignidade, no entanto podem possuir alto índice de proliferação celular, o que pode conferir uma característica de alto grau de malignidade. Converse com o Neurocirurgião que fez o diagnóstico sobre terapias complementares.
De uma forma geral não utilizamos o termo cura para os gliomas de baixo grau de malignidade, mas sim controle. Essas neoplasias possuem uma evolução mais indolente em relação aos gliomas de alto grau de malignidade.
Há disponível em alguns centros a avaliação genética /molecular dessas lesões, o que pode possibilitar predizer a evolução e a resposta à determinada terapia complementar, como no caso da quimioterapia. Procure um profissional habilitado para maiores esclarecimentos.
Há disponível em alguns centros a avaliação genética /molecular dessas lesões, o que pode possibilitar predizer a evolução e a resposta à determinada terapia complementar, como no caso da quimioterapia. Procure um profissional habilitado para maiores esclarecimentos.
Essa é uma pergunta que merece uma resposta humana e clara. O glioma de baixo grau é, de fato, um tipo de tumor cerebral mais lento e menos agressivo do que o glioblastoma, por exemplo. Em alguns casos, ele pode ser controlado por muitos anos, principalmente quando é possível fazer uma boa cirurgia, seguida (ou não) de radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.
Mas "baixo grau" não significa que o tumor seja inofensivo.
Ao longo do tempo, mesmo tumores considerados de baixo grau podem crescer, causar sintomas neurológicos importantes — como convulsões, alterações de fala, visão, movimento — e, em alguns casos, até se transformar em tumores mais agressivos (o que chamamos de progressão para glioma de alto grau).
O fato da sua esposa estar pela terceira vez na UTI com crises convulsivas mostra que o sistema nervoso dela está bastante sensibilizado. Isso pode acontecer mesmo com gliomas de baixo grau, principalmente quando o tumor compromete áreas delicadas do cérebro.
Nessas situações, o mais importante é que ela esteja sendo acompanhada de perto por uma equipe de neurologia e neurocirurgia especializada em tumores cerebrais, para entender exatamente o estágio atual da doença, rever os exames de imagem, ajustar o tratamento das convulsões e avaliar os próximos passos com muito critério.
Não perca a esperança. Cada paciente tem sua própria história e evolução. Há casos em que, com o tratamento certo e controle adequado das crises, é possível estabilizar o quadro e retomar uma vida com dignidade e sentido.
Se você desejar, estou à disposição para avaliar os exames, ouvir com calma o que estão vivendo, e pensar junto em possibilidades de cuidado. O primeiro passo é sempre conversar com quem entende e se importa.
Mas "baixo grau" não significa que o tumor seja inofensivo.
Ao longo do tempo, mesmo tumores considerados de baixo grau podem crescer, causar sintomas neurológicos importantes — como convulsões, alterações de fala, visão, movimento — e, em alguns casos, até se transformar em tumores mais agressivos (o que chamamos de progressão para glioma de alto grau).
O fato da sua esposa estar pela terceira vez na UTI com crises convulsivas mostra que o sistema nervoso dela está bastante sensibilizado. Isso pode acontecer mesmo com gliomas de baixo grau, principalmente quando o tumor compromete áreas delicadas do cérebro.
Nessas situações, o mais importante é que ela esteja sendo acompanhada de perto por uma equipe de neurologia e neurocirurgia especializada em tumores cerebrais, para entender exatamente o estágio atual da doença, rever os exames de imagem, ajustar o tratamento das convulsões e avaliar os próximos passos com muito critério.
Não perca a esperança. Cada paciente tem sua própria história e evolução. Há casos em que, com o tratamento certo e controle adequado das crises, é possível estabilizar o quadro e retomar uma vida com dignidade e sentido.
Se você desejar, estou à disposição para avaliar os exames, ouvir com calma o que estão vivendo, e pensar junto em possibilidades de cuidado. O primeiro passo é sempre conversar com quem entende e se importa.
Olá, sim ! Deverá ser avaliada por um neurocirurgião especialista em tumores cerebrais. Será um prazer ajudar.
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